Feliz Natal Lauro - Evangelização

 

             


Idealizado, composto e postado por Dan


O Sinal do Cristo




O sinal do Cristo sempre foi o principio do bem e do amor.

Despertando o mundo para a aproximação com Deus.

- Perdoava os detratores.

- Amava os caídos.

- Compreendia os brutalizados.

- Orava pelos violentos.

- Seus olhos viam sempre o coração.

- Curava enfermos.

- Abraçava os pedintes.

- Saciava os sedentos de saber.

- Apiedava-se de seus perseguidores.

- Com as sandálias empoeiradas, caminhava na fé de um mundo melhor.

- Aos seus amigos ofertava o mesmo amor, que ofertava aos seus inimigos.

- E por amor deixou-se imolar na cruz.

- Na cruz elevando o olhar ao alto, rogou Pai, piedade, eles não sabem o que fazem.

Por esses sinais elevou-se aos céus, na glória da vitória do bem e do amor. E no regaço Pai, sorriu.  Na esperança que seu sinal continue sendo repetido.


Em nome do pai dos céus

 

De seus filhos                         Dos Espíritos Bons

 

Assim seja


Nazareno

 

(recebido na quarta-feira dia 25/11/2020 ás 21h05min por ocasião da reunião do Evangelho-irradiação súplica ao mundo. Neste momento muitos irmãos do Grupo Lauro estavam reunidos em seus lares no mesmo objetivo). 


PS




          


“Anos de Amor”

  



“Anos de Amor”

É novembro! Mês em que a Casa do nosso Lauro, comemora mais um ano de existência.

Tem sido assim por 57 anos, registrados neste 2020.

Ano atípico!

Diferente dos demais anos que marcaram a nossa existência nesta trajetória. 

Quanta tristeza!

Um ano de chamamento, de reflexões, assustador para muitos, triste e incompreensível para outros....

Não queremos entrar em pormenores com referência à pandemia e ao que ela gerou na economia e na vida das criaturas.

É certo que sentimos profundamente as mudanças e estamos apenas começando a entender que este desastre global veio para nos tornar seres melhores. Assim imaginamos!?

A máscara, desmascarou muita gente!

O isolamento nos fez perceber quão importante é a presença, o estar junto; a falta do abraço tocou fundo nossas almas para envolvermos, mesmo que em pensamento, nossos entes queridos, amigos e familiares.

Percebemos que não somos os únicos com problemas, necessidades, angústias e solidão. Gestos de solidariedade foram despertados em muitos e, atitudes de auxílio ao próximo foram retratadas nas mais diversas classes sociais. E isso sim, é importante!

Como é importante sabermos o quanto somos amparamos por incansáveis amigos, invisíveis aos nossos olhos. Espíritos abnegados e constantes em nossas vidas, que nos confortam em silêncio, reparando as nossas fragilidades, como quem une pequenos cacos de cristais partidos, com sutileza e carinho.

Assim é a plêiade de Espíritos da Casa Lauro. Incansáveis, compreensíveis, amorosos e sempre dispostos a nos entender e confortar.

Embora estejamos, no momento, afastados presencialmente da Nossa Casa, tenhamos a certeza de que estamos sempre unidos, com a presença amiga dos nossos mentores espirituais em nossos lares.

E ao comemorarmos mais um ano de existência desta maravilhosa Casa, afirmamos que é mais um Ano de Amor. Amor incansável desses Espíritos por nós.

Obrigada Casa Lauro por existir e ser o porto seguro para cada um dos seus filhos.

Parabéns por 57 Anos de Amor!          

 

  Amalia Maria da Silva Batista - Presidente

 

 

 

 

 

 

 


Bem-Vindo, João Calisto


 


Bem-Vindo a Pátria Espiritual;

Partiu hoje dia 19/11/2020  para a pátria espiritual o amigo Joao Calisto.

Rogamos a Jesus e aos Benfeitores Espirituais vinculados ao Irmão Lauro, que recebam o nosso amigo e frequentador JOÃO CALISTO. Que ele seja recebido na certeza de ter cumprido sua trajetória terrena.

