Ano Novo















Nos dias que antecediam o Novo Ano, o homem e sua mulher faziam um balanço do ano que estava terminando.

Durante o jantar no único restaurante do povoado, o homem começou a reclamar de algo que não tinha ocorrido como desejava.

A mulher olhava fixamente a árvore de Natal que enfeitava o restaurante. O homem achou que ela não estava interessada na conversa, e mudou de assunto:

- Bela a iluminação desta árvore – disse.

- É verdade – respondeu a mulher. – Mas, se você reparar bem, no meio destas dezenas de lâmpadas há uma que está queimada. Me parece que, em vez de ver o ano como dezenas de benções que brilharam, você está fixando o seu olhar na única lâmpada que não iluminou nada.


Maktub




Aulas de Inglês


AS AULAS DE INGLÊS EM 2017, ESTÃO SUSPENSAS TEMPORARIAMENTE.
A DIRETORIA DO IRMÃO LAURO ESTÁ CONTRATANDO NOVA PROFESSORA. 



A evangelizadora e professora Pricila Procópio vem fazendo um ótimo trabalho a frente das aulas de inglês que acontecem aos sábados ao meio dia no Irmão Lauro. Com atividades que vão além do aprendizado tradicional o curso de inglês no Grupo está se tornando algo cada vez mais apreciado pelas crianças. Parabéns!

Foto tirada em 31/10/2015


GB/DIC

Último almoço beneficente de 2016

Em novembro foi realizado o último almoço beneficente do Irmão Lauro, neste ano.
Confira as fotos desse evento clicando no link FOTOS.



Esperamos todos de volta em 2017!






GB

Natal Feliz














Natal Feliz! Harmonias
Ressoam no céu aberto.
A paz é luz que vem perto,
Estrela oculta a brilhar!...
Comoventes melodias,
Anseios renovadores,
Alegrias, esplendores
No mundo familiar.

Cada expressão do caminho
Revela ternura imensa,
Retorna o clarão da crença,
Sublime, confortador...
É a pastoral do carinho,
Por mil vozes inocentes
Mensagens, flores, presentes,
Transitam plenos de amor.

Explodem brindes à mesa
No louvor que tumultua,
Vertem cânticos da rua,
Sempre música a surgir...                                        
Em cada prece a beleza
Fulge nas almas do povo
Que espera o sol do porvir.
Há convite, onde apareças,

Ao prazer que vibra em casa,
Todo júbilo extravasa
Em profunda exaltação.
Entretanto, não te esqueças
De que o Natal doce e brando
É sempre Jesus chamando
Às portas do coração.

Espírito Irene S. Pinto - Chico Xavier

                                                                       

O Grupo Lauro deseja a todos tarefeiros e colaboradores um Natal de Paz e Alegria!
Feliz 2017


Extinção, prejuízo, abandono e “luto”

