Evangelização 2016

O Depto. Infantil informa que evangelização espírita voltará com suas atividades normalmente no dia 20/02/2016.


                         Um ótimo retorno para as crianças e para todos os trabalhadores envolvidos!


GB

Apometria e as Práticas Espíritas



                                                                          
"Mais vale repelir dez verdades que admitir uma só mentira, uma só teoria falsa".Erasto(1)

Muitos confrades recorrem às instituições que praticam apometria, porque o "tratamento" é mais "forte". Afirmam. Os apômetras incautos, hipnotizados pelas trevas, mantêm esse tipo de atitude bizarra sob os aplausos das suas vítimas, psíquica e mentalmente aprisionadas.
Se a apometria é mais "forte" que a reunião de desobsessão, por que a omissão dos Espíritos Superiores? Por que eles se calam sobre o assunto? Curioso isso, não? O silêncio dos Espíritos Superiores é, sem dúvida, um presságio de que tal prática é de mau agouro, e, por isso mesmo, ela é circunscrita a poucos grupos que deveriam deletar o nome Espiritismo dos seus estatutos.
Para quem desconhece, garimpamos alguns filetes de ouro que encontramos nas proposições dessa tal "avançadíssima terapia". Os apômetras confirmam que "a apometria é mais fraterna, por ser mais eficaz".(2) Atua no cerne da obsessão e, com visão de conjunto, pode auxiliar a medicina do futuro na cura holística. (Sic)
Estertoram nas roucas vozes que "a apometria acelera, com qualidade, os morosos atendimentos desobsessivos que, ainda, são realizados em muitas casas de nosso país".(3) (pasmem!) Gritam que "o êxito da apometria reside na utilização da faculdade mediúnica, para se entrar em contato com o mundo espiritual de maneira mais fácil e objetiva, sempre que se quer. Pode, pois, ser utilizada como técnica eficaz no tratamento das obsessões e a eficácia acontece em virtude de os Espíritos protetores estarem no mesmo plano dos assistidos, podendo, portanto, agir com maior profundidade e mais rapidez". (Que coisa, hein!?) Desconhecem, tais confrades, que "a cura das obsessões graves requer muita paciência, perseverança e devotamento."(4) Nossa consciência doutrinária não aceita tanta facilidade - visto que não admitimos seja possível uma transformação tão rápida em Espíritos que cultivam o ódio tão intensamente.
Não satisfeitos, difundem outra pérola: "Os diagnósticos são muito mais precisos e detalhados;(5) as operações astrais são executadas com alta técnica e com o emprego de aparelhagem sofisticada de hospitais muito bem montados em regiões elevadas do Astral Superior. Por ressonância vibratória, o desencarnado recebe certo alívio, uma espécie de calor benéfico que se irradia do corpo vital, mas causa no encarnado o mal-estar de que este se queixa".
Locupletam-se de êxtase com o achado aurífero e afirmam: "na medida em que a humanidade evolui, os véus do desconhecido vão se descortinando e o conhecimento das leis espirituais, que antes era privilégio de poucos, vai sendo revelado, abertamente, aos pesquisadores isentos de preconceitos".
Distantes do regime da lógica, os apômetras proclamam falácias cristalinas do tipo: "Do ponto de vista do Budismo e da Teosofia, os veículos de manifestação da consciência (holossoma) são divididos em sete. Já na ótica do espiritualismo, do Espiritismo heterodoxo (sic) e da Conscienciologia (entre outras linhas de pensamento mais novas), há apenas três veículos (os corpos físico, astral e mental), sendo o energético (duplo etérico ou energossoma) apenas um invólucro que não (com) porta a consciência".(6)
Analisemos esta outra afirmação deles: "A apometria trabalha com sintonia. Não incorpora egos. Não incorpora veículos de manifestação da consciência. Uma vez encerrado o atendimento na casa apométrica, a sessão apométrica pode continuar no astral, a exemplo do que ocorre com sessões espíritas convencionais".(7) (Entenderam? Pois é!) E esta aqui: "com a ajuda dos amparadores extrafísicos (mentores) da sessão apométrica, a sensibilidade espiritual do médium permite uma sintonia com determinada faixa consciencial do paciente e que faça varredura bioenergética e psicométrica em seus chacras, nádis, parachacras e paranádis". (?)
Divaldo Franco admoesta sobre a esquisitice de se colocar "obsessores em cápsulas espaciais" e os dispararem para o mundo da erraticidade. "Não iremos examinar a questão esdrúxula desse comportamento, mas, se eu, na condição de espírito imperfeito que sou, chegasse desesperado a um lugar, pedindo misericórdia e apoio na minha loucura, e outrem, o meu próximo, me exilasse para o magma da Terra, para eu experimentar a dureza de um inferno mitológico ou ser desintegrado, eu renegaria aquele Deus que inspirou esse adversário da compaixão. Ou, se me mandasse em uma cápsula espacial para que fosse expulso da Terra... Com qual autoridade? Quando Jesus disse que o seu reino é dos miseráveis?" (8)
Obsessores retirados do campo mental do obsidiado "a fortiori" e enviados a "outros planetas", ou a estranhos locais ou dimensões extrafísicas, reafirma que, entre os ludibriados apômetras, há grotesca falta de conhecimento da Doutrina Espírita. Acautelemo-nos, pois não basta assiduidade à Casa Espírita. É indispensável que estudemos Kardec com muita seriedade e persistência. Os enunciados contidos na Codificação exigem cautela ao interpretá-los e, sobretudo, humildade ao exercê-los.
