Sugestão de aula para Evangelização: Quem se elevar será rebaixado

Lúdico: Os reis e os servos


Montagem do lúdico: Para realizar a aula é necessário recortar bonequinhos de papel e bonequinhos de plástico.
Depois os evangelizadores darão estes bonequinhos para a sala, obviamente quase todos irão querer o bonequinho REI de papel, mas não irá ter para todos, então alguns irão ficar com o bonequinho SERVO de plástico. Após isso, deixar as crianças colorirem os bonequinhos por aproximadamente 10 á 15 minutos.
Por último, os evangelizadores irão pegar todos os bonecos e afundá-los em uma vasilha d’agua, e então o que acontecerá com os bonequinhos de plástico (servos) ? E o que acontecerá com os bonequinhos de papel (reis) ?



Explicação: Logo, os bonequinhos de papel irão afundar, mas os de plástico não. Com isso, concluímos que aqueles que quiserem se elevar com a arrogância serão rebaixados e aqueles que mantiverem uma postura humilde serão naturalmente elevados, mas nunca perderão sua humildade.




GB

Mais









Coesão de pensamentos:
Mais perdão
Mais aprendizado
Mais simplicidade
Mais autocrítica
Mais bondade
Mais tolerância
Mais paciência
Mais fé
Mais caridade
Mais atitudes
Mais silencio
Mais trabalho desinteressado ao semelhante
Mais alegria
Mais compreensão
Mais esperança
Mais responsabilidade
Mais desvelo com a obrigação
Mais zelo com o problema dos outros
Mais afeto na conversa
Mais generosidade sem afetação
Para que a criatura seja fraternista, à frente dos Benfeitores da Fraternidade, é preciso apresentar mais, na própria renovação interior.  

Espírito Menescal

Almoço Beneficente

Venha participar do nosso almoço beneficente e aproveite para conhecer a casa Irmão Lauro !
Além das refeições e sobremesas, serão realizadas as tradicionais rifas e leilões.
Toda a renda arrecada é usada para a manutenção do grupo.


Preço: R$ 25,00 (refrigerante não está incluso)
Local: Salão principal
Data: 20/07/2014 (domingo)
Horário: á partir de 12h30