Um estudo da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, descobriu que aqueles que viveram recentemente um quadro de luto [1], especialmente idosos, podem passar por um processo de redução das funções dos neutrófilos.[2] Mas apesar do peso do conhecimento científico sobre o relacionamento entre luto e a doença física, os sintomas costumam ser completamente inesperados.
Para Jessica Mitchell, gerente do serviço de apoio telefônico da ONG Cruse Bereavement Care, as pessoas ficam bastante assombradas com a notícia da morte de um parente e se sentem atormentadas achando que há algo errado com elas. As pessoas realmente não entendem, porque não se discute mais sobre a morte, explica Susan Hughes, da ONG Compassionate Friends, que presta suporte aos familiares após a morte de crianças. [3]
A falta de compreensão do tema “morte e o luto” reflete a dificuldade da sociedade em falar francamente sobre a deserncarnação de alguém da família. Para alguns trata-se de um grande tabu. As pessoas não querem nem ouvir ninguém falar sobre esse assunto.
Ora, em verdade o luto não é essencialmente tão insuportável quanto se imagina. Sabe-se que grande parte dos enlutados consegue suplantar bem a “perda” de um parente; entretanto por que razão algumas pessoas não conseguem superar o trauma? Muitas pessoas atravessam anos sobrevivendo como nos primeiros e mais complicados períodos do luto. Elas não conseguem retomar a vida. Cultuam a dor, em uma espécie de luto crônico, chamado pelos psiquiatras de “luto patológico” ou “luto complicado”. Nas mortes traumáticas, como acidente, suicídio ou assassinato, pode haver uma fase de negação mais prolongada; a culpa e a revolta podem aparecer com mais intensidade.
Para alguns o luto pode provocar uma grave crise doméstica, pois exige a tarefa de renúncia, de excluir e incluir alguns papéis da cena familiar. Percebe-se então que existe aí uma confusão, pois essa crise pode estancar o desenvolvimento dos parentes, fator que pode definir o processo de um luto crônico coletivo.
É importante destacar aqui que o luto não advém apenas pela morte de um ente querido. Há diferentes tipos de lutos, às vezes mais intensos, que acontecem depois da perda de um objeto ou abandono afetivo de alguém a que se tinha apego. É verdade! Muitos adoecem fisicamente, totalmente apegados a algo, circunstância ou alguém. Eis aí a razão de suas desditas e o entrave para a ascensão espiritual.
Talvez o grande preceito da vida, que experimentamos severamente, é desapegarmos de coisas, situações e pessoas. Obviamente desapegar não é desamar ou abater a valor do objeto, da coisa, mas compreender e acolher o fato da transitoriedade das circunstâncias, dos objetos e pessoas. É importantíssimo irmos desapegando do passado remoto ou recente e sintonizarmos as emoções no presente, sobretudo naquilo que é essencial dentre as coisas e pessoas.
O Espiritismo nos esclarece bem sobre a imortalidade. Jesus, há dois mil anos, reafirmou a realidade da sobrevivência do espírito após a morte e a continuidade da vida em outras dimensões. Por isso, alivia-nos os corações sofridos no luto pelas grandes “perdas”, seja pela visita da desencarnação, seja pelo abandono de alguém querido, seja pela perda de ilusórios haveres ou de posição social. Tudo passa! Até mesmo o luto.

Jorge Hessen

Referências:
[1] Luto [do latim luctu] – 1. Sentimento de pesar ou de dor pela morte de alguém. 2. A exteriorização do referido sentimento ou o tempo de sua duração. 3. Consternação, tristeza.
[2] A parte mais abundante dos glóbulos brancos do sangue, responsáveis por combater bactérias como a da pneumonia

Exercícios para além da vida









1 - Para os olhos?
      Olhe a infinita beleza na bondade humana.

2 – Para a língua?
       Fale com o coração e não com a boca.

3 – Para o rosto?
       Sorria constantemente para os demais.

4 – Para  o ouvido?
       Fale menos e escute mais.

5 – Para a cabeça?
       Tenha pensamentos construtivos.

6 – Para os pés?
       Caminhe para o conhecimento e para a sabedoria.

7 – Para a respiração?
       Inspire o amor e agradeça a vida.

8 – Para a força?
       Levante-se quando cair.

9 – Para o coração?
       Seja melhor, busque sempre o bem.

10 – Para a alma?
         Nunca vá sozinha, caminhe com Deus.

Dan - Sbie

Mariana, para você minha alma..

Ante o Natal



Por Richard Simonetti







1 – Tradicionalmente, evoca-se no Natal a fraternidade, apresentando-se a mensagem de Jesus como gloriosa convocação à edificação de uma sociedade solidária. Não obstante, estamos longe de semelhante realização. Por quê?
A mensagem de Jesus ainda é, para a maioria dos homens, uma bela história que não se cansam de apreciar, particularmente o comovente episódio da manjedoura. Raros percebem tratar-se, sobretudo, de um roteiro de renovação para a Humanidade.

2 – O que está faltando para a vivência do Evangelho?
Usando um termo atual, falta-nos empatia. Segundo o Aurélio, é a tendência para sentir o que sentiria caso se estivesse na situação e circunstâncias experimentadas por outra pessoa. É à nossa insensibilidade que devemos debitar o prodígio de convivermos numa boa com a miséria da periferia, com os indigentes dos hospitais, com a carência das crianças de rua, como se tudo isso fizesse parte de um mundo distante, e não da cidade onde moramos, da comunidade onde vivemos. 