Observem o que encontramos neste trecho: "Os que preferem o método clássico de doutrinação religiosa, entronizado ao longo do século XX nos centros espíritas e espiritualistas brasileiros, criticam a Apometria, porque esta não "evangeliza" o espírito obsessor. Todavia, em complexas obsessões espirituais, a tentativa de "evangelizar", "sensibilizar" ou "conscientizar" o espírito obsessor, não surte efeito. Evangelizar magos negros é tão eficaz quanto ensinar lições de fraternidade a um psicopata". E eles concluem desta forma o raciocínio: "Seria "mais fraterno" deixar os pacientes com os chips trevosos e os magos negros e seus asseclas soltos, fazendo o que fazem? Analogamente, seria mais fraterno se nossos policiais não portassem armas de fogo, pois poderiam ferir os bandidos que nos assaltam e nos matam? A correlação é a mesma".(9) (aspas, destaque, etc., tudo, por conta dos apômetras).
O tribuno baiano recorda que "A nossa tarefa é de iluminar, não é de eliminar. O espírito mau, perverso, cruel é nosso irmão na ignorância".(10) A rigor, o uso de energia para afastar obsessores, sem a necessária reforma íntima, indispensável à libertação real dos envolvidos nos dramas obsessivos, contradiz os princípios básicos do Espiritismo, pois, o simples afastamento das entidades rancorosas não resolve a questão. Por essa razão, a apometria, especialmente por suas leis e rituais, não é técnica que se enquadra nos princípios doutrinários espíritas, não sendo, portanto, uma prática recomendável na casa espírita.
Nesse mundo da fantasia da apometria, encontramos uma esmeralda. Vejamos essa: "A principal característica da Apometria radica na abrangência de sua assistência espiritual. A Apometria investiga o corpo astral do paciente, seu habitat (ambiente doméstico e/ou profissional), obsessores locais e não-locais (baseados em outros níveis do umbral). É muito mais poderosa que o passe e a doutrinação convencionais. Detecta e retira equipamentos extrafísicos mecânicos e eletrônicos (paratecnologia) do psicossoma (corpo astral) dos pacientes. Os passes não são meios suficientes nem instrumentos exclusivos para a retirada de chips extrafísicos dos pacientes. Em determinadas circunstâncias, remédios homeopáticos de alta potência destroem ou descolam equipamentos extrafísicos aderidos à aura ou ao psicossoma do paciente. Há uma prática bioenergética chamada "MBE" (mobilização básica energética) (sic) bastante eficiente na destruição de implantes de paratecnologia negativa. A maioria da humanidade é imatura consciencialmente (crianças espirituais): não lê, não estuda, não faz práticas bioenergéticas."(11) (!?) (ficamos verdes, com uma tremenda sensação de impotência diante disso tudo).
Como se observa, os apômetras adotam terminologias diversas daquelas utilizadas pela Doutrina Espírita e conceitos de crenças orientais. Além disso, seus arrazoados batem de frente com o bom senso kardeciano. Que saibamos, não houve manifestações sobre o tema em várias partes do mundo, por meio de médiuns conceituados. Devemos considerar, portanto, que não houve o Controle Universal dos ensinos da técnica, como preconizava Kardec.(12)
Os termos utilizados pelos apômetras impressionam, realmente, os desavisados. Senão, vejamos: "salto quântico, spin, despolarização de memória, campos magnéticos, chips astrais, contagem em português ou grego e pulsos energéticos. As percepções espirituais dos médiuns de suporte das seções de Apometria se dão por clarividência objetiva, intuitiva ou mental. Em diapasão mental adequado, atingem potência quadrática (elevada ao quadrado), em que dez trabalhadores afinados, e em alta sinergia, valem por cem pessoas (o que também se aplica a outros grupos). Daí a importância do grupo apômetra desenvolver aguçado nível técnico, mediúnico e sinérgico".(13)
A essa altura do artigo, os apômetras devem estar horrorizados, dizendo entre si: - O Jorge Hessen deve ter vários chips astrais incrustados no perispírito, deteriorando seu raciocínio... Mas não estamos sós nesse pensamento. Veja o que nosso irmão Divaldo Franco, durante uma larga entrevista concedida no programa Presença Espírita da Rádio Boa Nova, de Guarulhos (SP), em agosto/2001, afirmou: "Não irei entrar no mérito, nem no estudo da apometria, porque eu não sou apômetra, eu sou espírita. O que posso dizer é que a apometria, da forma como os apômetras interpretam, não é Espiritismo, porquanto as suas práticas estão em total desacordo com as recomendações de "O Livro dos Médiuns".(14) Com essas esdrúxulas práticas, abrem-se precedentes graves para a implantação de rituais, totalmente inaceitáveis na prática espírita, que é, fundamentalmente, a doutrina da fé raciocinada. Na prática e nos métodos de libertação dos obsessores, a violência que ditos métodos apresentam, a mim pessoalmente, parece-me tão chocante, que me faz recordar a Lei de Talião, que Moisés suavizou com o Código Legal e que Jesus sublimou através do amor. (...) (15)
Eis o que pensamos a respeito do assunto. Nossos argumentos são por demais consistentes, pois se baseiam em estudos e experiências kardecianas. De nossa parte, sem estrangulamento de qualquer linha de raciocino, acreditamos ser a apometria um método supostamente terapêutico que se pode estudar longe das hostes espíritas para ser melhor avaliado. Desobsessão é coisa séria e não admite placebos inócuos.
Concluímos com a severa admoestação: "Se alguém prefere a apometria, divorcie-se do Espiritismo. É um direito! Mas não misture, para não confundir. (...)". (16)

