Intermezzo










Senhor Jesus!

Muitas vezes olhando o céu
Perguntei: para que tantas estrelas,
enfeitando esse mundo cruel
Se ninguém nota a antela?

Foi preciso transpor uma morte renascida
Foi preciso deixar a cegueira de minha consciência,
E ver em nova vida outra estrela surgida
Entendi no espírito a essência.

Somos as estrelas que levaram ouro, mirra e incenso
Ao seu berço como humildes penitentes
Clamando seu amor imenso
Envolvidos em erros reincidentes

E tu, na divina benção: disseste em oração
vocês são as estrelas de minha luz,
olhe no firmamento de seu próprio coração
Por vocês aceitei a cruz.

Ranieri
Recebido por Dan em 25/06/2017 as 03h15min








Aos Evangelizadores de Espíritos



Eurípedes Barsanulfo
Meus caros amigos!
Que Nosso Senhor Jesus envolva-nos no seu manto de luz.
Estamos diante de uma grande oportunidade; servir Jesus por meio da sublime tarefa de evangelizar.
Evangelizar com a verdade para que o pensamento estruture dentro de uma vibração amorosa. A tarefa é sublime e contínua.
Muitos espíritos são encaminhados até vocês, para que possam receber as lições do Mestre, estimulando-os a acordar, quanto antes, para seu verdadeiro compromisso.
A tarefa que compete ao evangelizador de espíritos é extremamente gratificante.
Os espíritos compromissados com a reorganização do planeta já estão na linha de frente das lides reencarnatórias, outros tantos, já se encontram entre vós. São espíritos lúcidos que aspiram receber palavras corretas, que vão auxiliá-los a fazer a ligação do seu pensamento, com o compromisso reencarnatório Esses espíritos trazem a consciência clara para absorver os ensinamentos de Jesus com veracidade.
Está em suas mãos, a oportunidade de acordá-los lentamente, reconstruindo as células mentais para a grande tarefa que abraçaram. Essa tarefa será notada pela força da simplicidade ,que vai sustentar o desejo de trabalhar na Seara do Bem. Essas ações vão contribuir com a modificação das camadas vibratórias da memória, em função da oportunidade recebida.
Esclarecei-os para que possam compreender e vivenciar as Leis Divinas, com precisão e entusiasmo. Esses espíritos serão reconhecidos pela harmonia de seus sentimentos e pelo desejo de auxiliar o próximo. Utilizarão da reflexão que os fará perceber a força do conhecimento, motivando-os a buscar no Evangelho à razão do viver.
Evangelizar Espíritos pede objetividade, prudência e seriedade. Utilizar do mecanismo sublime da arte para contribuir com a nova modulação mental, que dará uma nova expressão ao espírito.
Não vacile, não intimide diante dos conflitos que vão surgir, traga sempre para o espírito a lição do Evangelho, para que cada um possa refletir e perceber o que é necessário fazer ,para mudar o percurso mental que sofre de forma assustadora, a influência da matéria.
Planeje com criatividade projetos que vão auxiliar, não só a criança, mas a família como um todo.
Estamos juntos dos irmãos que compreenderam seu grandioso papel. Nossa missiva é sempre de mesura e entusiasmo .
O amparo amoroso de Jesus está presente no pensamento dos que desejam servir sem restrição.
Paz
Do amigo de sempre
Espírito Eurípedes Barsanulfo 
Rede Amigo Espírita

As Trevas














Levantei os braços e contemplei as trevas.
Levantei os braços e contemplei as nuvens nebulosas que passavam sem rumo, como densas naves pelo infinito.
Levantei os braços desejando apartar dos olhos toda dor do mundo.
Mas o Anjo da Noite curvou-se e falou ao meu ouvido:
- Tens que ter coragem de olhar.
- Tens que ter vontade de penetrar as trevas que envolvem a Terra.
- As vibrações pesadas e as angustias que percorrem   os continentes do mundo.
E eu desci com Ele aos abismos mais negros ainda, para saldar minhas dividas inesgotáveis.