Mais informações: irmaolauro@bol.com.br

GB

A responsabilidade de dirigir uma instituição espírita

Xerxes Luna – Revista Reformador – 21/06/2014

Considerações iniciais
Constantemente temos recebido mensagens do plano espiritual superior informando-nos sobre a gravidade dos tempos atuais e sua influência na transformação a que está sendo submetida a humanidade, em seu natural estágio evolutivo, objetivando transformar-se numa sociedade característica de um mundo de regeneração, ou seja, numa sociedade onde a prática do bem ocorre em maior proporção que a do mal. Chamam-nos também a atenção sobre o papel do Espiritismo neste momento de tamanha relevância para o destino do planeta e a responsabilidade das casas espíritas em sua feição de células propagadoras dos ensinamentos, orientações e vivência trazidas pela Terceira Revelação, transmitida a Allan Kardec pelos Espíritos superiores.
Assim, diante desse contexto, se faz imperativo que cada dirigente, cada trabalhador ou colaborador de uma Instituição espírita atente para a gravidade de sua tarefa e para o compromisso inadiável de exemplificar os ensinamentos espíritas em todo o decorrer do exercício de sua função, principalmente nas suas relações interpessoais e nas realizações doutrinárias sob sua condução. Ter acesso aos ensinamentos espíritas, estudá-los e divulgá-los, sem que façamos esforço para praticá-los, resulta em erro grave de que um dia teremos que prestar contas.
A responsabilidade com as diretrizes doutrinárias espíritas
Diante da complexidade do mundo atual, da moderna leitura da realidade, das constantes renovações de ideias, das alterações dos padrões sociais e das significativas modificações dos costumes que atingem a sociedade contemporânea, urge que os dirigentes das instituições espíritas estejam atentos e vigilantes para que a base doutrinária, em que se assenta o Espiritismo, não venha a ser abalada ou mesmo desnaturada, a pretexto de modernidade ou sintonia com outras linhas de pensamentos estranhas aos princípios espíritas. O fazer espírita deve ser realizado com simplicidade, sem complexidade, ou inovações que afrontem o bom senso, os fundamentos doutrinários e, acima de tudo, o propósito de esclarecer, educar e irmanar as criaturas, sob pena de a Instituição perder seu rumo, seu propósito de iluminar almas, e seus dirigentes falharem na tarefa de difundir o Espiritismo tal qual nos foi entregue pelo plano espiritual superior. É natural que a Casa Espírita receba trabalhadores, os mais diversificados possíveis, nos mais diferentes estágios de conhecimento doutrinário e que nela também ocorra a natural rotatividade de voluntários, entretanto, todos, sem exceção, devem estar comprometidos com as bases doutrinárias e suas ações e realizações devem nelas estar assentadas plenamente. Para isso, os dirigentes das casas espíritas devem acompanhar, mais intimamente, todo o fazer doutrinário realizado em sua Instituição.
A responsabilidade em liderar os trabalhadores da Instituição
“O verdadeiro líder não tem necessidade de comandar, contenta-se em apontar o caminho.” (Henry Miller).
Liderar, portanto, é fazer desabrochar o potencial dos liderados na direção correta, no rumo certo, com vista à concretização de objetivos comuns. O verdadeiro líder, principalmente quando na direção de uma Instituição Espírita, motiva seus companheiros a trabalharem com liberdade, com responsabilidade, com respeito aos ensinamentos doutrinários, com eficiência (fazer a coisa corretamente) e com eficácia (fazer a coisa certa).
Prima pelo diálogo, pela coerência entre o falar e o agir, doutrinariamente falando, e por ouvir, sempre que possível, o grupo, pois sabe que pouco se erra quando se pensa conjuntamente numa mesma direção.
Nas suas relações interpessoais prioriza a boa educação, a cordialidade, a ética, a concórdia e a coerência moral crista exemplificada por Jesus, pois tem consciência de que para se fazer servidor do Mestre, na função a que foi chamado a exercer, precisa exemplificar, com maior constância, os ensinamentos a que se propõe irradiar.
A responsabilidade em conquistar e acolher novos trabalhadores
Dar oportunidade de trabalho ao frequentador que esteja motivado a prestar serviço à Instituição que o acolhe é dever, inadiável, de todo dirigente de Casa Espírita, desde que os motivos do pleiteante estejam sintonizados com os propósitos do Espiritismo, pois uma das finalidades da Instituição Espírita é ajudar as criaturas a se melhorarem espiritualmente, a partir de uma mudança de comportamento que contemple a prática do bem e o amor ao próximo.
Por outro lado, sabemos que a renovação faz parte da lei de progresso. Os que hoje trabalham numa Instituição amanha partirão e deverão ser substituídos por outros, essa é a lei. Urge que os novos trabalhadores sejam, desde já, preparados para assumir sua tarefa presente e futura com competência, eficácia e comprometimento doutrinário, sob pena de, no porvir, a Instituição perder seu rumo ou, quem sabe, até mesmo desaparecer.
O dirigente de uma Casa Espírita não deve assumir suas funções em ter em mente essa realidade, pois seu chamamento ao trabalho não está associado, unicamente, ao tempo presente; o futuro também faz parte do seu compromisso. Daí a importância de direcionar, com mais atenção, seu olhar para os novos trabalhadores, de bem acolhê-los e de bem prepará-los. Nessa sintonia cabe aos atuais servidores da Casa orientá-los e tratá-los com gentileza, paciência, espírito de companheirismo, solidariedade e fraternidade, inserindo-os, sempre que necessário, no espaço de decisão do grupo em que trabalham a fim de que se sintam partícipes do processo, com vez e voz nas ações que levarão adiante no seu trabalho.
A presença de novos integrantes numa equipe de trabalhadores possibilita o surgimento de novas visões da realidade, de novas ideais, de novas formas de fazer, de novas motivações, tão necessárias ao dinamismo do trabalho espírita. Paralelamente, esses novos trabalhadores devem ser conscientizados de que uma Instituição organizada e séria tem seus padrões de funcionamento, suas diretrizes de trabalho lavradas em Estatuto e Regimentos internos. Os que acham que uma organização espírita não necessita dessas diretrizes esclareçamos:
Os que nenhuma autoridade admitem não compreendem os verdadeiros interesses da Doutrina. Se alguns pensam poder dispensar toda direção, a maioria, os que não se creem infalíveis e não depositam confiança absoluta em suas próprias luzes, se sentem necessitados de um ponto de apoio, de um guia, ainda que apenas para ajudá-los a caminhar com segurança. [1]
Conclusão
A tarefa de dirigir e/ou participar dos trabalhos de uma Casa Espírita requer muita responsabilidade e espírito de equipe. As necessidades de serviço são imensas e sua execução se faz urgente.
A velocidade com que as transformações estão ocorrendo no mundo impõe a todos os que queiram contribuir com o progresso da humanidade, um dinamismo e dedicação em suas ações, compatíveis com a rapidez e importância de tais ocorrências.
O Espiritismo, como Doutrina comprometida com o progresso, não pode ficar fora desse momento. Por isso, aquele que for convocado, pelo Alto, a dirigir uma Instituição espírita deve bem se conscientizar de seus compromissos e de sua responsabilidade para que, ao final do mandato, possa dizer, com a consciência tranquila: missão cumprida!