Jorge Hessen
E-Mail: jorgehessen@gmail.com
Site: http://jorgehessen.net
FONTES:
(1) Kardec, Allan.
O Livro dos Médiuns, Ed. FEB, cap. XX, item 230, p. 292.
(2) Disponível em www.comunidade-espiritual.com/blog.php?sub_section=view&id=2654. Acesso em 18-03-08.
(3) Disponível em http://aumpram.org.br/apometria.html. Acesso em 15-03-08.
(4) Kardec, Allan, O Evangelho segundo o Espiritismo, Rio de Janeiro: Ed. FEB , 1998, Cap. 28, item 84.
(5) Disponível em www.geocities.com/Vienna/Strasse/5774/atend.htm. Acesso em 18-03-08.
(6) Disponível em www.comunidade-espiritual.com/blog.php?sub_section=view&id=2654. Acesso em 15-03-08.
(7) Disponível em http:// harmonizacaoambiental.blogspot.com/2008/06/apometria.html. Acesso em 15-03-08.
(8) Entrevista, de Divaldo Pereira Franco no programa Presença Espírita da Rádio Boa Nova, de Guarulhos (SP), em Agosto/2001.
(9) Disponível em http://harmonizacaoambiental.blogspot.com/2008/06/apometria.html. Acesso em 15-03-08.
(10) Entrevista, de Divaldo Pereira Franco no programa Presença Espírita da Rádio Boa Nova, de Guarulhos (SP), em Agosto/2001.
(11) Disponível em http://www.comunidade-espiritual.com/blog.php?sub_section=view&id=2654. Acesso em 18-03-08.
(12) Kardec utilizou na Codificação do Espiritismo o "Controle universal do ensino dos Espíritos", conforme se lê em "O Evangelho segundo o Espiritismo", Introdução, item II - AUTORIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA".
(13) Idem.
(14) Entrevista, de Divaldo Pereira Franco no programa Presença Espírita da Rádio Boa Nova, de Guarulhos (SP), em Agosto/2001.
(15) Idem.
(16) Idem.

Jayme Paganini



Jayme Paganini
(1928-2014)
Jayme Benedetti Paganini um dos últimos dos Quinhentos da Galiléia que ainda se encontra entre nós, certamente sob influência da Espiritualidade Superior foi um dos responsáveis pelo Movimento da Fraternidade, um dos idealizadores da Recifra, contribuiu com brilhantismo no ideal de fundar Grupos de Fraternidade, participou dos Grupos da Fraternidade João Ramalho, Grupo da Fraternidade Irmão de Sagres, Grupo da Fraternidade Irmão Lauro, em São Paulo.
Quando Conselheiro da OSCAL-Organização Social  Cristã André Luiz criou o DEPOSCAL (Departamento de Projetos da OSCAL). Seu idealismo alcançou Brasília na manutenção da ARTECIFRA e junto com R. A. Ranieri e outros companheiros fundou a Edifrater -  Editora da Fraternidade. Movido pela sua dedicação e amor às crianças e a  CIDADE DA FRATERNIDADE  no mais puro idealismo cristão. Companheiro de grande afeto cristão, seu coração bondoso e fraterno o torna merecedor de nossa imorredoura gratidão.
Nasceu na cidade de Itu, no Estado de São Paulo, em  02/06/1928, sendo seus  pais José Paganini e Mariana Benedetti Paganini, vindo de uma família de oito irmãos.
Casado com Dolores Negro Paganini, pai de dois filhos: Silvia Izabel Paganini e José Cristóvão Paganini.
Em São Paulo  radicou-se definitivamente, exercendo suas atividades profissionais na Cia Antárctica Paulista, no Consulado da Dinamarca e na Indelpa – Indústria Elétrica Paulista.  Bom administrador é atualmente sócio da empresa Roatagraf  Industria Gráfica Ltda.
Foi Diretor-Superintendente da Distrital Santo Amaro da ACSP, coordenador da Distrital Sul e membro do conselho Consultivo desta instituição.