Joãozinho, agasalhe-se na serenidade da luz do Espírito  Fritz que o recebe fraternalmente. 

Até Breve!



Linha da Vida



A vida não é uma linha reta de juventude e alegria. A linha da vida em sua trajetória é o resultado do pretérito e do hoje. Na trajetória do pretérito há irregularidades e ondulações que ainda não entendes. 

No hoje te defrontas com aclives, declives e curvas, as quais estas inadvertidamente realizando, e continuam e se tornam linhas sem saída.

A idealização da linha da vida não é uma idealização de Deus, mas, é idealizada por você mesma.

Foste solicitado por Deus a percorrê-la. E ao percorrê-la entre lágrimas e blasfêmias, clamas onde estará Deus!

Serena o pensamento e verás que na linha da vida não haverá linha sem saída. É só continuar resoluto passo a passo e perceberás que a vida é uma linha que continua mesmo após a morte.

Os obstáculos que percorreste são experiências a sublimar o rancor em amor, aromatizando teus passos na compreensão do amor: Amor da paciência, o amor aprendizado, o amor da tua aceitação em si mesma, o amor de descobrir que podes fazer mais na linha da vida. Aprende! Para novamente transitares na linha reta de uma nova vida.

Deus te conduz á linha da vida, porém não esquece que os passos são seus.

 

Irmã Rosália

 

(recebido na quarta-feira dia 28/10/2020 ás 21h20min por ocasião da reunião do Evangelho-irradiação súplica ao mundo. Neste momento muitos irmãos do Grupo Lauro estavam reunidos em seus lares no mesmo objetivo).

 

PS


Sr. Júlio Cazzamatta, "Morrer" é voltar para casa

Nenhum sofrimento, na Terra, será talvez comparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração regelado e querido que o ataúde transporta para o grande silêncio.
Ver a névoa da morte estampar-se, inexorável, na fisionomia dos que mais amamos, e cerrar-lhes os olhos no adeus indescritível, é como despedaçar a própria alma e prosseguir vivendo.
Digam aqueles que já estreitaram de encontro ao peito um filhinho transfigurado em anjo da agonia; um esposo que se despede, procurando debalde mover os lábios mudos; uma companheira  cujas mãos consagradas à ternura pendem extintas; um amigo que tomba desfalecente para não mais se erguer, ou um semblante materno acostumado a abençoar, e que nada mais consegue exprimir senão a dor da extrema separação, através da última lágrima.
Falem aqueles que, um dia, se inclinaram, esmagados de solidão, à frente de um túmulo; os que se rojaram em prece nas cinzas que recobrem a derradeira recordação dos entes inesquecíveis; os que caíram, varados de saudade, carregando no seio o esquife dos próprios sonhos; os que tatearam, gemendo, a lousa imóvel, e os que soluçaram de angústia, no ádito dos próprios pensamentos, perguntando, em vão, pela presença dos que partiram.
Todavia, quando semelhante provação te bata à porta, reprime o desespero e dilui a corrente da mágoa na fonte viva da oração, porque os chamados mortos são apenas ausentes,  morrer é voltar para casa,  e as gotas de teu pranto lhes fustigam a alma como chuva de fel.
Também eles pensam e lutam, sentem a choram.
Atravessam a faixa do sepulcro como quem se desvencilha da noite, mas, na madrugada do novo dia, inquietam-se pelos que ficaram... Ouvem-lhes os gritos e as súplicas, na onda mental que rompe a barreira da grande sombra e tremem cada vez que os laços afetivos da retaguarda se rendem à inconformação ou se voltam para o suicídio.
Lamentam-se quanto aos erros praticados e trabalham, com afinco, na regeneração que lhes diz respeito.
Estimulam-te à prática do bem, partilhando-te as dores e as alegrias.
Rejubilam-se com as tuas vitórias no mundo interior e consolam-te nas horas amargas para que te não percas no frio do desencanto.
Tranquiliza, desse modo, os companheiros que voltaram para casa e que demandam o Além, suportando corajosamente a despedida temporária, e honra-lhes a memória, abraçando com nobreza os deveres que te legaram.
Recorda que, em futuro mais próximo que imaginas, respirarás entre eles, comungando-lhes as necessidades e os problemas, porquanto terminarás também a própria viagem no mar das provas redentoras.
E, vencendo para sempre o terror da morte, não nos será lícito esquecer que Jesus, o nosso Divino Mestre e Herói do Túmulo Vazio, nasceu em noite escura, viveu entre os infortúnios da Terra e expirou na cruz, em tarde pardacenta, sobre o monte empedrado, mas ressuscitou aos cânticos da manhã, no fulgor de um jardim.