Espírito Charles Baudelaire
16/06/17 ás 02:05 horas - Dan

O dia que José Grosso chorou












O mundo repleto de alegria
Entre sorrisos, cores, andores...
Envolvido em redemoinhos de fantasia
Instantes sem medo e dores.

Oh!  pirita a busca incessante
Ecoa a suplica do céu, o grito,
A criança no frio inclemente
Rija provação, corpo hirto.

O mundo repleto de alegria
Riso de indiferença
Surdo coração palpita e nada sentia.
Juízes da própria sentença.

É a Terra caída;  olhos úmidos
Antes de minha despedida
Do dia mais triste de minha vida.

José Grosso

Dan - 16-06-17 ás 02:30 horas



Pecadilhos, pecados e pecadozões*

Reflexão proferida na reunião de terça-feira sobre o tema: O Maior Mandamento - Cap. 15-EV.

Mas os fariseus, quando viram que Jesus tinha feito calar a boca aos saduceus, se ajuntaram em conselho. E um deles, que era doutor da lei, tentando-o, perguntou-lhe: Mestre, qual é o maior mandamento da lei? Jesus lhes disse: Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Estes dois mandamentos contêm toda a lei e os profetas. (Mateus, XII: 34-40)
Fora da caridade não há salvação é a conseqüência do princípio de igualdade perante Deus e da liberdade de consciência. Tendo-se esta máxima por regra, todos os homens são irmãos, e seja qual for a sua maneira de adorar o Criador, eles se dão às mãos e oram uns pelos outros.

Diz o filósofo: Fácil  perdoar uma criança por medo do escuro;  maior tragédia da vida... é quando os homens têm medo da luz.

Há os  pecadilhos, que são escondidos na necesse ou mochila, e fazem parte do dia a dia: Não reconhecer suas próprias limitações, limitar os outros; na aparência, vestimentas, predileções, julgam-se melhores, e fingem o que não são, pensam que agradar a todos é uma forma de boa convivência.

Há os que cometem o pecado de aproveitarem ocasiões para distribuir, a maledicência e o ódio giratório; são os artífices dos novos sete pecados capitais: Calunia, Inveja, Sensualidade, Vaidade, Orgulho, Arrogância e Alma dolente.

Há os que são amigos íntimos dos pecadozões de se arvorarem juízes, e julgam os outros pelo seu conhecimento, e visão estrábica, inerente em si mesmo. Tentam destruir, os que já se sentem destruídos, não encontram valores e virtudes a não ser em si mesmos. Essas criaturas rotulam-se impolutas a ponto de se sentirem em “santos” e “santas”.

”Santos e “santas”, que esqueceram as mãos que lhe foram estendidas na necessidade do pão do corpo-1 e da alma-2 do dia a dia. Os pecadilhos, pecados e pecadozões estão em todos nós, façamos a diferença de não os distribuirmos aos outros, mas, se isso é ainda impossível guarde-os na sua própria necesse ou mochila.

A vida é atemporal, no entanto, de tempos em tempos age a semelhança de um hand spinner, que quando não impulsionado, para repentinamente. A vida continua se movendo e nos freara,  colocando-nos na medida exata dos nossos méritos e deméritos. Em verdade, parafraseando o grande pensador: “Não preciso de amigos que mudem quando eu mudo e concordem quando eu concordo. A minha sombra faz isso melhor”.
“Estude a si mesmo, observando que o autoconhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.”

 Dan

Bibliografia:
Jesus
Allan Kardec: Evangelho Segundo o Espiritismo
Platão
1-A empresa ou Cia , que nos emprega.
2-A denominação religiosa em que nos vinculamos
*pecadilhos e pecadozões ,minha licença gramatical.
      

