Amar é:

AMAR É:




Caridade em ação.
Humildade abatendo o orgulho.  
Simplificar dentro de si mesmo.
Gratidão como moldura da alma.
Pés descalços, calçado nos pés do próximo.
Orar na alegria e na tristeza.
Perdoar incondicionalmente sempre.
Descer ao entendimento dos outros.
Chorar pelo filho, mas, chorar pelo filho dos outros.
Julgar seus gestos sem citar os do vizinho.
Anestesiar o ciúme enfermiço.
Não temer a vida, nem a morte.
No luto a convicção da imortalidade.
Antivírus do ódio = amor doente.
Jesus suprimindo carências.
Fora da caridade não há salvação.

                        Dan

Allan Kardec - Os 3 beijos de Judas





Allan Kardec, em sua famosa viagem de 1862, contada em livro, diz ter recebido 3 beijos de Judas  (Revista Espírita, março de 1863) referindo-se aos maus espíritas. Os título do artigo é “Falsos irmãos e amigos ineptos”. 







O codificador identifica as vertentes dessas personalidades:


 - Não são prudentes nem moderados.

- Estimulam a divulgação de temas excêntricos.
- Aceitam e divulgam mensagens apócrifas ou mentirosas.
- Outros, adocicados e hipócritas, com olhar oblíquo e palavras melosas sopram a discórdia enquanto pregam a união.
-Usam questões irritantes ou ferinas para provocarem dissidências.

- Excitam a inveja.

Grupo Lauro - Dan




 
  

Aula Construindo o Céu e Inferno


Grupo da Fraternidade Irmão Lauro
Depto. Infantil

Abordagem: Céu e Inferno (Livro dos Espíritos)

Faixa Etária: 04 a 06 anos

Lúdico: Descobrindo o Céu e Inferno

Palitos de churrasco e cartuchos de pipocas: Cada criança recortar o inferno e o céu e colar no saquinho de pipoca o Inferno de um lado e o céu do outro. Após enchê-lo de ar e fixar com fita no palito de churrasco.

           

                                
Concluído; espetar cada céu e inferno (feito pelas crianças) numa placa ou bola de isopor e fixar o isopor  na parede. A placa ou bola de isopor representa a Terra..

                                                 
                             
                                           . 



O Céu e Inferno existem?

Se existem, onde se localizam? Pelo lado material não existem, são simples alegorias, pois por toda parte há Espíritos ditosos e infelizes. Mas pela vivência de experiências, tanto o céu como o inferno podem se tornar uma realidade em nossas existências, ambos de acordo com nossas atitudes. Em nós e conosco trazemos o céu e o inferno, ou seja, cada um tira de si mesmo o principio de sua felicidade ou de sua desgraça.


Esclarecer:
O Espiritismo elucida que não existem lugares para sofrimentos eternos destinados aos Espíritos que erraram, e ensina que também não há regiões de pura contemplação para os bons. As criaturas voltadas ao bem colaboram continuamente com a obra de Deus, desempenhando, entre outras tarefas, aquelas de soerguimento dos Espíritos comprometidos com as Leis Divinas, pois os Espíritos que se entregaram à prática do mal sofrem as suas consequências, e o seu sofrimento dura apenas até o momento em que se disponham à necessária reparação.
O Espiritismo esclarece que não existem céu e inferno localizados, como regiões fixas, onde as almas ou gozam de felicidade estática, contemplativa, ou sofrem dores e castigos eternos. Céu e inferno devem ser considerados como estados da alma, ("Céu e Inferno são estados de consciência") resultantes, na verdade, do comportamento íntimo de cada um de nós.



Após a evangelizadora explicar, numa sala vazia haverá um espelho coberto por um pano, com os dizeres: Quem criou o céu e o inferno? Levar as crianças em fila indiana e adentrando a sala uma a uma devem levantar o pano e descobrir o criador (ou seja, nós mesmos).


                         
No Mundo: Local para onde vão as boas almas: o reino dos Céus e inferno lugar onde se tem de sofrer muito.