Emmanuel-Chico Xavier

  
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Hoje dia 24/10/2020 às 19:10, partiu para a Pátria Espiritual o Amigo Sr. Júlio Cazzamatta, Pai da nossa  querida irmã  Tânia Cazzamatta, o Irmão Lauro eleva a Deus a nossa prece pelo seu feliz regresso. 

Dan

O Casulo

 


O instrutor espiritual iria pronunciar-se diante de numerosa plateia, da qual eu fazia parte, e com voz pausada comentou:

A mariposa no calor e abrigo de seu casulo, vivia feliz. Era seu mundo.

Em dado momento a natureza fez o casulo se  romper e seu abrigo, não mais a protegia. Amedrontada abriu suas asas e olhando a vastidão do mundo receosa dos perigos inerentes a sua vida.

Movimentou suas asas e perplexa e indecisa voo sobre as flores da campina. Feliz lamentava o tempo no casulo.

Beijava todas as flores e livre deixava-se levar ao sabor da brisa. Alegre voou até juntar-se a outras mariposas.

O instrutor fez pequena pausa e prosseguiu: - Inebriada pelo momento, repentinamente caiu ao solo e o pássaro atento fez dela seu alimento.

- Meus amados amigos, quando teu espírito  eclodir no casulo  mundo, ascende o voo da coragem e enfrente as dificuldades do mundo, vibre com a Vida, a vida em sua natureza é lição de superação.

Rompa o casulo do exclusivismo, e segue feliz, não tropece  na vaidade e na presunção, não se torne manjar desses pássaros que sobrevoam a alma.

Seja feliz como és,  com o que tens e busca ser feliz neste mundo, para o ser no mundo espiritual. O casulo é temporal a Vida é imortal. Você não é uma mariposa, você é o filho dileto de Deus!

O querido instrutor encerrou seu pronunciamento elevando a Jesus enternecida prece.

Lentamente deixei a assembleia rogando a Jesus a oportunidade de reparar meu pretérito.

 José Grosso

 (recebido por Dan na quarta-feira dia 21/10/2020 ás 21h05min por ocasião da reunião do Evangelho-irradiação súplica ao mundo. Neste momento muitos irmãos do Grupo Lauro estavam reunidos em seus lares no mesmo objetivo). 

 

PS

           


Talvez

 


Talvez estejas revoltado diante de incômoda situação.

Talvez estejas no profundo poço do desespero.

Talvez estejas sob as vergastas da incompreensão.

Talvez estejas na aridez  ao sol escaldante da indiferença.

Talvez estejas preso ao jugo da descrença em tudo.

Talvez estejas açoitado pelos ventos das lamentações.

Talvez estejas nos grilhões da insegurança.

Talvez estejas gotejando nas aguas turvas que inundaram teu coração.

Talvez estejas encurralado na cerca de farpas dos invejosos.

Talvez te sintas desamparado e esquecido por Deus.

Talvez, teu repouso esteja na suave mão de Deus, a entrelaçar-te em tuas mãos.

Não importa o talvez, importa a tua reação diante do talvez. A mão de Deus é o balsamo de amor. Eleve tuas mãos ao encontro das mãos Dele.  

E Ele te alçará e te conduzirá ao castelo da fé. E com a fé vencerás!