3 – Qual o termo equivalente no Evangelho?
É a solidariedade, que se exprime na compaixão pelas misérias alheias. Quem não se compadece, não se envolve, não se empenha, não se dispõe àquela doação permanente de seu tempo, de sua vida, em favor dos necessitados de todos os matizes, onde está a força maior do Evangelho.

4 – O Evangelho estaria mais na cabeça das pessoas do que no coração?
Exatamente. Sabemos que a miséria deve ser combatida. É preciso socorrer o necessitado, alimentar o faminto, educar o analfabeto… Talvez até contribuamos com uma parcela de nossos recursos, de nosso tempo. Não obstante, sem solidariedade, o sentir a dor do outro, o fazemos em proporção ínfima diante do que somos capazes. Um mentor espiritual costumava nos dizer que, no esforço do Evangelho, o que fazemos está sempre muito distante do que podemos fazer. 

5 – Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) seria um exemplo dessa empatia misericordiosa?
Sem dúvida! Foi por senti-la que dedicou a vida aos sofredores de todos os matizes, lamentando ser o seu esforço uma gota d’água no oceano das misérias humanas. Num mundo orientado pelo egoísmo, Madre Teresa é reverenciada por tratar-se do espantoso fenômeno de uma mulher decidida a vivenciar em plenitude o Evangelho e, por isso, dedicada integralmente ao próximo. Certa feita um homem, vendo-a banhar um leproso, disse-lhe que nem por um milhão de dólares faria aquilo, ao que ela respondeu: eu também não; só por amor se pode dar banho num leproso.

6 – O voto de pobreza, o total despojamento em relação aos bens materiais, como vemos em Madre Teresa, seria o caminho para essa empatia misericordiosa?
Não necessariamente. Não é pecado ter dinheiro, bens materiais. Se o homem servir-se da riqueza, sem se tornar seu servo, poderá realizar prodígios em favor de multidões carentes.

7 – Poderia dar um exemplo?
A princesa Diana (1961-1997), cuja morte comoveu o mundo, foi dotada dessa empatia. Mais de cem associações assistenciais, cujos representantes foram convidados para as cerimônias que precederam seu sepultamento, testemunham que ela exercitou largamente a solidariedade. As imagens mais emocionantes, imorredouras na memória popular, são aquelas em que ela aparece abraçando aidéticos, mutilados de guerra, crianças e velhos, com aquela espontaneidade própria das pessoas solidárias.

8 – Tendo em vista o grande movimento desenvolvido pelas entidades espíritas no campo social, podemos dizer que os espíritas são solidários?
Caminhamos nessa direção, orientados pela Doutrina Espírita. Estamos conscientes de que é preciso fazer todo bem ao semelhante, como recomendava Jesus. O empenho de servir, ainda que por mera consciência de dever, é a antessala da solidariedade.



O Pai Nosso de um Espírito


Pai Nosso, que estás nos Céus
Na luz dos sóis infinitos,
Pai de todos os aflitos
Neste mundo de escarcéus.
Santificado, Senhor,
Seja o Teu nome sublime,
Que em todo Universo exprime
Concórdia, ternura e amor.

Venha ao nosso coração,
O teu reino de bondade,
De paz e de claridade
Na estrada redenção.
Cumpre-se o teu mandamento
Que não vacila e nem erra.

Nos Céus, como em toda a Terra
De luta e de sofrimento.
Evita-nos todo o mal,
Dá-nos o pão no caminho,
Feito de luz, no carinho
Do pão espiritual.

Perdoa-nos, meu Senhor,
Os débitos tenebrosos,
De passados escabrosos,
De iniquidade e de dor.
Auxilia-nos também,
Nos sentimentos cristãos,
A amar aos nossos irmãos
Que vivem longe do bem.

Com a proteção de Jesus
Livra a nossa alma do erro,
Neste mundo de desterro,
Distante da vossa luz.
Que a nossa ideal igreja,
Seja o altar da Caridade,
Onde se faça a vontade
Do vosso amor …
Assim seja.