Para o Mundo: Nós escolhemos o nosso céu e inferno, o qual está na nossa consciência.

Ênfase: Coordenação motora
              Construtivismo
              Compreensão do textualizado
              Reflexão 
              Analise
              Concluir    



Dan - 24-03-2017



O Pássaro e a Roseira


O pássaro empoleirado no galho mais alto do arvoredo deixava gotejar de seu peito gotículas de sangue e enfraquecido e debilitado, lamentava-se olhando a roseira a baixo:
- Roseira...roseira, porque me feriste de morte? Sempre te brindei com o melhor do meu melodioso canto – Alegrando-te a solidão, cantei as mais sublimes notas para você durante todos esses anos...e agora, olhe para mim...Por quê? Por quê?
A roseira elevando o botão a florir em direção a copa do arvoredo, e empalidecida em sua cor, replica:
- Meu canoro amigo, por que me acusas? Se estou plantada ao chão, prisioneira de fortes raízes, que não me permitem andar...voar... Por que me acusas? Se na tua desatenção te feriram nos meus espinhos, que foram criados para me proteger? Por que me acusas?
O pássaro ouvindo a roseira caiu do arvoredo e morreu em meio as suas pétalas.
Dizem que as rosas vermelhas foram tingidas pelo sangue do pássaro, e até hoje são vermelhas...
Nessa pequena fábula, encerramos nossa participação, deixando à guisa de meditação a seguinte pergunta:
- Na vida quando estamos feridos pelas dificuldades; será que foram elas que nos feriram?, ou nós é que inadvertidamente nos ferimos nelas?...

Espírito Oscar Wilde
Recebido por Dan

Infatigável Vigilância

Estávamos em tarefa, na recuperação de um grupo de espíritos recentemente desvinculados de poderosas forças obsessoras, que por orientação do dirigente maior de nossa colônia, deveriam captar as energias revitalizantes encontradas na natureza terrena.
O luar moldava com graciosidade em contraste às sombras do arvoredo próximo a orla marítima. Os doentes percorriam lentamente as areias, e aspiravam ao oxigênio revigorador a longos haustos. Apurando a visão percebia-se que ainda estavam com pequenos nódulos escuros na altura frontal, sinal indicativo de estarem com pequenas imantações energéticas inoportunas negativas e laivas.
Quando passavam próximo a nós  recebiam um “banho”, podemos assim dizer de fluidos recuperadores emanados e projetados de nossa colônia. Pois, a mesma estava geograficamente acima daquele ponto.
Os fluidos jorravam em profusão, diante de tal dádiva, elevamos nossos olhares ao Alto, e, em uníssimo oramos a Deus pelas benções que recebíamos, foi quando... Pesada turbulência passou a interferir na emissão dos fluidos restauradores, maculando-os de deformidades.

Aglomeramo-nos bem no epicentro de nossa colônia e, oramos buscando o auxílio de Jesus, não por nós, mas para os queridos doentes sob nossa tutela, as lágrimas já nos afloravam, quando serena e maravilhosa claridade rompeu o véu entre os dois mundos, inundando todo o local, a alegria dominou-nos, colocamos os doentes no bojo dessa claridade e foram eles levados de volta a segurança de nossa colônia.

Solicitamos então a permissão do Benfeitor Maior, para nos esclarecer     causa de tão grande desestabilização energética; sua palavra amorosa soou em nossas mentes:
- Filho vá a aprendizado, todavia não esqueçam que estais nas zonas mais densas do mundo corporal, não deveis interferir por mais dolorosa e aflitiva seja a questão, lembrai-vos que Deus é o Pai de todos e sabe que amanhã ou depois seus filhos retornarão ao regaço divino.