 

Casti

 

(recebido na quarta-feira dia 14/10/2020 ás 21h15min por ocasião da reunião do Evangelho-irradiação súplica ao mundo. Neste momento muitos irmãos do Grupo Lauro estavam reunidos em seus lares no mesmo objetivo).  

 

PS


A história de Dráusio

Conta-se no mundo Espiritual, e está registrada em seus anais, a passagem do nosso irmão Dráusio.
Dráusio, após a partida de Jesus para os portais da imensidade caminhava certa feita pelo deserto que o levaria para Arafém. Arafém era uma pequena aldeia onde iria negociar as mercadorias, com as quais ganhava seu sustento.
E vagando pelo deserto perdera-se da trilha, extenuado Dráusio, que havia ouvido e visto o Divino Rabi, em prece contrita roga a Jesus o amparo, pois já seus lábios racharam devido à sequidão do deserto, e eis que em lágrimas clama a Jesus: Sê por mim; Então ouve a voz doce e inconfundível:
- Dráusio... Dráusio que queres tu de mim?
- Senhor, sacia-me a sede!
-Dráusio segue por vinte pés e logo na base da duna, revolve a areia e descobrirás preciosa fonte de água pura e fresca.
Dráusio saiu apressado e assim fez, ao chegar à duna sacia a sede e umedece todo o corpo, o que lhe proporcionou novas forças.
Saciado olhou o sol, que já se punha no zênite, e não mais tinha o senso de direção, e eis que novamente apela ao Divino Rabi:- Jesus: Sê por mim!
Novamente apela a voz doce se faz ouvir:
-Dráusio... Dráusio, que queres tu de mim?
-Senhor não se se vou para o norte ou para o sul, auxilia-me, norteie-me a direção a seguir eu vos imploro.
-Dráusio... Dráusio, levanta-te e deixe o por do sol a sua esquerda e caminhe, chegarás a Arafém em uma hora.
De fato, em uma hora Dráusio adentrava aos arredores de Arafém, e no largo Saul ao amanhecer expunha suas mercadorias; tecidos das mais variadas cores e origens, apetrechos de utilidades e logo pequena multidão acercou-se do mercador, e ali vendeu quase todo estoque.
Prepare-se para recolher-se, pois o sol já estava alto anunciando a hora do almoço, quando um andarilho se aproxima e olhando admirado as mercadorias, ajoelha-se e em tom de súplica lhe diz:
- Senhor, sei que os tecidos te custaram algumas dracmas, e eu não tenho moeda para pagar-lhe. Rogo-lhe em nome do Nazareno um corte de tecido para levar à minha filha, pois suas roupas estão em andrajos, e um dia... quem sabe lhe pagarei.
Dráusio olhou-o com desdém e energia e lhe disse:
- Meu amigo, caminhei por vários dias pelo deserto, passei sede, calor e me perdi: meus pés ainda se encontram doloridos, portanto nada posso fazer – vai-te daqui!
E o andarilho retirou-se em lágrimas de tristeza!
Dráusio acabara de colocar os fardos no dromedário para seguir viagem e eis que ouve a voz do Rei dos Reis:
- Dráusio... Dráusio por que não destes o tecido que te pedi?
De joelhos, Dráusio temeroso responde:
- Senhor, se soubesse que eras Tu, eu lhe teria dado.
- Dráusio... Dráusio estive contigo tantas vezes, saciei-te a sede, orientei-te na direção a seguir, dei a vida por ti, e não me reconheceste? Não te recordas? Quem vestir a quem estiver sem roupa, a mim estará vestindo.
Dráusio em prantos balbucia:
- Senhor... Senhor.
Mas já não ouvia mais a voz do Divino Nazareno, Dráusio vagou por longo tempo, a voz da sua própria consciência a solicitar-lhe:
Sê Bom
Sê Caridoso
Sê Amável
Pois somente assim, ouvirás novamente a voz de Jesus, a dizer-te:
- Dráusio... Dráusio meu amado filho.
Diante da preciosa lição, deixo a minha indagação:
- Quantas vezes já nos assemelhamos a Dráusio?