Espírito Monsenhor José Silvério Horta – Chico Xavier

Lauro manifesta Solidariedade a Chapecó


O Grupo da Fraternidade Irmão Lauro manifesta solidariedade e vibrações fraternas às famílias dos entes queridos que partiram para os pórticos da espiritualidade, vitimados no acidente do avião da Chapecoense, e a toda comunidade de Chapecó (SC). Deus fortaleça a todos. 
 Je suis Chapecó!



Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?
(Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 23-2-1972, em Uberaba, Minas).

RESPOSTA:
Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.
Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.
É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.
***
Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.
Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.
Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de sangue e lágrimas.
Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidade na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.
***
Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as conseqüências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança.
É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.
Lamentemos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.
Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.
(Transcrito do livro: XAVIER, Francisco C. Autores diversos)

Grupo Lauro



Parabéns, Irmão Lauro!

"Desejas acender a luz do evangelho no lar do teu próximo, verifique, se o evangelho de luz, já acendeu no lar do teu coração. (2016 -Espírito Fabiano)"
AVE CRISTO!

Comparamos  o Grupo da Fraternidade Irmão Lauro a uma “empresa” organizada pelos Benfeitores Espirituais, materializada na Terra, em 23 de novembro de 1.963,  onde nós solicitamos estágios e empregos.
Vimos através do sofrimento, das dificuldades, das lutas...Pedimos socorro.
Ignoramos muitas vezes que estamos pedindo trabalho, pedindo colocação para trabalhar e receber algum vencimento para sustentar a nossa vida. As interpretações da palavra de Cristo são diversas, mas no Lauro esse sentido   é muito pronunciado, destacado...Estamos pedindo emplacamento em serviço, pedimos para fazer parte da equipe de trabalho; que funciona dentro da Doutrina Espírita...Os que são portadores de provas tão dolorosas que, às vezes, nem mesmo explicá-las conseguem; não fosse os desajustados; não fossem aqueles que não compreendem os ensinamentos de Jesus; e que nos apedrejam e magoam; se não fosse toda essa equipagem do navio chamado “Terra”, lutando para viver, para acertar, que nos procuram na Casa Lauro todos os dias, o que é que teríamos para fazer? Se fossemos uma coleção de pessoas boas, ligadas no Cristo, se um falasse e todos compreendessem, estaríamos dentro de uma monotonia muito grande, há muito  trabalho para fazer, a fim de diminuir o peso da grande carga  que trazemos; é dessa multiplicidade de problemas, muitas vezes em nós mesmos, que nos  encontramos.
Muitos se contentam  com uma prece diária, reunião semanal, mas no Espiritismo na Casa Lauro somos “alfinetados”, e ninguém escapa desde que estejamos dentro da “empresa” trabalhando...Não apenas entoando hosanas ao Senhor, mas trabalhando muito para que a nossa fé seja realmente uma fé viva e criativa, ao mesmo tempo. 
Porque podemos improvisar alguma coisa em favor do próximo. Temos uma inteligência mais ou menos em desacordo com o coração, como acontece com a maioria – comparecem aqui dentro do orgulho, da vaidade, do egoísmo, da jactância...Ajudar os outros em tudo aquilo que se faça possível em nosso esforço. Todo esforço é grande pela essência que representa. Não devemos pensar em braços cruzados, em paraíso prematuro, em angelitude antes somos criaturas humanas perfectíveis; quando compreendermos tudo isso, veremos que já estamos dentro de uma “empresa” maravilhosa. 
Lembramo-nos da lei de causa e efeito apenas em matéria de sofrimento, mas ela funciona também para o bem. Quem faz o bem, queira ou não, será recompensado...O Senhor manda que o mal seja corrigido e o bem seja estimulado em beneficio de cada um de nós. 
Agradeçamos a Jesus pela oportunidade de estarmos admitidos como simples operários nesta abençoada ‘empresa “ Lauro. E o Lauro  nos convida a nos  servirmos e a servir!
Ao Pai de Amor e de Misericórdia, ao Mestre Jesus, a todos os Benfeitores Espirituais, nosso agradecimento pelos “53 anos de amor e luz ” da Casa Lauro. Lembremo-nos que o   Grupo Lauro terá o destino que os Laurinos dele fizerem.