A Didática Espírita

Em 18 de abril comemoraremos 155 anos da primeira publicação do Livro dos Espíritos, inaugurando o nascimento do Espiritismo. Antes disso, é importante lembrar que, no ano de 1856, o pedagogo Hippolyte Léon Denizard Rivail assume uma nova identidade e nasce Allan Kardec (pseudônimo adotado pelo codificador após um espírito ter-lhe revelado que haviam vivido juntos entre os Druidas, na Gália, e que se chamava Allan Kardec). Kardec não mais se dedicará aos textos pedagógicos e à leitura de livros devocionais, mas sim a outra obra que será o marco inicial de uma nova proposta pedagógica: a doutrina espírita. Kardec, no Livro dos Espíritos e em outros posteriormente publicados, organizará escritos cristãos trazidos pelos espíritos nas sessões mediúnicas com as meninas Caroline e Julie Boudin e, mais tarde, com a menina Japhet.
Nessa proposta pedagógica, o homem deixa de ser visto em sua miséria humana e é convidado a ser perfeito, buscando sua grandeza manifesta. O humano é o lugar do sagrado (o humano descortina o sagrado, essa nova luz que foi por muito tempo suprimida, ignorada e mesmo profanada, mas nunca foi destruída).
Nessa pedagogia que se cumprirá a profecia do Cristo: "Se vós amais, guardai meus mandamentos e eu pedirei a meu Pai, e Ele vos enviará um outro consolador, a fim de que permaneça eternamente convosco: O Espírito da verdade!”. Esse espírito da verdade simboliza o Espiritismo, o velador, que vem complementar a luz trazida pelos ensinamentos do Cristo, estabelecendo fundamentos de uma filosofia racional e humanizadora.
A pedagogia das obras básicas, sobretudo a do Livro dos Espíritos, vê o homem como uma centelha etérea, capaz de conhecer-se a si mesmo, e ensina-lhe o objetivo sublime das provas humanas, mostrando-lhe o caminho das palavras do Cristo: "Na casa de meu Pai há muitas moradas". O velador, o Espiritismo, ensina-nos a buscar o caminho para essas moradas para que, depois das provas, possamos ser recompensados nas luzes reconfortantes dos benfeitores espirituais.
 A pedagogia kardequiana, por meio das obras básicas, mostra que nenhum homem é estimulado ao bem pelo fato de conhecer a maldade, mas se esse homem souber que o  seu ser divino é essencialmente bom, terá o desejo de tornar-se bom em sua existência. Aí se revela o objetivo dessa pedagogia: tornar-se bom, contrariando a ideia anteriormente propagada que para alcançar o bem seria necessário evidenciar o mal.
Os tempos estão chegando... O homem manifestar-se-á em sua grandeza para construção de uma nova era, em que não haverá livros devocionais ou códigos de leis, pois os homens conhecerão uma pedagogia única: “amai  próximo como a si mesmo”. Nesse dia, a Terra não será mais dividida entre luz e trevas e a maldade deixará de ser veloz, pois o bem estará em toda parte, e “os instintos latentes da matéria” serão substituídos pelo amor do Cristo.
A grande pedagogia, já dizia Rivail, ou Allan Kardec, não está no conhecimento das ciências e da literatura, mas no conhecimento moral das nossas virtudes e na arte de formar caracteres para o bem.
As obras básicas, organizadas na pedagogia kardequiana, vencem a pedagogia dos livros devocionais porque não vêm representadas na figura de profetas, avatares ou magos, vem da união de várias inteligências que buscam a nossa essência espiritual.
O espiritismo, nos apropriamos das palavras do espírito José Grosso, é o grande arcano que nos aborda, como transeuntes da estrada terrena, e nos convida a conhecer a verdade das verdades: Nosso Senhor.
Busquemos, portanto, os ensinamentos trazidos no Livro dos Espíritos e nos demais livros que completam as obras básicas, de modo que possamos compreender, ainda que timidamente, que somos espíritos para vivenciarmos o bem e que estamos “condenados”  nas “cadeias” reencarnatórias à nossa transformação e, por conseguinte, à transformação da Humanidade.