[1] KARDEC, Allan. Obras Póstumas. Trad. Guillon Ribeiro, ed. Esp. Rio de Janeiro; FEB, 2005, pt 2, cap. Constituição do Espiritismo, it. O Chefe do Espiritismo, p. 423 e 422, respectivamente.


Conversa fiada...

Certa tarde estava em estudo em nosso Campo Espiritual, ou Colônia Espiritual, quando fomos procurados por Jerônimo, dedicado protetor espiritual de uma família residente em Campo Alto.
Jerônimo explicou-nos a necessidade do socorro dos irmãos da Casa Espírita na qual temos humildes responsabilidades.
Atendendo o dedicado amigo, rumamos a nossa Casa Espírita, e lá chegando, notamos a presença do Soares e do Armando, companheiros, voltados à visitação de enfermos.
Nisso apressada senhora adentrou ao salão em prantos:
- Dr. Soares, me ajude, pelo amor de Deus! Meu irmão Afonso, aquele que é porteiro na Prefeitura, e querido de todos, vai perder o emprego, e olhe que o Prefeito nutre grande afeição por ele; faz dois meses que ele recusa tomar agua e sucos, e quase não se alimenta, faz as necessidades em qualquer lugar, e ainda as atira nos outros. – O Doutor sabe que sou católica, não entendo de espiritismo, Dr. me ajude, pois, o salário dele é o sustento da casa, e se ele continuar assim vai morrer..
-Calma, disse, Soares, Armando vamos! Vamos Soares até a casa da Jandira?
- Vamos, mas antes iremos à busca do Márcio, pois, é neste momento o único médium de “incorporação” disponível. O Márcio? Diz, Armando, mas, é médium consciente, e cheio de dúvidas, dando uma pausa, completou: - mas, enfim, vamos lá.    
Acompanhamos os quatro até a casa do Afonso, na entrada havia um aglomerado de pessoas.
- Vamos entrar – Márcio sente-se nesta cadeira, exclamou Soares.
- Armando iniciou a prece e o Márcio começou a falar por intuição nossa.
- Estou vendo dois espíritos como que, saindo de um buraco, e vindo em direção a algo como um aparelho de sucção, imediatamente os espíritos passaram a ser doutrinados pelo Soares. E carinhosamente foram acolhidos, para se libertarem de graves débitos adquiridos entre eles e o Afonso, trajetória que relatarei oportunamente.    
- Finda a doutrinação Jerônimo “incorporou-se” e proferiu sentida prece de agradecimento a Deus.
Alguns instantes depois para surpresa de todos, eis que Afonso se levanta e solicita agua, e começa a gritar, onde estou? Nossa que sujeira, o que está acontecendo? Levantou-se foi ao banho e se alimentou.
Márcio, atônico, estava espantado.      
Aproveitamos a alegria cristã do ambiente e enviamos a nossa mensagem utilizando o Márcio, através da escrita:
- Caro Márcio, Deus te ilumine pela disposição no trabalho; o médium consciente se vê ou se apura pelo resultado, imagine você, se só conversa fiada iria curar..
Muitos acreditam que “recebem” espíritos e não os “recebem”, e muitos que duvidam os “recebem”, apesar dos escolhos oriundos do intercâmbio. Mas, hoje, talvez se desanuviaram tuas duvidas, lembre-se, conversa fiada não cura, não traz lenitivo, prossiga, pois, te reconhecemos um companheiro  serio, honesto e sincero nos teus propósitos a serviço do bem.
 Que Jesus te abençoe, hoje e sempre.
Muita Paz,
Fabiano      

Onde Estavas?

Mesa posta, banquete divinal,
Iguarias as mais variadas.
Abundante alimento espiritual.
Todas as providências tomadas.