53 anos de Amor; O Irmão Lauro,  convida á todos para o aniversário de 53 anos do Grupo.  A confraternização será realizada no dia 24/11/2016 (Quinta-Feira) ás 20:00 h, com a palestra de Ingo Alan.


Parabéns!!
 Grupo Lauro

Antes do Berço














Antes do berço, na Espiritualidade, examinando as suas próprias necessidades de aperfeiçoamento terá você pedido:
- a deficiência corpórea que induza à elevação de sentimentos;
- a enfermidade de longa duração, capaz de educar lhe os impulsos;
- essa ou aquela lesão física que favoreça os exercícios de disciplina;
- determinada mutilação que lhe iniba o arrastamento à agressividade exagerada;
- o complexo psicológico que lhe renove as ideias;
- o lar amargo onde possa aprender quanto vale a afeição;
- o traço de prova que lhe impõe obstáculos no grupo social, a fim de esquecer enquistações de orgulho;
- o reencontro com os adversários do passado, então na forma de parentes difíceis, atendendo a resgate de antigos débitos;
- a impossibilidade temporária para a obtenção de um título acadêmico, de modo à frenar-se contra desmandos intelectuais;
- a internação passageira em ambiente de pauperismo, de maneira a desenvolver a própria habilitação no trabalho pessoal.
Aceite as dificuldades e desafios da existência, porque, na maioria das circunstâncias, são respostas da Providência Divina aos nossos anseios de reajuste e sublimação.


André Luiz - Chico Xavier

O Espiritismo e a Cremação





Richard Simonetti





O medo de ser enterrado vivo induz muita gente a cogitar da própria cremação. Queima-se o cadáver evitando o problema. Mas há uma dúvida que inspira a pergunta mais frequente nas palestras sobre a morte:
− Se no ato crematório eu ainda estiver preso ao corpo, o que acontecerá?

Nessas oportunidades, costumo dizer:
− Bem, no interior do forno a temperatura atinge mil e quatrocentos graus centígrados. Considerando que a água ferve a cem graus, podemos imaginar o que é isso. Fica tão quente que o próprio cadáver entra em combustão. Então, em meio às labaredas, se o falecido estiver imbuído de concepções teológicas medievais, imaginará, horrorizado: “Meu Deus! Estou no inferno!”
Trata-se, evidentemente, de uma brincadeira para descontrair os presentes, ante tema tão fúnebre. Qualquer pessoa esclarecida, de qualquer religião, sabe que o Inferno de fogo, onde as almas ardem, em tormentos eternos, sem se consumirem, é uma fantasia desenvolvida em tempos recuados, quando os princípios religiosos se impunham muito mais pelo medo do que pela lógica. Sabemos hoje que Céu ou Inferno não são locais geográficos. Existem na intimidade de cada um, em decorrência de nossas ações.
Objetivamente poderíamos responder à pergunta informando que se o Espírito estiver ligado ao corpo não sofrerá dores, porque o cadáver não transmite sensações ao Espírito, mas obviamente experimentará impressões extremamente desagradáveis, além do trauma decorrente de um desligamento violento e extemporâneo. Oportuno destacar algumas considerações de Emmanuel, no livro O Consolador, psicografia de Francisco Cândido Xavier:
“Na cremação, faz-se mister exercer a piedade com os cadáveres, procrastinando por mais horas o ato de destruição das vísceras materiais, pois, de certo modo, existem sempre muitos ecos de sensibilidade entre o Espírito desencarnado e o corpo, onde se extinguiu o “tônus vital”, nas primeiras horas sequentes ao desenlace, em vista dos fluidos orgânicos que ainda solicitam a alma para as sensações da existência material.”
O próprio Chico, em entrevista na extinta televisão Tupi, em 1971, transmite nova informação de Emmanuel: “Deve-se esperar pelo menos setenta e duas horas para a cremação, tempo suficiente para o desligamento, ressalvadas as exceções envolvendo suicidas ou pessoas muito presas aos vícios e aos interesses humanos”.
Nos fornos crematórios de São Paulo, espera-se o prazo legal de vinte e quatro horas. Não obstante, o regulamento permite que o cadáver permaneça em câmara frigorífica pelo tempo que a família desejar. Espíritas costumam pedir três dias. Há quem peça sete dias.
Importante reconhecer, todavia, que muito mais importante do que semelhantes cuidados seria cultivarmos uma existência equilibrada, marcada pelo esforço de renovação e de prática do Bem, a fim de que, em qualquer circunstância de nossa morte, libertemo-nos prontamente, sem traumas, sem preocupação com o destino de nosso corpo.