Dan


Jesus continua peripatético














Quando coroinha, sempre fiquei intrigado com os dizeres: "Jesus foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica..."

Jesus ia passando por todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas e nos caminhos, pregando as boas novas do Reino e indicando o remédio de todas as enfermidades morais e doenças do corpo. Jesus pede mais discípulos, para ensinarem nos caminhos a serem percorridos. Ele disse sobre o Reino do Céu: - "Se aqueles que vos guiam vos disserem: vê, o Reino está no céu, então os pássaros vos precederão. Se vos disserem: ele está no mar, então os peixes vos precederão. Mas o reino está dentro de vós e está fora de vós. Se vos reconhecerdes, então sereis reconhecidos e sabereis que sois filhos do Pai Vivo. Mas se vos não reconhecerdes, então estareis na pobreza, sereis a pobreza".

Jesus, em vida ensinava caminhando os que o seguiam caminhando, e nesse caminho as parábolas inspiradas nas paisagens e regiões, foram sedimentadas em eternizadas lições.
É afrontar a razão imaginar, Jesus tendo ensinando caminhando, esteja até hoje, sentado confortavelmente a direita de Deus. Seria o mesmo que admitir que sua missão fosse concluída.  

Jesus continua peripatético, ensinando nas regiões espirituais e nas regiões da Terra, e em sua evangelização incansável, continua ensinando aos homens onde está o reino do céu:- "O reino do céu está dentro de vós e está fora no amor próximo".
Será que nós estamos aprendendo?

Dan


Rosas...

















Dizem:- as rosas não falam.
Dizem:- as rosas possuem espinhos.
Digo:- As rosas não se calam,
Digo:- Seu perfume são sussurros de carinhos.

Dizem:- as rosas foram matizadas;
Dizem:- por luzes abençoadas.
Digo:- Sua beleza trás coisas do amor,
Digo:- Seus espinhos não causam dor.
 
O sonhador diz:- foram proclamadas!
O impio, a chama de flor,
O enamorado, a chama de delicadeza do criador.

Dan
 
 nota: impio é sem acento... 


Interessante: No inicio, Pablo Picasso era apelidado do pintor rosa....


Rosa, do  pintor Rosa







Médiuns Interesseiros...

