Avatar do câncer


“Médicos recriam, em animais, os tumores dos pacientes. O modelo é usado para testar remédios mais eficazes para cada caso.
Uma experiência pioneira no Brasil sendo conduzida no Hospital A.C. Camargo Câncer Center, em São Paulo. Lá, pacientes começam a ter adicionado ao tratamento um recurso que vem sendo chamado de “avatar do câncer”. Uma amostra do tumor de cada um é reproduzida e cresce implantada em um camundongo, sob a pele ou no órgão correspondente do animal, funcionando como um espelho da doença. Em casos difíceis, a estratégia é valiosa. Por meio dela, os médicos podem experimentar contra aquele tumor especifico remédios que podem ser mais eficazes e observar o comportamento, inclusive agressividade, mas de forma que o corpo do paciente fique preservado de eventuais prejuízos que as tentativas possam trazer.” (Revista IstoÉ – 25/04/2018).

O câncer é uma doença que nasce do comportamento da alma. Ele faz parte dos processos de expurgos que o espírito testemunha antes alcançar patamares mais evoluídos, como o do estágio da Regeneração, por exemplo. A esse respeito o nobre espírito Orion, em sua preleção, relatada no livro Transição Planetária, capítulo 3, diz: “Antes, porém, de chegar esse momento (de transição), a violência, sensualidade, a abjeção, os escândalos, a corrupção atingirão dantes jamais pensados, alcançando o mais profundo abismo, enquanto as enfermidades degenerativas, os transtornos bipolares de conduta, as cardiopatias, os cânceres, os vícios e os desvarios sexuais clamarão por paz, pelo retorno a ética, à moral, ao equilíbrio...”
Como a misericórdia do Senhor é infinita e atua incessantemente em nosso favor, associada aos esforços humanos, sempre sopra uma brisa suavizando dores.
A cura verdadeira vem da renovação íntima pelo Evangelho de Jesus, fonte segura para eliminar da face do nosso Planeta os processos purgatórios, como o câncer e muitas outras doenças em que a medicina ainda não alcançou todo o ciclo de cura.
Agradeçamos a Deus, pelos médicos, pelos camundongos...       

Grupo Lauro          
         

Marias Imaculadas



13 de maio rende homenagem à mulher-mãe. O imaginário de liberdade feminista nos protestos, tais como  retirar o porta-seios, a marcha abortiva,   aliado ao empoderamento politico, e a excentricidade humana se distanciam do verdadeiro sentido e sentimento sublime, que reveste e vive indelével o espírito das Marias Imaculadas. 



Vida, morte, morte, vida, inevitável ousadia DIVINA; na minha infância e no adolescer o irremissível não Te concedia.
O zoom no tempo, do berço gênese ao  zoom 72, lente embaçada, limpa, no meu terceiro olho que vê, o Teu relativo poder, epifania em retalhos.
As Marias imaculadas não seguem Tua ousadia Divina, seguem a própria divindade de amar. E numa afronta ao Amigo Invisível, não morrem, simplesmente ocultam-se envoltas em cetim purpura de amor. Para que os deu seu ventre apreendam as duras lições da vida e da morte.
Elas não morrem, escapam à vista, para que os seus frutos conheçam florestas escuras, assustadoras, sobrevivendo aos perigos do mundo hostil. E no alto, o Altíssimo nas estrelas, circundado por buracos negros, serenamente no deleite da sonoridade da valsa das flores, placidamente observa... 
Marias...Maria amor deixa a vida, para que o incapaz seja capaz de enfrentar o medo, a solidão, a orfandade, maldade, caminhos certos ou tortos é o aprendizado sem professor.
Sobrevive o incapaz nessa floresta vida, escura, úmida... Encontra o caminho com pés macerados, coração marcado e a alma bruxuleante, cabeça erguida como o cavaleiro andante em busca da justiça e amor.
Marias...Maria fonte que sacia minha sede, por mais que tente, jamais compreenderei teu amar. Neste zoom 72 em teu amor, embora alguns nunca entendam chego a lacrimejar. És essência do céu que deixa-se morrer por sua prole. 
A areia da ampulheta de minha vida escorre lentamente, até o dia que unidos possa dizer-te, Marias; Maria, que saudade: amo-te!
Ave Cristo!