Ave Cristo!
Jayme Paganini aos 83 anos olha o seu passado e, sabiamente resume a história de suas conquistas em três palavras: trabalho, trabalho e trabalho e nós acrescentaríamos amor, amor e mais amor.

Regressou à Pátria Espiritual dia 28/02/2014
Grupo Lauro

Enio Wendling se despede...

Natural de São Bern.ardo do Campo (SP), nasceu em 24 de maio de 1925, apesar de constar da Certidão de Nascimento o ano seguinte. Filho de Maria da Conceição Wendling e Nicolau Wendling, foi o sétimo dos treze filhos do casal. Com a família ainda em formação, mudaram-se para Buenópolis (MG) e posteriormente para Belo Horizonte, onde se estabeleceram em 1928 e residiram em seis diferentes endereços. Na infância e adolescência, Enio foi um garoto inteligente, irrequieto e provocador. Mais tarde, enfrentaria doenças graves, como a tuberculose, de tratamento difícil naqueles tempos.
Estando Enio com aproximadamente dez anos de idade e residindo na Rua Silva Jardim, no bairro Floresta, juntamente com os pais e os irmãos já nascidos, iniciou-se a produção de fenômenos mediúnicos de efeitos físicos, à época incompreensíveis para a criança e sua família. Eram portas de armários que se abriam, roupas atiradas ao chão, sopa que girava sozinha no prato durante as refeições, ruídos de passos de pessoas caminhando de chinelos pela casa à noite. Muitas vezes os fatos, testemunhados pelos irmãos e pelas empregadas domésticas que com eles moravam, os apavoravam. Em certa ocasião, um padre de igreja próxima foi chamado para abençoar a casa onde havia um "menino possuído pelo demônio". Porém, durante a visita, o sacerdote testemunhou a materialização de um crucifixo. A partir da sugestão de um tio, a Sra. Maria Wendling foi recomendada a levar o filho para o centro espírita na vizinhança: era o antigo Centro Oriente, para onde a mãe passou a se dirigir, levando consigo o garoto e dois de seus irmãos.
Estava assim iniciada a admissão de Enio Wendling ao Espiritismo. À medida em que o tempo passava, seus recursos mediúnicos ficavam mais patentes, como vidência, efeitos físicos, psicofonia e psicografia. Em 1949, ele foi conduzido ao trabalho mediúnico disciplinado na casa de Jair Soares, marido de Elvira Soares, hoje conhecida como o Espírito Irmã Ló. Naquela época, as casas espíritas não possuíam a estrutura funcional que conhecemos atualmente e a residência do Sr. Jair se tornou um verdadeiro laboratório de fenômenos de materializações luminosas, com vários médiuns de efeitos físicos em atividade, dentre eles nosso Enio. Em diversas ocasiões, Espíritos como Scheilla e José Grosso se mostravam aos presentes, de sorte que mesmo as pessoas que não possuíam vidência podiam vê-los e tocá-los. Pedras se materializavam nos recintos da casa, trazidas de fora pelos Espíritos, discos de vinil eram dobrados sem que ninguém os tocasse e muitos outros fenômenos fizeram parte desta época, em que os Amigos Espirituais almejavam chamar à atenção as pessoas para as possibilidades de interação entre os mundos material e espiritual. A esposa de Jair, Dona Ló, mesmo tendo sido atestado pelos médicos terrestres a viver apenas mais alguns dias, foi curada de enfermidade grave pelo Espírito Scheilla e permaneceu reencarnada ainda por mais de vinte anos.
Ao longo da década de 1950, surgiu o que atualmente conhecemos como  Grupo de Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, nas mesmas dependências do Centro Oriente. Alguns anos mais tarde, era edificado o Centro Espírita André Luiz (CEAL), na Rua Rio Pardo. Enio participou ativamente dos trabalhos mediúnicos em ambos, já como intermediário do Espírito Glacus pela psicografia, assim como foi colaborador para a construção do CEAL. O Sr. Jair Soares tinha o hábito de levá-lo para muitas viagens pelo interior e para fora dos limites de Minas Gerais, em cujas localidades eram realizadas reuniões de efeitos físicos para fins de cura de enfermidades. Os fenômenos obtidos pela faculdade do jovem médium eram cada vez mais admirados e respeitados por toda a comunidade espírita.