Ainda sob o impacto da radiação do Benfeitor, caminhamos alguns passos, e adentramos no arvoredo, algum tempo depois chegamos à pequena clareira, e lá em círculo aglutinavam-se por volta de cem espíritos, os quais se compraziam nas mais torpes vibrações, quedamo-nos em respeitoso silêncio a observar. Ao sentirem nossa presença, aquietaram-se momentaneamente, voltaram em nossa direção, seus rostos disformes e macilentos, olhares encolerizados tentavam nos localizar e não conseguiam.

Após algum tempo um deles que parecia ser o líder, levantou-se, perscrutou com toda acuidade que possuía e voltou, a um gesto seu retomaram aos gritos e a cerimonia continuou.
Atentos visualizamos no centro da cerimonia a “fotografia” da sala em que os amigos encarnados engajados na tarefa de desobsessão, os espíritos a cada um deles dirigiam palavras incompreensíveis e gestos exóticos, culminado com retumbante salva de palmas.

Preocupados com os amigos da desobsessão oramos:
Jesus,
Os irmãos da Terra são nossos colaboradores e sob nossa égide e em aprendizado se digladiam ainda com as imperfeições inerentes a cada um deles.
Jesus ouça esta alma que clama por teu amor...

Intensa luz atingiu a turba ignara, que de olhos avermelhados e dementados, fugiam espavoridos em várias direções. 
A luz pousou...Era nosso Benfeitor Maior que viera em nosso socorro e disse-nos:

- Jesus vos ouviu! Diligenciai para que os amigos engajados na tarefa de esclarecimento tenham os corações constantemente pulsando entendimento e concórdia, afim de que as trevas não projetem suas sombras nas tarefas com Cristo. Desta vez a tarefa somente sentiria pequeno abalo de desentendimento.
Saiba que esses irmãos fugitivos, ainda sob o abrigo do erro, inconformados com a perda de adeptos tentam desestabilizar os componentes da reunião, cuja ação direta de amor são de tua responsabilidade. Fortalecei-vos em Jesus. E serenamente  elevou-se ao infinito.  

Fiquei pensando o quanto a tarefa do bem exige de trabalho de desprendimento e amor, somente dessa forma estaremos abrigados na tutela de Jesus.
Caminhamos rumo a nossa tarefa para mais um encontro com companheiros da reunião, resolvido a alerta-los da necessidade constante de infatigável vigilância
Rogando a todos que não pensem ser estas palavras prosápia de um espírito e abraçamos a todos envolvidos no serviço, e aos que ainda se encontram nas sombras do desconhecimento.

Espírito Fabiano - Dan

As Doze Badaladas

A badalada do sino na sua primeira hora dilacera-me a alma,
A badalada segunda invadiu-me o sentir... pavor do desconhecido,
A badalada terceira o coração prostrado, palpitando e fremindo todo meu ser,
A badalada quarta aprisiona-me a alma, levando-me a uma torrente de lágrimas incandescente,
A balada quinta me desperta, é o torpor. Estatelado olho em derredor... o escuro é inenarrável,
A balada sexta coloca-me na exata posição... herético,
A badalada sétima fulgura-me os olhos da alma o franjar das nuvens num lusco-fusco incompreensível,
A badalada oitava deixa-me extasiado diante das majestosas pinturas...
A badalada nona me posta de joelhos, e os joelhos doem, pulmão dói, minha consciência dói, minha solidão dói...  
A badalada décima leva-me de joelhos a rezar, rezei, ah! Meu Deus, como rezei, fez a minha irreverência tornar-se à pequenez,
A badalada décima primeira permite-me ver, e sentir a presença do amor infinito de Deus,
A badalada décima segunda levanta-me o “corpo” pesado, me vi, diante de imensa luz, seria Jesus? Compreendi! Compreendi! Estava morto!
Encontrei Deus na décima segunda badalada, Meus amigos, não esperem no cárcere da vida as doze badaladas para irem ao encontro de Deus. Um abraço do amigo, que ainda não se libertou do cárcere da reminiscência.