Autor Dan 







Coração de Mãe





"Lugares onde se pode rir são muitos: as festas, os bares, os jantares, a Disneyworld, com amigos e desconhecidos. 
Os risos não necessitam justificativas.
Mas são poucos os lugares onde se pode chorar, sem sentir vergonha, e sem ter de suportar a tolice dos insensíveis que desejam transformar o choro em riso: eles não entendem.
Mãe é o lugar onde se pode chorar sem sentir vergonha.”


Rubem Braga

Ciranda, Cirandinha

Ciranda, Cirandinha..















Ciranda, Cirandinha
No recreio da vida, a infância com jaça.
Algazarra geral,, as crianças dançavam,
Singelas,, graciosas;, corpo balanga dentro e fora,
Brincando em reboliço se empurravam,
Ciranda, Cirandinha...
Ralhando umas com as outras, contorcia-se a roda.
Os cachos ao vento escondiam o rosto de graça
     Da menina ébano,
     Ciranda, Cirandinha...
     O vento cessante, a sufocava.
     Os cachos remexidos
     O rosto perdido,
     O corpinho desfalecido.
     A dança parou,
     A algazarra chorou.
     A menina ébano,
     Caída ao chão,
     Viu-se no céu... Balão;
     Via desalento na roda.
     Mas respirava seu coração
     Ciranda, Cirandinha...
     E junto aos anjos, grande roda,
     Sorrindo outra vez,
     Balanga dentro e fora,
     Ciranda, Cirandinha...
     Ciranda, Cirandinha
     Ciranda, Cirandinha...

        José Grosso - Dan
 


                                                                                   