Regozijam-se anjos anfitriões.
Chegam seres animados;
Pena; faltaram os garçons,
Mal servidos os convidados.


Retiram-se sem novidade...
Onde estava a bandeja do amor?
Onde estava o prato da caridade?
Onde a taça do humano calor?

Por definição  semântica não há mais de uma prioridade;
Tarefeiro, que foste chamado a servir,
onde está tua responsabilidade?
Atente, para triste cena, não volte se repetir.

Os Benfeitores Espirituais,
trabalhando com humildade e fraternidade,
afim de vossa negligência suprir,
Aqui estavam,
E tu? Onde estavas?
 
Os trabalhadores (Espíritos)

  

Regra de Evolução


Primeiro: ouve-te a ti mesmo no interior da tua consciência.

Segundo: ouve a teus irmãos que buscam despertar-te para a vida eterna.

Terceiro: resigna-te e procura diligentemente o caminho da humildade cristã.

Quarto: não te afastes do mal, mas trabalha para transformá-lo no bem de infinitos recursos espirituais.
Quinto: faze do amor a principal regra de tua conduta.

Sexto: convive com o Creador no templo interior de tua alma.

Depois disso estarás apto para penetrar o primeiro portal do Reino de Deus.

Espírito Ranieri  


Passe e Fluido

O passe é transfusão de fluído.
É uma permuta de períspirito para períspirito, muito semelhante a do sangue.
Como um enfermo orgânico poderá transmitir, na doação ou transfusão sanguínea, determinadas doenças ao socorrido, também o passista poderá transferir ao paciente os seus desajustes espirituais, subordinando-se essa transmissão, é natural, à afinidade que estabeleça entre si.
É indispensável, pois, que o passista esteja compenetrado do seu dever de sustentar clima mental sadio, elevado, para que no momento do passe transfunda energia restauradora.
A vontade que movimenta os fluídos regeneradores, capazes de rearmonizar o períspirito ou o organismo enfermiço, pode manipular fluidos deletérios pelo mesmo mecanismo, criando ou acentuando males em curso de instalação ou de desenvolvimento.
Há, por conseguinte, grande responsabilidade no ato fraterno de doar-se, cabendo ao passista ser uma permanente usina geradora de saúde e harmonia, trazendo em seu coração o desejo de ser útil ao seu próximo.
Em decorrência do desequilíbrio do passista, alguns pacientes podem revelar uma acentuação mórbida de seus sintomas. O assistente poderá concluir, apressadamente, que esteja operando sobre um doente desinteressado de sua própria cura. Não raro, porém, se analisar mais detidamente, concluirá que houve um desajuste seu e que, ao revés de ter transmitido fluidos benéficos, envolveu o socorrido em vibrações deletérias, as quais, então, reagiram negativamente sobre o períspirito agravando o quadro clinico.
O fluido é um veículo neutro que se molda aos ditames de nossa vontade, refletindo-nos inteiramente e tanto conduzindo a sublimação em si, quando, portanto miasmas umbralinos, pelos quais somos os responsáveis diretos.
 E a presença do mentor espiritual do passista não modifica esse mecanismo. O passista poderá receber-lhe fluidos puros. Estes, porém, tisnados ao contato de suas emanações individuais que lhes alteram o teor regenerativo poluindo-os antes de transferi-los ao enfermo. Ou poderá o passista, à semelhança do enfermo repelir o auxílio que lhe chega do Alto, por estar momentaneamente desajustado com a Espiritualidade Maior.
Ninguém, pois, substituirá o passista na sua necessidade fundamental de elevar-se espiritualmente, não se deixando vencer pelas induções silenciosas que recolhe diretamente da aura do assistido, porque a sua posição é de quem centraliza fluidos e lhes imprime as suas características de amor e humildade ou de desajuste e emoções indisciplinadas.

 
Roque Jacintho - Publicado na Revista da Fraternidade n. 3- 1966

Vistita a enfermos


O Grupo Lauro, desde sua criação, realiza visita a enfermos atendendo ao estatuto e a uma característica dos Grupos da Fraternidade.
A visita a enfermos, organizada sob a responsabilidade do Socorrista e as equipes oriundas do Departamento Mediúnico, tem por objetivo levar o esclarecimento e o conforto espiritual aos doentes cujo estado de saúde impede seu comparecimento ás reuniões do Grupo.
Semanalmente uma equipe formada por aproximadamente sete pessoas parte para a visita a diversos lares para essa importante tarefa.