Espírito Oscar Fingel Wilde - Dan      

Prece para afastar um perigo iminente



Jesus,
Proteja-me ante os maus
e ante os violentos,
ante os desastres e acidentes.
Amigo Divino,
ampara-me na enfermidade que me visita,
ampara-me da vingança, do ódio e da cólera.
Jesus,
ampara-me do maior perigo iminente...
proteja-me de mim mesmo!
Assim seja
             
Espírito Filomena, Dan em 12.2.98

O Colibri


O colibri esvoaçante, pairando entre a rosa, o crisântemo e a azaléia, mantinha-se em seu vai-e-vem frenético e incansável.
As outras flores, silenciosamente perguntavam-se:
- Porque não eram visitadas por esse garboso visitante?
O colibri retrucou:
- Visito as flores mais belas e perfumadas...
O tempo foi passando: a rosa murchou, o crisântemo soltou as pétalas e a azaléia secou. Obedeciam ao irresistível chamado da natureza, a floração voltaria na próxima primavera.
O chupa-mel, exaurido no vai-e-vem das últimas gotículas, pousou sem forças no galho ressequido, e ali sem forças resolveu esperar pelo sorriso da rosa, do crisântemo e da azaléia. As outras flores ainda floridas o chamavam e ele não “ouvia”. Após alguns dias caiu do galho e pereceu.
Meus amigos:
Na vida busquemos todas oportunidades, as amargas e as doces apesar das nossas predileções. A facilidade ou dificuldade é que nos propicia o alimento necessário ao fortalecimento, para suplantarmos as provas em que estamos colocados, para não perecermos pousados no galho frágil da nossa teimosia.


Espírito Oscar Wilde - Dan

O Zuir do pião

O Zuir do Pião











A morte devagarzinho,
Levou o menino de sopetão.
Ouvia-se o zuir do seu pião,
Na roda caído –Zezinho.

O anjo desceu, tocado de pena,
Levantou vôo – dormia Zezinho,
Embalado. Inocente como um passarinho.
E a viagem se fez calma e serena!

É só olhar seu pião agora,
A meninada chora.
Vendo Zezinho ao chão.

Não mais prantos e miséria,
Da vida cruel da matéria.
Na roda...Já não se ouve o zuir do pião!

José Grosso  - Dan


                                                                  

Fabiano Responde...

Transcrição original de  perguntas efetuadas em 2008, e respondidas pelo Espírito Fabiano.

Perdi meu pai há pouco tempo, com uma enfermidade, com câncer no pulmão.
Gostaria de saber como fica o estado espiritual dele.
Pergunta feita por  F. A.D.

Resposta: O espírito fora dos liames do corpo físico, mantém por algum tempo a sensação da enfermidade, porém, a enfermidade é o efeito que fragilizou o corpo. Essa sensação psico-espiritual de enfermidade permanece no espírito, agora como causa. 

Muitas  pessoas vivem nesse plano com muito sofrimento, e outras muito felizes por completo. Isso tem a ver com a conduta que elas tiveram em outras  vidas? Pergunta feita por E.C.

Resposta: Invariavelmente, o sofrimento e a felicidade relativa, vivida pelo espírito na presente jornada, está relacionado ao aprendizado evolutivo especifico e peculiar a cada criatura O aprendizado para uns é o sofrimento, e de outros a felicidade relativa. Ambas, são matérias que exigem o máximo do aluno.

Apesar dos avanços científicos promissores referentes a "células-troncos”, a pesquisa é ética ou não?
Pergunta feita por C. A.

Resposta: O progresso da ciência está estabelecido pela providencia divina. Todos avanços são conseqüências do conhecimento e do trabalho em favor da saúde e bem-estar da humanidade. As células-tronco e embrionárias estão em concordância com esse avanço.
 A preservação da vida  é o mecanismo ativo de viver. A pesquisa e utilização serão legítimas ao resguardarem a vida. A medicina e a biologia caminharão para a utilização das células tronco (auto emprego), ou seja, do próprio doador, e a embrionárias das crianças natimortas.
O homem deve progredir sem cessar...Se ele progride é que Deus assim o quer.