Jesus e a marcha da deformidade espírita


É comum localizamos em nossas hostes doutrinárias alguns confrades agindo semelhantes aos “crentes evangélicos” (da ala neopentecostal), talvez por “olho gordo”, exaltando inflamados o “nome” Jesus, a “imagem” do Crucificado, a “personalidade” do Messias, quase sempre sob argumentos desprovidos de coerência, comprovando desconhecimento dos códigos morais do Evangelho racionalmente explicados por Allan Kardec e os espíritos superiores.
Por causa do “cristianismo” arcaico, a figura de Jesus se caracteriza por debilitada representação simbólica e, como sabemos, todo símbolo que passa do tempo fica enferrujado, desgastado e perde a sua essência e sentido. É óbvio que reverenciamos o excelso valor de Jesus e O defendemos enquanto Verdade Maior, porém, sem afastar um milímetro da lógica kardequiana.
Encontramos no M.E.B. (movimento espírita brasileiro) muitos “espíritas” de sacristia, como dizia Arnaldo Rocha, ou seja, espíritas “rezadores” (artificiais e dissimulados), que muito reza (tagarelando) e não se cuida da própria honra.
Conhecemos embustes de oradores que falam apaixonadamente sobre Jesus (chegam a chorar de emoção), que discursam sobre o valor da monogamia, na união familiar, todavia fazem andar a “fila” das esposas. Há ilustres palestrantes “espíritas” que insistem nos temas repetitivos, sempre sob a lideranças dos agenciadores de seminários improdutivos. Nessa inadvertência seguem algumas federativas (mal dirigidas) que insistentemente promovem congressos inócuos, pobres de conteúdos e onerosíssimos (não gratuitos) sempre destinados aos espíritas endinheirados.
Em tais eventos (congressos soberbos e inóxios) expõe-se temas evangélicos recorrentes, desgastados, abarrotados de trivialidades e lugares comuns, defendidos com afetação e tradicionalíssimas vozes veludíneas banhada de camuflada emoção veiculadas por intocáveis palestrantes sacralizados, santificados e “insubstituíveis” ante os apelos idolátricos da frenética e delirante caravana de “espiritólicos”.
Aliás, não obstante “carismáticos”, há oradores endeusados que fazem das palestras proferidas e a fama obtida nos escombros reivindicatórios da extravagante multidão de “espiritólicos”, uma execranda máquina de fazer dinheiro. Sim! São os confrades vendilhões do Espiritismo.
Neste cenário ainda há espaço para identificarmos “espíritas oba-oba”, espalhafatosos, recheados de fraternidade de boteco, sorrisos maquinais, comportamentos que contrastam com a simplicidade cristã. Isso tudo sem aprofundarmos nas práticas de diretores de órgãos oficiais (federativas) que se esgrimam (mentalmente) pela caça do poder de direção do M.E.B., totalmente distantes do exemplo edificante da humildade. Tais líderes intransigentes traem a si, aos amigos, ao M.E.B. e ao Espiritismo.
Certificamos que o caminho do M.E.B. tem sido de duas vias: uma é ocupada pela chamada liderança oficial, dos espíritas autócratas, cheios de “não me toques”, repletos de salamaleques; a outra via é ocupada pelos espíritas “combativos” do bem, fieis a Kardec, lealdade essa que nada tem a ver com extremismo ou intolerância, mas compromisso com a verdade.
Os “combativos” fazem o trabalho de azorragar a “oficialidade”, de fustigar os eternos “donos” do M.E.B. para não os deixar comodamente em “berço esplêndido” sob os narcóticos da ilusão. Os “combativos” de Kardec são, por isso, mal vistos e execrados permanentemente, tidos como desagregadores , mas são eles que agem com a coragem e virilidade necessária para evitar a perda total de uma doutrina tão cara à humanidade.
Quando se trata da moral, Jesus é o grande exemplo. Quando se trata de conhecimento espírita, Kardec é a verdade. Não pode haver mais espaço para o estereótipo de um Jesus decrépito, idolatrado, da tradição arcaica, pois o Espiritismo fez avançar no conhecimento de modo que sem o Espiritismo Jesus permanece no estado da incompreensão e da superficialidade do simbolismo sectário.
Portanto, jamais pode haver espaço para um Espiritismo segundo o Evangelho, pois o evangelho não pode explicar o Espiritismo ; ao contrário, apenas o Espiritismo pode explicar o evangelho. Como me ensinou um atilado espírita de vanguarda.
O futuro do Espiritismo está fixado nesse quadro contemporâneo, das lutas entre os que defendem os princípios kardequianos e os fracos, que mais se importam com os aplausos da plateia, com os resultados que agradam à audiência e os transformam famosos. A luz intensa da verdade os incomoda, daí a preocupação em defenderem-se para não perder o comando. Desfiguram o Espiritismo para se manterem na posse do “movimento espírita oficial”.
Cabe aos impávidos “combativos” do bem se contraporem a isso, mesmo sabendo que a luta é inglória sob o aspecto da capacidade de deter a marcha do embuste doutrinário. Mas como Jesus foi desfigurado e ainda se mantém deformado enquanto amor sem igual, o Espiritismo prosseguirá em sua desfiguração contínua, mas ao mesmo tempo se manterá firme e forte enquanto conhecimento fundamental para o despertamento da consciência humana.
Jorge Hessen

PS

Celebrando o Natal



Quando estiveres celebrando o natalício do Messias recorda que Ele deixou-se imolar para que todos tenham vida, e a tenham em abundância.
O banquete proteico fortalece o corpo sólido, o licor estupefaciente satura a sensibilidade pensante em projeções desconexas de euforia ou de melancolia.
O corpo é uma benção a ser reverenciado a todo respirar. Cuida-o - cuidando do corpo cuidarás da conexão com tua própria alma. A alma é a inquilina na transitória morada corpo.
Celebrando o natalício do Messias lembre-se que Ele deixou o corpo no madeiro afrontoso, dediquemos a Ele os sentimentos de alma para alma:
No amor incondicional,
No acolhimento indistintamente,
No lenitivo aos prantos anônimos,
No brilhar do sorriso na sombra da tristeza,
No clamor em prece no chão da marquise,
No cobertor aos que tem o relento como cobertura,
No leito de agonia e dor, o lenitivo de um pensamento,
No coração transfigurado, subjugue a si mesmo,
Repleto do amor do aniversariante a nossa sintonia estará Nele e Ele estará em nós.