Em 1976, Enio pressentiu a necessidade de desenvolver as suas atividades com o Espírito Glacus em outro local. Deixou então o Grupo Scheilla para fundar, em endereço provisório e juntamente com outros companheiros da seara espírita, a Fraternidade Espírita Irmão Glacus. Fundador e conselheiro, Enio prosseguia com o trabalho dedicado à mediunidade com Jesus, atuando na psicografia e na visita fraterna com disciplina impressionante. Em 1984 foi finalmente inaugurada a sede própria da FEIG, onde Enio trabalhava com regularidade junto ao seu mentor espiritual, transmitindo aos solicitantes as chamadas receitas, orientações psicografadas com prescrições de tratamentos espirituais. Ao final das reuniões públicas nas quintas-feiras, o médium frequentemente tomava a palavra e trazia ao conhecimento dos presentes relatos de suas percepções do campo espiritual, uma vez que durante o processo psicográfico, conduzido pelo médico Glacus, o espírito do médium tinha a liberdade de se emancipar do corpo físico, visitar as atividades nos ambientes espirituais da FEIG e interagir com outros Espíritos, como com o seu amigo espiritual Kalimério. As publicações desses relatos no periódico da casa, o Jornal Evangelho e Ação, eram bastante apreciadas e provocavam grande repercussão entre os leitores.
Como curiosidade, em 24 de junho de 2000, durante a realização de reunião de tratamento espiritual na FEIG, o Espírito José Grosso informou aos presentes que o médium Enio completava sua participação em 907 reuniões desse tipo, sendo 36 vibracionais e 871 de efeitos físicos (com materializações luminosas ou semiluminosas), a contar desde sua participação nas reuniões na casa do Jair Soares. Não temos a estatística exata a partir do citado ano e até o afastamento do médium de suas atividades, motivado por problemas de saúde inerentes à idade avançada. Na visita fraterna, por exemplo, o Sr. Enio foi atuante, semanal e regularmente, por mais de cinquenta anos. São números impressionantes, que não somente vêm atestar a dedicação, perseverança e seriedade do médium em sua conduta perante a Doutrina Espírita, sempre fundamentado nas bases do Evangelho do Cristo, como nos servem como inspiração, referência e estímulo, para nossa própria caminhada no processo evolutivo do espírito.
Nos últimos anos de sua vida física, Enio contraiu sérias enfermidades, consequências naturais de sua senilidade. Não obstante, conservava incomparável bom humor, extremada atenção a todas as pessoas com quem interagia e, eventualmente, demonstrava estarem ativas certas nuanças de suas faculdades mediúnicas, como episódios de sonambulismo na sua mais pura expressão. Médium vidente, clarividente, audiente, psicógrafo, psicofônico, de efeitos físicos e de bicorporeidade, soube utilizar seus recursos mediúnicos com sabedoria em favor do próximo e da causa espírita. Desencarnou às 13h40 do dia 17 de janeiro de 2016, com 90 anos, após período de alguns dias de internação no CTI do Hospital Vera Cruz, em Belo Horizonte, tendo ao seu lado os filhos queridos e amigos da FEIG a ampará-lo.
Nas palavras do Espírito Glacus ao público, na Reunião de Convívio Espiritual realizada na tarde do mesmo dia da sua desencarnação, Enio foi "exemplo de responsabilidade, de dedicação, de amor, de disciplina e de boa vontade, que comove e fortalece os laços desta casa de amor".
E, referindo-se aos seus instantes derradeiros, o Mentor revelou:
"Toda a equipe espiritual reunida em sua volta no leito e ele nos abraçava em espírito e, tornando-se para mim, disse:
- Querido irmão Glacus, eu gostaria de melhorar a saúde, para me dedicar mais um pouco à FEIG. Eu ainda fiz muito pouco!
As suas palavras não apenas me emocionaram, mas à toda a equipe espiritual. E nós, com carinrho e amor, lhe explicamos a obra que deixou erguida nesta casa. Nosso irmão Enio recebeu intensa luminosidade no momento de sua partida para o plano espiritual. Equipes espirituais de vários grupamentos se fizeram presentes. E nosso irmão, ereto, foi conduzido aos planos mais altos, à colônia de Nosso Lar, onde ele estará nos hospitais daquela organização espiritual, recebendo o refazimento, para certamente retornar ao trabalho edificante que ele começou a construir aqui na Terra, nesta Fraternidade."
Assim como nosso Enio gostava de cumprimentar todas as pessoas, encerramos o texto com a sua saudação preferida: "Paz e alegria!".
Fonte: Fraternidade Irmão Glacus

Saudar o grande companheiro nas lides na Fraternidade torna-se um dever a todos os GRUPOS da Fraternidade.
Amigo, Enio, até breve...O Grupo da Fraternidade Irmão Lauro vibra pelo seu feliz retorno para casa...Do irmão menor reconhecido, Dictino.