Mundo Novo


Nas vascas do mundo altivo
- Gigante a tombar por terra -
Há uma semente que encerra
As promessas do porvir.
Germe de luz e esperança
Davida que não se cansa,
Novo gigante a criança
É o mundo novo a sorrir




Tombam culturas solenes
Na marcha da decadência.
Loba de luto – a ciência –
Faz vítimas – corações.
Estrude o canto feral
Das forças rudes do mal
Que num assomo infernal
Desalinhava Nações.

O mesmo impulso primevo
Concretizado no crime.
O forte que mata e oprime
O fraco que odeia e grita.
Sonhador incorrigível
O Homem – visão terrível –
A perder-se no impossível
Quer a discórdia infinita.

Ó DEUS de mundos e terras,
De céus, de luzes e mares!
Em grito p’ra me escutares,
Nesse verso que reboa.
Fazei que desçam ao mundo
Em bando dos céus oriundo
De anjos de amor tão profundo
Que a terra se torne boa.

Criança – sonho sublime
Das potências do Amanhã,
Energia nova e sã
Na forja do mundo novo.
Trazes em ti do Infinito
Os ecos de ingente grito
Do povo que chora aflito
Querendo ser outro povo.

És a luz renovadora
No berço banhado em luz.
Ouve as vozes que Jesus
Deixou-nos pelo Evangelho,
Cumpre, feliz, a missão
De trazer a redenção.
Preparando o coração
De um mundo novo no velho.

Castro Alves
(Página recebida pelo médium J. Ennes Jr., em 09/02/1962- Belo Horizonte no Grupo da Fraternidade Irmã Scheila).
Nota: do  acervo  do Dan.

Amor e Reconhecimento

 
Olho a lua e me encanto
Olho as estrelas e sua beleza me cativam.
Olho a Terra e emociono ao sentir a presença do amor aos pequeninos. Quanto mais tenra e mais dedicada for a mão que dirige a criança, tanto mais forte e mais completo será depois o homem.
Não é, pois necessário que a sua instrução seja profunda, mas dentro de tuas possibilidades seja bem dirigida.
Entre todas as virtudes que nascem da consciência e do dever sobressai entre todas a caridade. A caridade pedagógica de Jesus.
Grandes são os exercícios interiores daqueles que se dedicam a tarefa da evangelização da criança; lutas com os apelos do mundo, lutas com sua própria imagem espiritual, onde o espelho da alma reflete os compromissos assumidos...
Persista! Pois, além da vida ilusão e efêmera, o oásis da alegria e o sol da alma infantil estarão seguindo-te a alma perene. Não te preocupes em demasia com os apelos do mundo e do corpo, pois, a flor inda e perfumada na brevidade de sua existência perde-se na terra benfazeja, mas você... Você é a flor de longevidade incomensurável nos paramos divinos a enfeitar os bosques de Deus.
Prossiga! Que a tua mão terna e delicada moldada nos verdadeiros anjos do Senhor com suave e tênue ternura do coração de uma criança.
E Deus da imensidão dirá:
- Meus filhos, a minha mão vos dou. Vinde a mim.
As minhas almas queridas deixo o meu amor e reconhecimento.
 
Espírito Irmã Sabrina

 

O que você pensou?


Hoje você pensou na irmã apressada, e sua vestimenta causou-te a censura silenciosa.
Hoje você pensou em todas as criaturas de teu circulo, e em todas encontras-te um senão.  

Hoje você pensou na tua casa, e uma melancolia invadiu-te alma.

Hoje você pensou nos teus familiares, e a ingratidão alojou-se no teu coração.

Hoje você pensou na vida, e em tudo que te rodeia, e o desanimo apoderou-se de teu espírito.
Hoje você pensou em você mesmo, e a insatisfação situou-se na tua mente.

Hoje enquanto assim pensavas, muitos sem que você os nota-se, viram e ouviram os teus pensamentos,, e, eles do invisível, em algazarra e alegria acercaram-se, e ao se aproximarem deixaram suas sombras perigosas em todo teu ser, deixando-te a alma enfermiça.
Já imaginas-te se tivesses pensado bem?

Muita Paz
Fabiano  

Boa Nova

Se a lagrima da prova,
Leva-te a soluço de dor,
Deixe a vertente da Boa Nova
Sorrir-te em esperança e amor.
Se tiveres duvidas do valor do amor, principia hoje a dirimi-las...