Espírito Fabiano
19/12/2017 – 02h30min – Dan

PS

O Passe

Todo o encanto dos ensinos espíritas, oriundo da fé racional considerando o potencial do magnetismo pelo passe, desaparece ante as ginásticas pedantes e caricatas de tratamentos “espirituais” ultimamente praticados em algumas instituições espíritas mal administradas.

Dos muitos disparates que já ouvi nas hostes espíritas de Brasília, um deles é que a aplicação do passe quando “concentrado” (concentrado???….!!!) e muito demorado pode causar “congestionamento fluídico” (congestionamento fluídico???…!!!) e com isso o assistido pode se sentir mal (sentir mal???…!!!) Acredite se puder!
Ora, na aplicação do passe oferecido numa casa espírita bem dirigida, os Benfeitores manipulam e espargem os fluidos exatamente na quantidade necessária para cada assistido, nem mais, nem menos. Nunca em excesso.
O passe não poderá, em tempo algum, ser aplicado com movimentos bruscos, com malabarismos manuais, estalos de dedos, cânticos estranhos e, muito menos ainda, com passistas incorporados com “aconselhamentos” para o assistido.
Por conseguinte, na aplicação do passe não se fazem necessários a gesticulação violenta, a respiração ofegante ou o bocejo contínuo, e que também não há necessidade de tocar o assistido. A transmissão do passe dispensa qualquer recurso espetacular.
São ridículas as encenações preparatórias com as mãos erguidas ao alto e abertas, para suposta captação de fluidos pelo passista, mãos abertas sobre os joelhos, pelo paciente, para “melhor assimilação” fluídica, braços e pernas descruzados para não impedir a livre passagem dos fluidos, e assim por diante – só servem para achincalhar o passe, o passista e o paciente.
A transfusão sanguínea promove a renovação das forças biológicas. O passe é transfusão de energia psíquica e magnética. A diferença é que os recursos sanguíneos são extraídos de um reservatório limitado, mas os elementos psíquicos são retirados do reservatório interminável das forças espirituais.
A transfusão ocorre através do períspirito, órgão sensitivo do Espírito, que interage de forma profunda com o corpo biológico, razão pela qual as energias psíquicas, transmitidas pelo passe e recebidas inicialmente pelos “centros de força”, alcançam o corpo físico através dos “plexos”, proporcionando a renovação das células enfermiças. As energias psíquicas poderão ser espirituais, considerando o magnetismo advindo dos desencarnados que participam dos processos, e fluidos humanos, através do magnetismo animal pertencente aos passistas encarnados.
O passe é prece, concentração e doação. A oração é prodigioso banho de forças, tal a vigorosa corrente mental que atrai. Por ela, consegue o passista duas coisas importantes: primeiro, expulsar da mente os sombrios pensamentos remanescentes da atividade comum das lutas materiais diárias; segundo, sorver do plano espiritual as substâncias renovadoras a fim de conseguir operar com eficiência em favor do próximo.
Por questão de bom senso, o passe deverá sempre ser ministrado de modo silencioso, com simplicidade e naturalidade. Todo o potencial e toda a eficácia do passe genuinamente espírita dependem do espírito e da assistência espiritual do passista e não apenas do passista. Jesus utilizou o passe “impondo as mãos” sobre os enfermos, a fim de beneficiá-los. E ensinou essa prática aos seus discípulos e apóstolos, que também a empregaram largamente nos tempos apostólicos.
Vale relembrar aqui que apesar dos estranhos passistas que criam confusões ao aplicarem o passe, reconhecemos que muitos encarnados e desencarnados são beneficiados pela transfusão dos fluidos psíquicos, pois sabemos que é manifestação do amor de Deus, esse sentimento sublime que abarca a todos e os alivia.
Importa-nos lembrar, porém, um pensamento de Chico Xavier: o passe, tal como terapia, não modifica necessariamente as coisas, para nós, mas pode modificar-nos a nós em relação às coisas.



