Sejamos vigilantes e prudentes como o Senhor nos ensina



O camponês e a cobra é uma lição para que as pessoas  muito bondosas, as quais usam sempre de compaixão, aprendam um pouco da prudência, e no momento certo, saibam dizer não! no entanto, se esquecem de também utilizar a sabedoria! Precisamos entender que usar de prudência não é ser maldoso, trata-se de ser cauteloso!

Um homem muito simples e bondoso, trabalhador do campo, caminhava pela suas terras em fria manhã de inverno. Tranquilo e sereno, contudo, escondia-se do frio, enquanto seguia seu caminho.


Embora o clima estivesse gelado, no entanto, ele desejava  observar, como estava sua plantação, quando olhando, sobre o chão repleto de neve, viu uma Cobra que no chão, completamente  congelada, pelo imenso frio que fazia, parecia ainda estar viva.


Mesmo sabendo que aquela Cobra era do tipo venenoso, contudo, mesmo assim, penalizado pela situação da bichana,  pegou-a com cuidado, e com a intenção de aquecê-la e salvar sua vida, colocou-a no bolso do seu casaco.

Não demorou muito, para que a Cobra, aquecida naquele confortável ambiente que a protegia do frio, fosse se recuperando.


Ao sentir-se viva outra vez, colocou a cabeça para fora do bolso  daquele homem que lhe salvara a vida, mordeu seu braço. Ao sentir a inesperada picada, o lavrador logo se deu conta da gravidade daquele ferimento. E caindo desfalecido pelo efeito do veneno, acabou morrendo.


E em seu último suspiro, ergueu com dificuldade a cabeça, e disse: “Aprendi com o meu trágico destino, que nunca deveria confiar e apiedar-me de alguém que por natureza já nasceu mau… e a perversidade faz parte de sua natureza.


Moral da história:

“Um pouco de prudência poderá te livrar do maldoso!” Nunca  “confie plenamente em quem tem um histórico de deslealdade”

Fábula de Esopo 

Adaptado por Dan

Alma Gêmea




Alma Gêmea 















Psicografia Chico Xavier – Emmanuel (Livro Há 2000 anos)


Alma gêmea de minha alma
Flor de luz de minha vida
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão.
Quando eu errava no mundo
Triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração.

Vinhas na benção das flores
Da divina claridade,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor!
És meu tesouro infinito.
Juro-te eterna aliança
Porque sou tua esperança,

Como és todo meu amor!
Alma gêmea de minha alma
Se eu te perder algum dia...
Serei tua escura agonia,
Da saudade nos seus véus...
Se um dia me abandonares
Luz terna dos meus amores,
Hei de esperar-te , entre as flores
Da claridade dos céus.

* Lívia respondeu: Canção de Lívia psicografia de R.A. Ranieri e musicada por João Cabete

 Eu te espero nesta vida
Através da eternidade,
Cheia de felicidade,
De alegria , de esplendor.
Quando um dia retornares
Das sombras negras da terra,
Além dos mantos da guerra...
Das noites, que não têm fim...

 Encontrarás na minh’alma
Toda paz e toda calma,
A mais sublime ternura
De quem te amou tanto assim.
Vem, suave companheiro
Das eternas caminhadas,
Das manhãs, das alvoradas,
Dos sonhos do meu amor.

Vence a treva, vence a morte,
Pois eu sou a tua sorte
E o teu anjo protetor.
Vem, te espero nesta vida,
És a estrela ressurgida
Através de toda a dor.
És no entanto a luz que brilha
No centro da densa treva

E a tua luta se eleva
Até as portas do céu.
Espero em ti a grandeza
E a mais sublime beleza
Dos anjos, que voltarão.
Encontrarás nesta vida
A minh’alma agradecida
E o meu pobre coração.

* Original  Acervo - Dan

Cidade Espiritual

“De que vale o passarinho
Que tem asas e não voou
Que tem árvores e não tem ninho
Que tem voz e não cantou.

De que vale ser criança
Ter brinquedo e não brincar
Ter dinheiro e sem carinho
Ter palácio e não ter lar.