 Espírito Filomena

 

Incursão em Outra Esfera

Meio cambaleante, sem atinar nitidamente onde me encontrava, tentava concatenar as ideias e não conseguia, era como se houvesse acordado de profundo sono.
Tomando uma respiração mais forte, o ar fresco, impulsionando o oxigênio, a navegar em todo meu ser. Lentamente, comecei a serenar e, olhando em derredor, procurando localizar-me, deparei-me ante o sorriso de confiança de desconhecida criatura.
Sem palavras, impelido por uma força incógnita, a qual me obrigava a segui-la. (*)
Consultando pequeno mapa, reiniciamos a caminhada até estacionamos em singela construção, adentramos em reduzida sala, onde em volta de bem cuidada mesa distribuíam-se mais ou menos treze pessoas.
Respeitosamente, passamos a observá-los; a maioria em farta conversação, aparentemente fraterna. Alguém intuído reclama silencio e prudência, nesse momento, como que a se sobrepor a cada um deles, aproximam-se seres de luz própria.
A atmosfera transformara-se de indescritível vibração de paz. Após ouvirmos silenciosos e humildes, as tocantes palavras proferidas pelo organizador concitando-nos a realização da tarefa em que estávamos comprometidos. Tal era a intensidade da vibração, que conseguia “VER” a pequena célula da fraternidade apinhada de pequeninos, pais e dos que buscavam lenitivo.
Percebia-se que eram movidos pelo amor ao próximo, e o mais incomum, toleravam-se, era como se ali fosse uma fonte de fraternidade, e, em determinado ponto parecia um (ouso assim dizer) “espiriporto”, onde várias entidades aterrissavam, ante uma enorme saturação fluídica. Os quais examinavam alguns e os abençoavam. Partiam juntos. Seriam os novos faróis a iluminar a travessia dos navegantes sem rumo e menos atentos do mundo.
Um arrastar de cadeiras desanuviou-me a visão. Finda a reunião, a sala quieta e vazia tornou-se fria. Passado algum tempo, avizinhamo-nos de alguns e, em irônico comentário, duvidavam da tarefa; outros iriam realizar a tarefa a sua maneira; outros preferiam dar-se a contemplação; outros censuram... Poderosa lente fez com que víssemos a agora célula da fraternidade; era completamente diferente, triste, uma e outra criatura movimentava-se, as vibrações de angustia moldavam um quadro aterrador, era como se uma aridez a houvesse atingido regada pela discórdia. Estávamos atentos ao que adviria, quando a voz da criatura disse:
- Para ti isso basta. Vamos!
Retornando, perguntei-lhe:
- Eu não sei qual é a célula da fraternidade real, parece que estou envolvido por estranho sonho...
- Caro companheiro, as duas são reais, aduziu a criatura.
- Como? – exclamei espantado!
- É simples: a primeira é a célula da fraternidade das entidades de luz, a outra é a célula da fraternidade das entidades das sombras.
- Meu Deus! – gritei. – Mas elas estão demolindo a célula da fraternidade, o que fazer para pará-las?
- Meu filho, disse a criatura, é fácil pará-las, basta que vocês sejam operários da luz. Ainda vocês não perceberam que estão sendo os operários das sombras e por eles sendo utilizados?
Uma incontrolável comoção tomou conta de mim e chorei - Ah, meu Deus, como chorei.
E, entre um soluço e outro indaguei:
- Quem és tu, maravilhosa criatura?
E olhando-me piedosamente, disse-me:
- Para ti sou a Fraternidade... – Somente a Fraternidade...
 
Dan
 * Essa indescritível sensação, vim a saber posteriormente, era causada pela proximidade da poderosa vibração dessa elevada entidade, projetada diretamente sobre este servidor que vos fala.

           

 

         

Coisas de Outro Mundo?


Bom dia, irmãos!
Vejam essa foto, essa moça é amiga da minha irmã. A menina que está em pé em  cima da mesa é filha dela, entre a menina e a mãe aparece um menino, sendo  que na casa não tinha mais criança.
Comentei esse caso com o Tio Dic.
 
Paz e Alegria,
Interessante a foto. Sua amiga nos daria autorização para publica-la no blog do Lauro?
Fraternalmente,
Dic
 Sim, já falei com ela (Michele), autorizou! Inclusive peço oração para a família. Na casa tem acontecido algumas coisas sobrenatural.
 Vania