Jorge Hessen

PS

O Presente do Lauro


Entrega dos presentes de Natal, emoldurado pela alegria das crianças. 



Fotos





PS

Reclamações e Vitimismo











Por Marco Milani *
           
Reclamar é uma atitude humana. Alguns reclamam mais, outros menos. Alguns com razão aos olhos do próximo, outros com razão somente aos próprios olhos.
Ao nos manifestarmos sobre o que acreditamos ser necessário e correto, exercemos o livre-arbítrio e buscamos o aprimoramento de determinado contexto, entretanto, nem sempre o que reivindicamos guarda relação com a justiça e com a verdade. Em nosso acanhado nível evolutivo, não é raro observarmos o orgulho e o egoísmo motivarem essas manifestações.
Uma forma orgulhosa e imatura de posicionamento é culpar terceiros pela situação em que o reclamante se encontra. Os outros seriam os responsáveis diretos pelas infelicidades e desconfortos percebidos. Se não fossem aquelas pessoas, tudo seria diferente...
O centro espírita não está imune desses comportamentos, pois não é o rótulo que determina o comportamento dos frequentadores.
Podemos encontrar queixosos recorrentes que alegam ser vítimas de dirigentes, por não terem suas ideias e propostas revolucionárias acatadas na casa espírita. Algumas queixas podem ser justas e outras não.
Muitos reclamantes se consideram perseguidos e vítimas das circunstâncias por não terem todos os seus desejos satisfeitos.
Alguns potencializam suas queixas nas redes sociais, tentando cooptar simpatizantes em causa própria. Acusam dirigentes de entidades espíritas de impedirem o desenvolvimento do espiritismo no Brasil e no mundo, por não lhes oferecer a tribuna para se apresentarem ou por não obterem espaços privilegiados em eventos para venderem os seus livros.
Mas críticas a dirigentes existem desde os primórdios do espiritismo, pois Kardec mesmo foi chamado de centralizador e acusado por adeptos místicos de impedir que 'novos ensinamentos', obtidos sem qualquer critério metodológico sério fossem inseridos no corpo doutrinário. Um desses queixosos foi o advogado Jean-Baptiste Roustaing, que afirmava ter recebido 'novas revelações', mas como se mostravam bem distante do bom senso e da coerência doutrinária foram justificadamente rejeitadas por Kardec.
Nos dias de hoje, basta um clique para se fazer circular eletronicamente textos elaborados com as mais variadas intenções, sendo cômodo para algumas pessoas simplesmente se afirmarem vítimas injustiçadas de malvados dirigentes de centros espíritas, que tolhem suas maravilhosas iniciativas. Servindo-se do discurso acusatório atual, Roustaing chamaria Kardec de conservador, retrógrado, reacionário e outros adjetivos da moda.
Certamente, todos erram e podem melhorar. Portanto, o diálogo respeitoso e racional sempre será o melhor caminho para os esclarecimentos necessários às partes envolvidas em divergências de ideias. As conquistas morais, entretanto, não são obtidas por reclamações ou vitimismo, mas por trabalho e mérito.

*Economista e professor da Unicamp. Diretor do Departamento do Livro da USE Regional SP.

Publicado no Jornal Correio Fraterno – Edição 477 setembro/outubro 2017.


PS

Crianças do Irmão Lauro na Sitiolândia



Passeio das crianças na Sitiolândia – 02/12/2017








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