De que vale o fruto maduro
Que entre as folhas se escondeu
Atirou-se ao solo duro
E na terra apodreceu.

De que vale ser cristão
Pela letra aprendida
Não ter Deus no coração
Nem bons exemplos na vida.

Fraternista eu vos pergunto
De que vale essa união
Tantos braços fortes juntos
Sem a enxada na mão.

O trabalho é nossa guerra
O amor nosso ideal
Vamos construir na Terra
Uma cidade espiritual”

Espírito José Grosso




A vida é feita de amor



Beijei a boca soturna da noite,
E a noite me respondeu: O mundo é feito de amor,
O nosso amor sibilino não morreu!  

Beijei a boca da flor,
E a flor me disse: sorria, a vida é feita de amor,
E nada existe mais lindo!

Falei com todas as coisas,
Que pelo caminho encontrava;
A pedra me respondia: Que sendo pedra ela me amava!

Busquei nas águas mais claras
Nas profundezas da Terra,
E as aves vieram dizer, no seu canto, som e graal,
Que o amor que trazem no peito,
É sublime e universal!

Busquei ainda as águas mais claras,
Das profundezas da Terra,
E vi o amor que espalhavam
Quando desciam pelas serras...

Eu vi também a beleza,
De amar e ser amado, como se o mundo fosse
Um paraíso encantado!

As estrelas que brilhavam,
No firmamento que eu fito
Eram sorrisos de Deus,
No seu amor infinito!

Espírito Deraldo Neville - Dan

PS


Eu sou Espírita!...






De repente, um dos médiuns da reunião de desobsessão começou a pedir socorro, exclamando:
- Eu sou espírita! Bezerra de Menezes venha me salvar! Eu sou espírita! Tirem-me daqui!

Acerquei-me dela e falei:

- Já escutamos seus apelos e vamos tirá-la daí.

Ela (pois que era uma mulher) estava presa no cemitério e não conseguia sair de lá.

Vamos sair por cima; voando – Disse-lhe. E suspendi um pouco a cabeça da médium, inclinando-a para trás, dando a impressão à comunicante que ela havia sido retirada do local onde estava por uma força que a sugava para cima.

- Saímos! Ponha os pés no chão para verificar que estamos seguros em terra!

A mulher fez como eu dissera e exclamou, aliviada:

- Até que enfim alguém ouviu os meus apelos.

- Como aconteceu isso? – Indaguei.

- Não sei! Eu pensei que por ser espírita teria direito a algo mais que as outras pessoas. Mas isso não aconteceu. O que André Luiz escreveu que a gente vai para uma colônia onde tem escolas, parques, avenidas, tudo fantasia... – Respondeu.

- Mas André Luiz também escreveu que existem regiões de purgação, e que nem todos podem ser agraciados com a cidadania de “Nosso Lar” ou com a companhia imediata dos amigos e familiares. Tudo depende do merecimento de cada um.

- Ora, mas eu fui espírita! Assisti a inúmeras palestras, escutei muitas explanações evangélicas...

- Mas você as colocou em prática? Minha irmã, entrar no Espiritismo é fácil. Difícil é o Espiritismo entrar nas pessoas. Deus não está muito interessado em rótulos doutrinários, mas naquilo de bom que as pessoas fazem. Tomar conhecimento de alguns ensinamentos espíritas só aumenta a nossa responsabilidade frente à vida. Leu a obra de Kardec?

- Sim.

- Não consta em seus escritos que o espírita deve caracterizar-se pelo esforço que faz para renovar-se a cada dia?

- Lembro bem disso. Estou envergonhada. Na verdade nunca fui às visitas feitas pelo centro, aos hansenianos. Nunca dei um único passe; pelo contrário, o recebia semanalmente, mesmo sem necessidade. Estudei pouco e reconheço que me acomodei frente às obrigações de cada dia. Quando despertei naquele cemitério, não tive forças para organizar o pensamento e orar. Apenas caí no desespero e gritei como uma criança assustada. Esqueci principalmente de um dos lemas do Espiritismo; o básico: “Fora da caridade não há salvação”.

- Mas agora você tem os frutos de uma lição prática; creio que não a esquecerá.