O Pífio e o Janota




O sol se punha, e seus raios, mais pareciam pálpebras semicerradas.
As flores vergavam, e cabisbaixas pareciam reverenciar o astro rei.
Os pássaros em revoada recolhiam-se entre os abrigos nas arvores, a fim de fugir da noite que se aproximava misteriosa.
Foi nesse cenário, que o Pífio deixou a vestimenta terrena.
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No hospital a movimentação dos neurocirurgiões, em apressadas e seguras evoluções estimulavam o Janota vítima de súbita síncope.
A saída do médico, as convulsões de tristeza e espanto se transformaram em lamentos e lágrimas.
Foi nesse cenário que o Janota deixou a vestimenta terrena.
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Adentramos ao cenário espiritual, e observamos o Pífio recolhido por mãos bondosas e amigas, a tal ponto de se sentir possuidor de toda sensibilidade da nova situação. E foi conduzido à elevada e renomada Colônia refazimento.
O Janota caminhava sôfrego e em perturbação barôntica, era conduzido à elevada e renomada Colônia de refazimento.
Ao se defrontarem ante o portal da benemérita de auxílio aos recém-desencarnados, são recebidos pelo venerando responsável, O qual olhando seu livro luminoso, após breve silencio, sua voz amável se fez ouvir:
- Você irmão. Pode entrar.
- Eu? Pergunta o Pífio
- Sim – você.
- Você irmão pode seguir para o alojamento de “pernoite”.
- Eu? Perguntou o Janota
- Sim – você.
O Janota olhando o Pífio, em tom contrariado e reivindicativo, argumenta:
- O senhor está a cometer um engano. Eu é que aqui deveria ficar alojado.
- Me dê uma razão para isso... inquiriu o benfeitor.
- Uma? Vou dar um leque tão grande... fui educado em educandário de fino trato, conheço idiomas, países, políticos, religiosos de alta hierarquia, e entre outras coisas de vez em quando distribuía ao povaréu gêneros alimentícios. Acho que isso basta. E fitou o benfeitor com olhar vitorioso.
O benfeitor, olhando-o em profundidade, lhe diz:
- É verdade tudo está registrado no livro luminoso, porém o Pífio aos olhos do mundo e o mundo não viu o amor instintivo que devotou ao próximo em toda existência. Quando um doente, um fraco, um necessitado o solicitava lá estava ele, indistintamente prestando auxílio. E no exercício desses auxílios, passou a vida amando o próximo – Portanto meu amigo a tua educação é esmerada, porém teu coração necessita aprender a maior e mais sublime matéria no educandário da Terra – O amor.
O Pífio chorando a adentrou a Colônia.
O Janota chorando seguiu para o alojamento.
O benfeitor, olhando ao Alto, orou e abençoou os dois.

Oscar Wilde
Recebido na reunião pública no G.F.Irmão Lauro  em 12/02/1.998
     

                                                                                                       

Casos de Microcefalia

Tony Gonçalves - domingo, 27 de dezembro de 2015
Qual a visão da Doutrina Espírita desses vários casos de icrocefalia?
 Os diversos casos de microcefalia que está ocorrendo por todo o Brasil, e com mais intensidade no Nordeste, e os números cada vez mais aumentando.  Nos faz indagar: por que isto está acontecendo? 