O indivíduo pós-moderno está condenado a viver o individualismo e a melancolia?
O sistema de previdência quebrará? Como a terceira idade futura sobreviverá a esta crise da previdência?
O Brasil ainda suprirá as necessidades de educação, saúde e transporte da população ou continuará com políticas neoliberais e terceirização de serviços básicos? Perguntas feitas por R.C.

Resposta: A modernidade e os recursos tecnológicos permitirão as máquinas fazerem o trabalho pelo homem, as mais sofisticadas pensarão pelo homem, mas nenhuma máquina ou tecnologia poderá exercer os mecanismo da criatividade humana. Essa criatividade descortinara o florir do espírito, onde a fraternidade e aspirações espirituais  estarão acima do individualismo e melancolia.

A seguridade social é o embrião da verdadeira justiça às necessidades básicas da existência material, e o esplendor  do repartir o pão.
Os avanços nos instrumentos de análise e provimentos pelas ciências atuariais manterão o equilíbrio da necessidade e demanda. Desta forma, o amparo às necessidades básicas estará sobre controle.
A liberdade plena de mercado, ainda pouca assimilada pelo Estado, o qual deveria ser o guardião de correção de rotas não estabelecidas e em desacordo com o anseio da sociedade. A sociedade caminha para o entendimento e conhecimento de novos valores, os valores espirituais, os quais trarão ao mundo uma nova política...A fraternidade Universal.
O Brasil está destinado pela sabedoria divina, com os homens ou sem os homens a se tornar o luzeiro modelar de país, seja, na saúde, alimentos, educação, e no sentimento de solidariedade.  

Por que eu vejo um bebezinho no quadro de casa?
Pergunta feita por. M.

Resposta: No quadro de nossa mente reside a imagem impregnada de nossa alma. De tal forma, que se expande para o externo.
Refletir e buscar na nossa própria consciência a imagem nela plasmada nos levará ao entendimento que atitudes desavisadas são os pincéis a colorir e retratar o reflexo da nossa “visão” espiritual de hoje e de ontem.

Por que fora da caridade não há salvação?
Pergunta feita por  A. S.

Resposta: A assertiva expressa o ‘Amai-vos uns aos Outros “, enquanto o ser humano não atingir esse ápice a humanidade viverá em provas e expiações, a magnífica assertiva é o roteiro para nossa remodelação de alma, a qual poderia também assim ser expressa: Fora do amor não há salvação”.

Como a doutrina espírita explica, ou melhor, como devemos entender, segundo a doutrina espírita o relacionamento de pessoas do mesmo sexo, visto que diante da ética social e moral as criaturas que assim se relacionam fogem aos padrões?
Pergunta feita por  F. P. S.

Resposta: Ainda os homens estão sob jugo poderoso do corpo, o qual na sua estrutura fisiológica o sexo é poderoso imã, em geral suplantando os laços espirituais. O relacionamento dos iguais sexualmente deve convergir para a afinidade de vibrações entre almas.
Todo relacionamento de sexos iguais é uma  disfunção perispiritual transitória refletida na organização do psíquico  no espirito encarnado, com o fim de sublimar-se e equilibrar-se ante as leis naturais.

Qual a razão de algumas pessoas sofrerem influências de espíritos quando na realidade esses espíritos querem afetar a outras.
Pergunta feita por C.C.

Resposta: As influências dos espíritos nos encarnados ocorrem comumente entre grupos afins. Desta forma, quando influenciam negativamente um de seus  componentes, afetam todo grupo. Sempre estamos em débitos uns com os outros. Débito quitado, credor ausente.

Por que algumas pessoas tem mais sorte que outras, pois aos nossos olhos não parecem merecedoras."
Pergunta feita por  J C.D.

Resposta: Sempre os olhos dos homens observam e avaliam de conformidade com as suas possibilidades, e o julgamento é estabelecido e consolidado pelo entendimento sob o aspecto estreito da materialidade. Todavia, a sabedoria divina situa cada criatura na lição necessária ao seu progresso.   


Grupo Lauro
Dan