- É verdade. Agradeço aos bons espíritos que me auxiliaram e espero poder recomeçar meus estudos espíritas, desta vez com seriedade.
-Desejo-lhe bom ânimo.

- Obrigada. Até um dia.

O diálogo foi uma lição para todo o grupo. Ficou bastante claro que não basta o rótulo, o cargo, a posse...
Deus espalha o bem a cada dia. Muito natural, portanto, que espere de seus filhos algo semelhante.
... É! Não fazer o bem já é um mal, comentou um dos médiuns, preocupado com o que ouvira...

Luiz, lucidez total! abraço Dic


(Do Livro “Histórias Deste e do Outro Mundo” – Luiz Gonzaga Pinheiro)





Espírito Amigo R. A. Ranieri

R.A.Ranieri
Até 1948, Ranieri residiu em Belo Horizonte, onde se deu de fato sua iniciação espírita. Privou longo convívio com Francisco Cândido Xavier e naturalmente amealhou com este, farto material como subsídio de sua futura jornada mediúnica (...). Chico transmitiu-lhe segurança e, com isso, ao par com Jair Soares, exultou-se diante das crescentes responsabilidades que os Espíritos Mentores lhe reservavam. Como o “Movimento” nascente estava revestido de maior abrangência, o comando do próprio destino escapou-lhe às mãos: ainda em 1948, na aurora prenunciadora das materializações luminosas e outro fenômenos ectoplásmicos que encantaram o Brasil, ei-lo transferindo moradia para a cidade do Rio de Janeiro. Lá conviveu com Francisco Peixoto Lins ou Peixotinho, talvez o maior médium de efeitos físicos que o Brasil conheceu Peixotinho, tão rapidamente integrou-se às atividades do Centro Espírita André Luiz, que neste mesmo ano foi investido no cargo de presidente da Instituição. A partir de 1949, em estado de êxtase e certamente sob influência da Espiritualidade Superior, multiplicava-se para atender com a presença, em variados agrupamentos entusiasmados com o ideal de Scheilla: o surgimento de movimento propugnando a união voluntária de criaturas para, sob a égide de Jesus e à luz da Doutrina Espírita, reviver o Cristianismo Primitivo.
Em 1956, quando operava como delegado de polícia em São João da Boa Vista, juntamente com o saudoso Welson Barbosa e outros, fundou o Grupo da fraternidade Joseph Gleber e, em Águas da Prata, o Grupo da Fraternidade José Grosso, aliás, em datas quase coincidentes.
Não teve como se furtar ao assédio da política e acabou prefeito de Guaratinguetá e sua presença ficou marcada por um paradigma: o social como meta política!(...).
Destacam em sua bibliografia obras como: Forças Libertadoras, Materializações Luminosas, Recordações de Chico Xavier, O Abismo, O Sexo Além da Morte, Jerusalém Libertada, Aglon e os Espíritos do Mar, João vermelho no Mundo dos Espíritos, O Palácio Encantado da Mediunidade e o Castelo do Ego.
Ave Cristo!
Era profunda a sua amizade com Francisco Cândido Xavier e o espírito Altino. (...). Uma característica marcante de Ranieri era a sua facilidade de fazer amigos, talvez pela sua postura cativante, palavra fácil, culta e ao mesmo tempo revestida de simplicidade. Ranieri desencarnou em 28 de Maio de 1989, vitimado de derrame cerebral aos 69 anos.