Parte superior do formulário


O poder da Oração

O cérebro, este dínamo gerador de energia psíquica, é também fonte de exteriorização que se espraia, facultando a vitalização ou desequilíbrio na área que focaliza. Externando-se através do pensamento, este se lhe torna o veículo que a potencializa e direciona. Quanto maior for a intensidade mental da idéia, mais poderosa se apresenta a onda em que se movimenta.

Em face dessa realidade, o cultivo dos pensamentos edificantes, pela constituição vibratória de que se reveste, estimula os neurônios cerebrais que produzem substâncias saudáveis e processamentos eletroquímicos, que facilitam as sinapses e viajam pelo sistema circulatório, vitalizando as células e auxiliando-as no processo de mitose harmônica.
Quando estão carregados de pessimismo ou malquerença, de ressentimentos e ódios, produzem moléculas que são eliminadas pelos mesmos neurônios com alto poder destrutivo, que perturbam as comunicações e se alojam no sistema nervoso central e no endócrino, afetando o de natureza imunológica, naquele indivíduo que prossegue na emissão de mensagens tóxicas e perturbadoras, às vezes atingindo a pessoa que esta na mira da sua revolta.

O ato da oração é constituído pelo fixar dos pensamentos nobres e aspirações superiores, produzindo ondas carregadas de amor e de harmonia que mantêm em grande atividade os centros nervosos, que se alimentam de forças e, de imediato exteriorizam as vibrações que atraem os bons espíritos, que acorrem para ajudar, ao tempo em que as canalizam no rumo das Esferas superiores onde são captadas para análise imediata.
Em face do seu conteúdo especial, são potencializadas e retornam ao emissor, proporcionando-lhe vitalização e alegria. ode, dessa forma, a oração ser encaminhada aos Centros espirituais de captação para análise de conteúdo ou direcionar-se para os objetivos a que se destina.

Por isso, a oração pode ser de louvor, quando se expressa em hinos de alegria e de homenagem ao criador, à vida, às ocorrências existenciais; de rogativa, quando revestida pela necessidade que pode ser socorrida pelo Divino Poder, não apenas por quem ora, assim como em favor daquele por quem se intercede, e de gratidão, transformada em júbilo pelo que se tem logrado ou ainda não conseguiu...

A oração inunda de emoções superiores o ser que se lhe entrega ao ministério. Quando é a favor do próximo, encarnado ou no plano espiritual, alcança-o como uma onda de paz, que favorece a reflexão, o despertar da consciência para a responsabilidade, o diminuir das aflições, ensejando o prosseguimento a partir desse momento com diferente disposição emocional e psíquica.

Mesmo quando o beneficiário ignora o recurso que lhe é direcionado, ainda assim é alcançado pela emissão vibratória e experimenta alteração para melhor no quadro do comportamento em que se encontra. Se conhecedor do benefício, gerando sintonia mental, mais se robustece de recursos valiosos, que se transformam em bem-estar, saúde e paz.
Enfermos terminais uns, portadores de doenças degenerativas outros, de distúrbios psicológicos ou psiquiátricos diversos, quando envolvidos pelas ondas benéficas da oração, experimentam sensações favoráveis que, se utilizadas de forma edificante, podem modificar a situação em que se encontram, reiniciando os processos de recuperação ou de diminuição dos seus sofrimentos.

Os desencarnados, por sua vez, sentindo-se recordados e queridos, ao captarem a onda mental que lhes é direcionada, têm diminuídas as angústias e perturbações, reconsiderando a situação em que se encontram e se reanimando, desse modo adquirindo forças e valor para superarem as dificuldades que os afligem, frutos amargos da insensatez a que se entregaram anteriormente.