  Para nós espíritas isto não é por acaso. Na visão da Doutrina Espírita esta situação enquadra-se nas chamadas provações coletivas, é um resgate coletivo. São espíritos que trazem necessidade de provas ou expiações semelhantes, nisto são atraídos a lugares ou situações, onde graves desequilíbrios destes espíritos são tratados em conjunto. Sobretudo nas doenças, chamadas de congênitas, que a criança já traz ao nascer, não se pode atribuir ao acaso ou a má sorte elas passarem por esta situação.
   Há casos também em que esses espíritos reencarnam com este problema  para ajudar os familiares a desenvolverem boas qualidades, a terem mais paciência, para desenvolver o cuidado pelo próximo, a compaixão, a generosidade...
   O Espiritismo nos esclarece que estamos num mundo de efeitos, de consequências, onde percebemos que na reencarnação encontra-se o “por que” para compreendermos o que está ocorrendo, as causas e as consequências.
  Nas questões 132 e 133 de O Livro dos Espíritos, encontramos os seguintes esclarecimentos: Que Deus impõe a encarnação com o objetivo de fazer os espíritos chegarem a perfeição. Para alguns a encarnação é uma expiação, para outros é uma missão. Todavia, para alcançarem essa perfeição, devem suportar todas as vicissitudes da existência corporal; nisto é que está a expiação. (...)
Todos nós necessitamos de reencarnarmos, pois todos nós fomos criados simples e ignorantes; instruímo-nos nas lutas e nas tribulações da vida corporal. Deus, que é justo, não poderia fazer a alguns felizes, sem dificuldades e sem trabalho e, por conseguinte, sem mérito. Os espíritos que seguem o caminho do bem alcançam mais depressa o objetivo. Aliás, as dificuldades da vida, frequentemente, são consequências da imperfeição do espírito; quanto menos tenham de imperfeição, menos tem de tormentos. (...)
  Estamos vivenciando um momento crucial no progresso do planeta Terra, e no nós progresso.  Esta é a encarnação que melhor nos preparamos através das outras encarnações. É a grande chance e a grande oportunidade para nos tornamos indivíduos melhores. E para esses espíritos que nasceram com o corpo físico com microcefalia é uma grande oportunidade de reajuste de dividas passadas, é uma reencanação impar para eles, mesmo que seja por breve instantes, ou pela experiência de passar por isso, ou que vivam por anos; tanto para eles como para os familiares .
  Sabemos que a Terra está passando pela mudança de uma Era para outra, deixando o mundo de Provas e Expiações para o mundo de Regeneração. Tudo que estamos vivenciando seja desencarnes coletivos, seja reencarnações de resgate coletivo, é para acelerar o processo de quitação de divida do mundo em estagio de Provas e Expiações, pois não se pode chegar um novo estagio moral na Terra com as dividas e os sofrimentos atuais. Só irão ficar na Terra os espíritos que assumirem o compromisso com o bem, espíritos com a moral adequada para habitar o mundo em estagio evolutivo de Regeneração. Por isso que as dividas tem que serem pagas, e por isso que está havendo esse aceleramento para o pagamento dos débitos desses espíritos, e tudo isso acontecendo por meio da Lei de Causa e Efeito, da ação e da reação.
  Assim, os débitos de vidas anteriores que tal espírito contraiu e acarretou tal deficiência, é sanado com essa atitude de encarnar com a microcefalia.   Décadas atrás a incidência de casos de deficiência física era muito grande, e se apresentando de diversas formas as deficiências físicas, atualmente os espíritos estão nascendo com doenças emocionais, psíquicas, é a mente que está sofrendo atualmente. Tendo diminuído os casos de deficiência física, pois os espíritos que precisavam passar por tais circunstancias já terem quitado tal divida, contraída por erros em vidas passadas. É por isso que esta é a grande chance, quem sabe uma das ultimas chamadas para esses espíritos quitarem suas dividas e a dos seus familiares por meio da microcefalia.
  Deus sempre Escreve Certo e  Seu Amor e Justiça nunca falham. Temos que entender que os espíritos desses bebês, são espíritos que já viveram muitas outras vidas, com erros e acertos. Os aspectos espiritual por trás desta situação é que são espíritos que precisam passar pela experiência da microcefalia, é como se fosse um processo de cura para os dificuldades espirituais desses espíritos.
  Que as mães não aborte esses bebês de forma alguma, porque se houver um caso na família de microcefalia é porque  a família necessita desta experiência  para desenvolver boas qualidades. Porque se haver de nascer na família um bebê com alguma deficiência física é necessidade da família e do bebê. A família tem que se doar, porque tudo tem uma razão de ser. É a Justiça Divina atuando, mesmo que não compreendemos atualmente,  para que alcancemos a luz.
  Que as mães, os pais e  os familiares agradeçam a Deus por esta oportunidade bendita, por receber estes espíritos sofredores, que vão precisar dos seus pais, responsáveis, familiares, de todo o amor, carinho, da servidão, para se dedicarem a estes espíritos, dando condição a eles de cura para o espírito, através desta oportunidade. Quando servimos crescemos. É um crescimento mútuo, para os pais e para o filho, muitos casos podem ser resgates de dividas dos pais com os filhos de outras vidas, outros casos os bebês podem assim nascer para sensibilizar os pais e familiares, e outros podem ser a necessidade do espírito de nascer desta forma e os pais os acolherem para o ajudar, sem os pais terem cometido erros com eles no passado, isto estabelecido no plano reencarnatório antes dos pais e filhos nascerem.
  Que esses casos sirvam para a sociedade em geral, para sensibilizar-nos e nos voltarmos mais para o bem, para o amor, para a caridade... Uma nova era está chegando, e temos que cada dia sermos pessoas melhores. O tempo urge, e os trabalhos estão sendo acelerados. Colhemos o que plantamos isto através dos séculos, isto é a lei de causa e efeito, ação e reação. Mas, sobretudo, confiemos em Deus Pai. E nos ensinos de Mestre Jesus, pois Ele afirmou: “Das ovelhas que meu Pai me confiou, nenhuma se perderá.”

  “Estamos certos de que Deus age em todas as coisas com o fim de beneficiar todos os que o amam, dos que foram chamados conforme seu plano.“ (Romanos 8:28)

Grupo Lauro


Encerramento da Evangelização 2015

O dia 12/12/2015 foi marcado como o encerramento dos trabalhos deste ano da evangelização da casa Lauro. 
Além da entrega dos presentes para as crianças, a confraternização contou com um lanche muito especial de Pizzas doces e salgadas. 
Foi um dia memorável para o Irmão Lauro, agora só nos resta descansar para o ano que vem!