Espírito Amigo Jayme Paganini



Jayme Paganini
(1928-2014)
Jayme Benedetti Paganini um dos últimos dos Quinhentos da Galiléia que ainda se encontra entre nós, certamente sob influência da Espiritualidade Superior foi um dos responsáveis pelo Movimento da Fraternidade, um dos idealizadores da Recifra, contribuiu com brilhantismo no ideal de fundar Grupos de Fraternidade, participou dos Grupos da Fraternidade João Ramalho, Grupo da Fraternidade Irmão de Sagres, Grupo da Fraternidade Irmão Lauro, em São Paulo.
Quando Conselheiro da OSCAL-Organização Social  Cristã André Luiz criou o DEPOSCAL (Departamento de Projetos da OSCAL). Seu idealismo alcançou Brasília na manutenção da ARTECIFRA e junto com R. A. Ranieri e outros companheiros fundou a Edifrater -  Editora da Fraternidade. Movido pela sua dedicação e amor às crianças e a  CIDADE DA FRATERNIDADE  no mais puro idealismo cristão. Companheiro de grande afeto cristão, seu coração bondoso e fraterno o torna merecedor de nossa imorredoura gratidão.
Nasceu na cidade de Itu, no Estado de São Paulo, em  02/06/1928, sendo seus  pais José Paganini e Mariana Benedetti Paganini, vindo de uma família de oito irmãos.
Casado com Dolores Negro Paganini, pai de dois filhos: Silvia Izabel Paganini e José Cristóvão Paganini.
Em São Paulo  radicou-se definitivamente, exercendo suas atividades profissionais na Cia Antárctica Paulista, no Consulado da Dinamarca e na Indelpa – Indústria Elétrica Paulista.  Bom administrador é atualmente sócio da empresa Roatagraf  Industria Gráfica Ltda.
Foi Diretor-Superintendente da Distrital Santo Amaro da ACSP, coordenador da Distrital Sul e membro do conselho Consultivo desta instituição.

Ave Cristo!
Jayme Paganini aos 83 anos olha o seu passado e, sabiamente resume a história de suas conquistas em três palavras: trabalho, trabalho e trabalho e nós acrescentaríamos amor, amor e mais amor.

Regressou à Pátria Espiritual dia 28/02/2014
Grupo Lauro

Espírito Amigo Joseph Gleber


Naquela memorável noite, nos idos de 1949, os participantes foram presenteados com a grata surpresa de conhecer o lado oculto da vida do valoroso alemão Joseph Gleber.
Segundo Scheilla, este foi o comandante ideal; conciso nas palavras, objetivo, seguro e muito respeitado por outros espíritos que lhe dedicavam grande admiração.
Os discos se acham dispostos ao lado da "vitrola" e, intuitivamente, naquela reunião, são encabeçados pela terceira Sinfonia de Beethoven.
Os primeiros acordes da "Eroica" envolvem e transportam os assistentes para a alta esfera, onde imperam os sentimentos elevados.
Joseph se apresenta materializado, trazendo em sua mão uma espécie de "lanterna", a espargir luz, de suave azul, iluminando todo o recinto.
Passa a falar de sua sintonia com a melodia, que ficou indelevelmente ligada ao seu psiquismo...
De acordo com a crítica musical da época, Beethoven pretende batizar a Sinfonia de "Bonaparte". Napoleão, para muitas figuras da época, entre elas Goethe e Hegel, seria a encarnação da grande personalidade que é chamada a mudar o curso da história mundial, para fazer triunfar os ideais da Revolução Francesa.
Mas quando chega à Viena, a notícia de que Napoleão fizera-se proclamar imperador, Beethoven, fortemente indignado, corta o nome dele do título da sinfonia. O missionário da liberdade se transforma em um reles aventureiro, a envergar o manto das vaidades terrenas. Nas palavras de Beethoven, Napoleão teria "golpeado todos os direitos humanos e ter-se-ia tornado um tirano". É nessa altura da melodia que o compositor muda o curso da Sinfonia ao ver o ídolo caído e, com a Marcha Fúnebre, enterra o sonho desfeito...
Prosseguindo em suas dolorosas lembranças, Joseph Gleber recorda que chefiava o grupo que elaborava os estudos para o projeto da fabricação da bomba atômica alemã.
Marca-se a data solene para a entrega oficial dos planos.
Através do sono físico, em desprendimento, vê-se na presença de entidades espirituais, velhos e queridos protetores que acorrem solícitos em seu socorro, lembrando-lhe dos compromissos assumidos com o "Mais Alto", os quais seriam fracassados com a entrega programada, colocando à disposição do poder, da melancolia e do ódio destruidor arma tão mortífera!
Ao despertar, em pleno uso de seu livre arbítrio, decide incinerar o trabalho que lhe roubou horas de sono e descanso, num trabalho de infindáveis e fatigantes meses.
Rememora os momentos de grande ansiedade vividos no salão festivo, quando os olhares das personalidades presentes se voltam, em enorme expectativa, para a sua tão aguardada exposição. Qual o choque dos comandados por Hitler quando, desapontando a todos, anuncia que tomara a decisão de destruir o cobiçado trabalho! Muitos dos presentes tomam sua afirmativa como insana e inoportuna brincadeira, esboçando esgares de risos nervosos. Quando se certificam de sua inabalável decisão e seriedade, apelam para o seu bom senso e responsabilidade, oferecendo-lhe vantagens materiais.
Tudo debalde! Chega a vez das ameaças de morte por traição, acompanhadas de martírios sofridos pelas torturas com instrumentos medievais.
É ao som da terceira Sinfonia de Beethoven que seu corpo, cansado, sucumbe e o luminar espírito se desprende, ao som da Marcha Fúnebre...
Durante as duas horas do comovente relato, copiosas lágrimas embaciaram os olhos dos presentes, envoltos pela emoção.
O azul acariciante de sua "lanterna" se fez aumentar, como se quisesse agradecer a solidariedade dos ouvintes ao coração sofrido do mártir, liberto para Jesus.
Foi assim que Jair e demais companheiros, envolvidos pela emoção, conheceram o Joseph ternura, criatura sensível, abnegada que, podendo hoje, pelo seu merecimento, desfrutar dos Mundos Superiores, continua conosco, a orientar e espargir suas balsâmicas vibrações a todos nós, seres necessitados.