A onda mental da oração cinde a densa camada da psicosfera deletéria onde respiram aqueles a quem é enviada a mensagem de amor, e qual um raio vigoroso deixa a claridade da sua presença e descarga de energia benéfica de que se faz portadora.

Não elimina, certamente, os débitos, nem seria justo que assim acontecesse, também não impede o insucesso, mas oferece serenidade e confiança para o enfrentamento dos efeitos perniciosos dos atos transatos, trabalhando em favor da mudança da paisagem, que se nimba de diferente conteúdo propiciador de paz e de vitória que devem ser alcançadas, a partir de então. Simultaneamente, aquele que ora se potencializa e irradia ondas de harmonia que envolvem a tudo e a todos quantos lhe estão no campo psíquico ou emocional.

Animais e plantas captam as ondas mentais que lhe são dirigidas, refletindo no comportamento os efeitos saudáveis ou danosos do tipo de vibrações de que se constituem.
No momento em que a criatura humana se conscientizar do poder da oração ou do pensamento nobre, o planeta será beneficiado pela emissão individual e coletiva de orações para recuperá-lo após todas as agressões que tem sofrido pela imprevidência e loucura dos seus habitantes, tornando-se abençoado reduto de regeneração, ao invés de oficina de dolorosas provas e expiações.

O pensamento, portanto, vinculado a Deus, ao bem, ao amor, ao desejo sincero de ajudar, eis a oração que todos podem e devem utilizar, a fim de que a felicidade se instale por definitivo nos corações. Por isso que as formas e as fórmulas utilizadas para a oração se fazem secundárias, sendo indispensável a intenção do orante, cujo propósito estimula o dínamo cerebral a liberar a onda psíquica vigorosa que lhe conduzirá a aspiração.

O hábito de orar, a constância da oração, a elevação do pensamento se transformarão em um estado especial de equilíbrio espiritual, que sustentará o ser em todas e quaisquer ocasiões da sua existência.

Isto, porque, oração é vida, e com Jesus é vida em abundância...


Espírito Manoel Philomeno de Miranda - Médium Divaldo Pereira


20 exercícios para Reforma Íntima






1. Executar alegremente as próprias obrigações.
2. Silenciar diante da ofensa.
3. Esquecer o favor prestado.
4. Exonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco.
5. Emudecer a nossa agressividade.
6. Não condenar as opiniões que divergem da nossa.
7. Abolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária.
8. Repetir informações e ensinamentos sem qualquer azedume.
9. Treinar a paciência constante.
10. Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores.
11. Buscar sem afetação o meio de ser mais útil.
12. Desculpar sem desculpar-se.
13. Não dizer mal de ninguém.
14. Buscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência.
15. Alegrar-se com a alegria dos outros.
16. Não aborrecer quem trabalha.
17. Ajudar espontaneamente.
18. Respeitar o serviço alheio.
19. Reduzir os problemas particulares.
20. Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira.



(Francisco Cândido Xavier)

Não chores















A morte não é nada.
Eu apenas passei para o outro lado:
É como se estivesse escondido no quarto ao lado.
Eu sou sempre eu, e tu és sempre tu.
O que éramos antes um para o outro ainda somos.
Liga-me com o nome que você sempre me deu, que te é familiar;
Fala-me da mesma forma carinhosa que tens usado sempre.
Não mude teu tom de voz, não assuma um ar solene ou triste.
Continua a rir daquilo que nos fazia rir,
Daquelas pequenas coisas que tanto gostávamos, quando estávamos juntos.
Reza, sorri, pensa em mim!
Que o meu nome seja sempre uma palavra familiar...
Diga-o sem o mínimo traço de sombra ou de tristeza.
A nossa vida conserva todo o significado que sempre teve:
É a mesma de antes, há uma continuidade que não se quebra.
Por que eu deveria estar fora dos teus pensamentos e da tua mente, apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, estou do outro lado, na mesma esquina.
Fica tranquila, está tudo bem.
Vou levar o meu coração,
Daí acharás a ternura purificada.
Seca as tuas lágrimas e se me amas, não chores mais,
o teu sorriso é a minha paz" 

Autor desconhecido
Dan - 12/11/2016