Espírito José Grosso
recebido na reunião pública no Grupo Lauro por Dan
(Mensagem Inserida no Livro Diálogos de Luz, publicado em homenagem aos 42 anos do Grupo da Fraternidade Irmão Lauro)  

Feliz dia das Crianças



18. Disse o Cristo: “Deixai que venham a mim as criancinhas.” Profundas em sua simplicidade, essas palavras não continham um simples chamamento dirigido às crianças, mas, também, o das almas que gravitam nas regiões inferiores, onde o infortúnio desconhece a esperança. Jesus chamava a si a infância intelectual da criatura formada: os fracos, os escravizados e os viciosos. Ele nada podia ensinar à infância física, presa à matéria, submetida ao jugo do instinto, ainda não incluída na categoria superior da razão e da vontade que se exercem em torno dela e por ela.


Queria que os homens a ele fossem com a confiança daqueles entezinhos de passos vacilantes, cujo chamamento conquistava, para o seu, o coração das mulheres, que são todas mães. Submetia assim as almas à sua terna e misteriosa autoridade. Ele foi o facho que ilumina as trevas, a claridade matinal que toca a despertar; foi o iniciador do Espiritismo, que a seu turno atrairá para ele, não as criancinhas, mas os homens de boa vontade. Está empenhada a ação viril; já não se trata de crer instintivamente, nem de obedecer maquinalmente; é preciso que o homem siga a lei inteligente que se lhe revela na sua universalidade.


Meus bem-amados são chegados os tempos em que, explicados, os erros se tornarão verdades. Ensinar-vos-emos o sentido exato das parábolas e vos mostraremos a forte correlação que existe entre o que foi e o que é. Digo-vos, em verdade: a manifestação espírita avulta no horizonte, e aqui está o seu enviado, que vai resplandecer como o Sol no cume dos montes. – João Evangelista. (Paris, 1863.)


19. Deixai venham a mim as criancinhas, pois tenho o leite que fortalece os fracos. Deixai venham a mim todos os que, tímidos e débeis, necessitam de amparo e consolação. Deixai venham a mim os ignorantes, para que eu os esclareça. Deixai venham a mim todos os que sofrem, a multidão dos aflitos e dos infortunados: eu lhes ensinarei o grande remédio que suaviza os males da vida e lhes revelarei o segredo da cura de suas feridas! Qual é, meus amigos, esse bálsamo soberano, que possui tão grande virtude, que se aplica a todas as chagas do coração e as cicatriza? É o amor, é a caridade! Se possuís esse fogo divino, que é o que podereis temer? Direis a todos os instantes de vossa vida: “Meu Pai, que a tua vontade se faça e não a minha; se te apraz experimentar-me pela dor e pelas tribulações, bendito sejas, porquanto é para meu bem, eu o sei, que a tua mão sobre mim se abate. Se é do teu agrado, Senhor, ter piedade da tua criatura fraca, dar-lhe ao coração as alegrias sãs, bendito sejas ainda. Mas, faze que o amor divino não lhe fique amodorrado na alma, que incessantemente faça subir aos teus pés o testemunho do seu reconhecimento!”


Se tendes amor, possuís tudo o que há de desejável na Terra, possuís preciosíssima pérola, que nem os acontecimentos, nem as maldades dos que vos odeiem e persigam poderão arrebatar. Se tendes amor, tereis colocado o vosso tesouro lá onde os vermes e a ferrugem não o podem atacar e vereis apagar-se da vossa alma tudo o que seja capaz de lhe conspurcar a pureza; sentireis diminuir dia a dia o peso da matéria e, qual pássaro que adeja nos ares e já não se lembra da Terra, subireis continuamente, subireis sempre, até que vossa alma, inebriada, se farte do seu elemento de vida no seio do Senhor. – Um Espírito protetor. (Bordéus, 1861.)


O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. VIII - Bem-aventurados os que têm coração puro. Instruções dos Espíritos. Deixai que venham a mim as criancinhas. Allan Kardec


PS