Grupo Lauro

Espírito Amigo Francis Coué

Francis Coué - retrato falado
Nosso primeiro contato com esse bondoso amigo espiritual. ocorreu por volta de do ano de 1.976, numa ocasião em que estávamos as voltas com grave enfermidade. E por isso, estivemos internados no Hospital Mararazzo. Nos cinco primeiros dias de internação os médicos não conseguiam diagnosticar a enfermidade.

Uma noite aproximadamente às 2 horas da manhã, acordamos para a inalação, que o enfermeiro vinha ministrar, como não era o enfermeiro habitual, perguntei-lhe a guisa de ser agradável se estava substituindo algum plantão, ao que me respondeu: – Não, Estou aqui a pedido do amigo Fabiano, o qual solicitou meu auxílio no teu restabelecimento e favorecer o quadro clinico afim de que os médicos iniciem o tratamento medicamentoso.
- Bem, se você não é o enfermeiro de plantão... Então quem é você? Perguntei! – Sou Francis Coué...

E com um sorriso angelical e olhar penetrante, “atravessou" a parede do quarto e desapareceu, por algum tempo permaneceu ainda uma luz indecifrável no aposento. Fiquei olhando, até que desaparecesse por completo.

No dia seguinte os médicos descobriram a causa da enfermidade, eu, estava sendo vitima do bacilo Koch. De fato no dia seguinte devidamente medicado, recebi alta do hospital, continuando a medicação em casa, e retomei as atividades mediúnicas.

Esse bondoso amigo apresentou-se várias, dizendo-nos entre outras tantas coisas, que desencarnou em 1.926, que se dedicou a aplicar seus conhecimentos ao tratamento de enfermos com anomalias nos nervos e fazia atendimentos gratuitos aos enfermos que o procuravam.  Que agora utilizava o pseudônimo de Francis por amor à França, e que participava algum tempo no plano espiritual de um grupo de Espíritos que estavam determinados a auxiliar os doentes, tanto desencarnados e encarnados, solicitava a minha aquiescência para sua atuação por intermédio de minhas possibilidades mediúnicas.

Desde então tem sido um amigo grandioso, que não me julgo merecedor. O Dr. Francis tem auxiliado a muitos irmãos e foram muitos os beneficiados pela sua dedicação e amor ao próximo.
Atua na equipe espiritual composta por vários amigos espirituais, entre outros se encontram: Victor Hugo, Dr. Diógenes Pacheco, Aprendiz, José Grosso...

Nota: se a memória não me falha, há cinco ou seis anos, despediu-se, nos informando que iria reencarnar.

Ave Cristo - Dan - 2017