O médium, que consagra todo o seu tempo ao público, no interesse da causa, não o pode fazer de graça, porque tem que viver. Mas, é no interesse da causa, ou no seu próprio, que ele o emprega? Não esqueçamos que os Espíritos são as almas dos mortos e que, quando a moral e a religião prescrevem como um dever que se lhes respeitem os restos mortais, maior é ainda a obrigação, para todos, de lhes respeitarem o Espírito. Que diria daquele que, para ganhar dinheiro, tirasse um corpo do túmulo e o exibisse por ser esse corpo de natureza a provocar a curiosidade? Será menos desrespeitoso, do que exibir o corpo, exibir o Espírito, sob pretexto de que é curioso ver-se como age um Espírito? E note-se que o preço dos lugares será na razão direta do que ele faça e do atrativo do espetáculo. Certamente, embora houvesse sido um comediante em vida, ele não suspeitaria que, depois de morto, encontraria um empresário que, em seu proveito exclusivo, o fizesse representar de graça.
Kardec reconhece que a severidade para com os médiuns interesseiros revoltam todos os que exploram. Mas devemos nos consolar ao lembrarmos os vendilhões expulsos do templo por que Jesus não os via com bons olhos. Temos igualmente contra nós os que não consideram a coisa com a mesma gravidade.
Os médiuns gananciosos, com caráter duvidoso, personalistas, vaidosos, anímicos no excesso, são trapaceiros, e são estigmatizados. Observemos seguinte carta que Kardec publicou R.E. do mês de agosto de 1861:
“Paris, 21 de julho de 1861.
“Senhor.
“Pode-se estar em desacordo sobre certos pontos e de perfeito acordo sobre outros”. Acabo de ler, à página 213 do último número do vosso jornal, algumas reflexões acerca da fraude em matéria de experiências espiritualistas (ou espíritas), reflexões a que tenho a satisfação de me associar com todas as minhas forças. Aí, quaisquer dissidências, a propósito de teorias e doutrinas, desaparecem como por encanto.
“Não sou talvez tão severo quanto o sois, com relação aos médiuns que, sob forma digna e decente, aceitam uma paga, como indenização do tempo que consagram a experiências muitas vezes longas e fatigantes. Sou, porém, tanto quanto o sois — e ninguém o seria demais — com relação aos que, em tal caso, suprem, quando se lhes oferece ocasião, pelo embuste e pela fraude, a falta ou a insuficiência dos resultados prometidos e esperados.
“Misturar o falso com o verdadeiro, quando se trata de fenômenos obtidos pela intervenção dos Espíritos, é simplesmente uma infâmia e haveria obliteração do senso moral no médium que julgasse poder fazê-lo sem escrúpulo”.
Conforme o observastes com perfeita exatidão — é lançar a coisa em descrédito no espírito dos indecisos, desde que a fraude seja reconhecida. Acrescentarei que é comprometer do modo mais deplorável os homens honrados, que prestam aos médiuns o apoio desinteressado de seus conhecimentos e de suas luzes, que se constituem fiadores da boa-fé que neles deve existir e os patrocinam de alguma forma. É cometer para com eles uma verdadeira prevaricação.
Todo médium que fosse apanhado em manejos fraudulentos; que fosse apanhado, para me servir de uma expressão um tanto trivial, com a boca na botija, mereceria ser proscrito por todos os espiritualistas ou espíritas do mundo, para os quais constituiria rigoroso dever desmascará-los ou infamá-los.
Se vos convier, Senhor, inserir estas breves linhas no vosso jornal, ficam elas à vossa disposição.

Jorge Hessen

"Acrescento eu, há "médiuns" interesseiros em dinheiro, os que se interessam pela vaidade, orgulho, notoriedade e os que liberam seus traumas, complexos e carências; e no fundo ou no raso, são necessitados da verdadeira  presença dos Espíritos Desencarnados... Esses médiuns vivem em uma espécie de ilusão de ótica da psique."

Dan,


Dia 12 - A onda do amor da alma

Gustav Klimt

Dia 12 de junho é dia dos namorados. Dia onde o amor se propaga com muita facilidade.
Seria tão bom se todos os dias o amor se tornasse parte maior em nossas palavras, atitudes e pensamentos.
Não é bom amar e ser amado?
Sentir o carinho, o olhar delicado, o cuidado fraterno, caminhar de mãos dadas…
A vivência com o próximo sempre fortalece a troca; e como acreditamos que o bem e o amor sempre prevalecem, seria bom pensarmos que…

Se a aflição fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais fé.
Se a guerra fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais paz.
Se o ódio fosse namorado do amor, ele aprenderia a ter mais compaixão.
Se a inveja fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais generosidade.
Se as doenças e aflições fossem namoradas do amor, elas aprenderiam a ter mais caridade.
O mundo precisa de amor, e só! Pois ele transforma.
Experimente! Distribua seu amor através de um olhar, um sorriso, um abraço, uma palavra carinhosa ou até mesmo um pensamento para quem não tem tanto afeto.
Que façamos deste dia, momentos de divisão de amor. E que tal fazer com que este dia se perpetue durante toda semana, o mês, o ano e porque não, pra vida toda?
O que vale a pena é o amor, o carinho, a amizade,  a união. o perfume da alma
Tudo depende de cada um de nós, aos poucos, contribuiremos com o nosso melhor para o mundo.
Feliz dia dos namorados. Feliz dia do amor maior!

Dan - 2017