Sacolas de natal - 12/12/2015.



GB

Almoço beneficente 29/11/2015

Aconteceu no dia 29/11/2015 o último almoço beneficente de 2015, marcando a última confraternização do ano entre trabalhadores, frequentadores e associados da casa. Foi uma grande festa!
Para visualizar todas as fotos, clicar no link abaixo da foto.

Foto tirada em 29/11/2015





GB

Espírito Amigo Irmã Scheila



                
Peixotinho, em Macaé-RJ, iniciou um trabalho de orações para as vítimas da Segunda Grande Guerra. Foi então que, de repente, chegou lá e se materializou um espírito chamado Rodolfo (nas primeiras vezes em que psicografou mensagens, assinava "O Fuzilado"), que contou que era de uma família legitimamente espírita, morando na Alemanha. Ele teve que servir na guerra como oficial-médico e o pai dele, Dr. Fritz, muito reservado, educado, severo, muito autêntico, que passou muitas idéias humanitárias aos filhos, havia lhe dito:
- Matar nunca.
Ao que Rodolfo respondeu:
- Pai, não é isso, vou servir como médico.
Pois bem, em certa ocasião, o Dr. Rodolfo foi chamado como oficial para integrar um pelotão de fuzilamento. Ele, então, disse:
- A minha missão é salvar, não matar.
E, de acordo com o regulamento militar, ele passou a ser considerado criminoso, porque deixou de servir à pátria, pois a pátria pedia a ele que matasse alguém e ele se negou. Então, disseram-lhe:
- Já que você não vai executar esse homem, você vai ficar junto dele para morrer como um traidor.
E ele foi fuzilado na mesma hora. A essa altura, manifestou-se (espiritualmente) ao pai e disse:
- Pai, já estou na outra dimensão da vida. Cumpri a palavra empenhada: não matei, preferi morrer.
Para que não continuasse no ambiente de guerra, foi amparado espiritualmente aqui, no Grupo Espírita Pedro (Macaé-RJ). Peixotinho, por ter sido militar, em razão justa, como espírita, tinha esse trabalho de preces em benefício das vítimas de guerra e pela paz. E esses fatos se deram no auge da Segunda Guerra Mundial, quase no final. Certo dia, Rodolfo (espírito) disse, assim, no Grupo de Oração do Peixotinho:
- Orem por minha irmã, ela está correndo perigo.
E como a voz do alemão, através da voz direta por ectoplasmia, não era bem nítida, um sotaque carregado, a pronúncia do nome da sua irmã não saía boa, ao invés de Scheilla, saía Ceila. Passado alguns dias ele disse:
- Minha irmã acabou de desencarnar. Foi vítima de bombardeio da aviação. Ela e meu pai desencarnaram.
Dias depois, para agradável surpresa da equipe, materializou-se uma jovem loura e disse:
- Eu sou Scheilla.
Foi muita alegria! Os irmãos ficaram cheios de júbilos espirituais.
Tem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e a outra na Alemanha, onde desencarnou em 1943 (como Scheilla). Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon, a 28/01/1572 e desencarnada em Moulins, a 13/12/1641. Ao entrar na história, ficou mais conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casou-se aos 20 anos com o barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, abandonou o mundo com seus 4 filhos, partilhando o seu tempo entre as orações, as obras piedosas e os seus deveres de mãe. Em 1604, tendo vindo pregar em Dijon, o bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, submeteu-se à sua direção espiritual. Fundaram em Annecy a congregação da Visitação de Maria (1610), que contava, à data de sua morte, com 87 conventos e, no primeiro século, com 6.500 religiosos. A baronesa de Chantal dirigiu, como superiora, de 1612 a 1619 a casa que havia fundado em Paris, no bairro de Santo Antônio. Em Paris, instalaram-se em pequena casa alugada em bairro pobre. Passaram por grandes necessidades, mas a Ordem da Visitação (de Paris) foi aumentando e superou as dificuldades. Em 1619, São Vicente de Paulo ficou como superior do Convento da Ordem da Visitação. Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem da Visitação e voltou a Annecy, onde ficava a casa-mãe da ordem. A Santa várias vezes tornou a ver São Vicente de Paulo, seu confessor e diretor espiritual.
É um espírito esplendoroso pela luz que esparge, e sua presença é notada por ondas perfumadas que imprime ao local.
Ela era enfermeira e trabalhava no socorro às vítimas da Segunda Guerra Mundial.
Sua morte aconteceu aos 28 anos em decorrência do mais violento ataque aéreo em julho ou agosto de 1943, na cidade de Hamburgo, no campo de batalha, enquanto socorria os feridos.
Depois disso, o espírito de Scheilla vinculou-se a grupos espirituais que atuam em nome de Jesus.
A característica do seu trabalho é na área humana, assistindo aos doentes.

O livro "Materializações Luminosas", Autor: R. A. Ranieri, descreve a querida Scheila. 
Grupo Lauro