1º Almoço Beneficente de 2015

No dia 29/03/2015 (domingo), será realizado o primeiro almoço beneficente de 2015, no qual o dinheiro arrecadado é usado para a manutenção do Grupo.
Dentre os principais itens do cardápio estão Macarrão ao sugo, Macarrão ao molho branco, Risoto e Carne Assada, além de diversas sobremesas.


Local: Salão Principal do Irmão Lauro.
Horário: á partir das 12:30 hs
Preço: R$ 25,00 (refrigerante não está incluso)


Para mais informações, entrar em contato com irmaolauro@bol.com.br


GB



Ave, 18 de Abril!

Antônio Moris Cury

Foi no dia 18 de abril de 1857, na cidade de Paris, capital da França, que veio a lume "O Livro dos Espíritos", a obra basilar do Espiritismo, ditada pelo mundo invisível e compilada, separada, classificada e codificada pelo ínclito professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, que, propositadamente, adotou o pseudônimo de Allan Kardec, nome que tivera em recuada existência pretérita, a fim de que a obra pudesse ser comprada, se fosse o caso, pelo seu conteúdo e não por quem a assinava, já que era ele muitíssimo conhecido e reconhecido, como professor e como autor de diversos livros, vários dos quais adotados pela Universidade de Paris, notadamente os que versavam sobre educação.
Teve considerável peso também, na adoção do pseudônimo, o fato de que o livro foi ditado pelos Espíritos Superiores, daí o título "O Livro dos Espíritos", não sendo obra dele, professor Rivail, portanto, não obstante tenha nela lançado inúmeros comentários e observações pessoais.
Nota-se, assim, desde logo, por esses detalhes, a conduta reta e ilibada do professor Rivail, o codificador do Espiritismo, que foi discípulo de Johann Heinrich Pestalozzi, famoso educador e fundador do Internato de Yverdon, na Suíça, e, posteriormente, seu substituto predileto, tendo sido considerado pelo célebre astrônomo francês Camille Flammarion "o bom senso encarnado", que, acrescente-se, sempre procurou agir com seriedade e sem rejeições apriorísticas, características do verdadeiro cientista.
Constituía traço característico de sua personalidade, por igual, a preservação da ética, sempre, em suas múltiplas e variadas expressões.
De 1855 a 1869, quando desencarnou em 31 de março, o eminente e ilustrado professor Rivail consagrou sua existência ao Espiritismo.
Em seu túmulo, no Cemitério Père Lachaise, em Paris, uma inscrição sintetiza a concepção evolucionista da Doutrina Espírita: nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei!
Por outro lado, decorridos 157 anos, não se pode deixar de reconhecer que os ensinos contidos em "O Livro dos Espíritos", em sua essência, permanecem absolutamente aplicáveis aos dias atuais, o que, por si, recomenda a leitura, a releitura e, sobretudo, a reflexão, em torno de tão preciosa obra, que contém os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade.
Verdadeira síntese do conhecimento humano, é um tesouro colocado em nossas mãos, que merece, por isso mesmo, repetimos adredemente, ser lido e refletido de capa a capa, palavra por palavra.
Com efeito, para dizer o mínimo, convém salientar que o Espiritismo nada impõe a seus profitentes, e muito menos a terceiros.
Ao contrário, procura orientar sempre, pela palavra escrita ou falada, que somos dotados de livre-arbítrio, da faculdade de decidir livremente sobre quaisquer assuntos, esclarecendo ao mesmo tempo que, exatamente por isso, somos responsáveis pelas decisões que tomemos, sejam quais forem e nos mais variados campos, e naturalmente responsáveis pelas suas conseqüências.
Por outra parte, enfatiza lições seculares, procurando demonstrar com exemplos e com fatos que "a semeadura é livre, mas a colheita obrigatória" e que "a cada um será concedido de acordo com as suas obras".
Consola, ao salientar que ninguém será condenado irremediavelmente pelos erros, males e equívocos cometidos, porquanto até mesmo em outra reencarnação, que detalha e aprofunda, poderá repará-los, parcial ou totalmente, até quitá-los integralmente, contando com todas as oportunidades de que necessite para tal, uma vez que Deus, sendo o Pai Celestial de todos nós, a nenhum de seus filhos abandona ou desampara.
Consola, igualmente, ao demonstrar cabalmente que as Leis Naturais são perfeitas e por isso mesmo imutáveis, advindo daí a certeza de que a Justiça Divina, que nelas se baseia, é absolutamente imparcial, não havendo seres privilegiados na Criação ou privilégio de qualquer espécie a quem quer que seja, prevalecendo a convicção de que Deus não pune, não castiga e não premia a ninguém, sendo, assim, soberanamente bom e justo, Ele que é a inteligência suprema do Universo, causa primária de todas as coisas!
Por fim, nestas rapidíssimas observações, o Espiritismo ensina que o amor é a lei maior da vida, consubstanciada por Cristo na sentença que constitui o seu ensino máximo "amar ao próximo como a si mesmo",  vale dizer, aconselhando que façamos ao próximo aquilo que gostaríamos que ele nos fizesse, porque quem assim procede estará, por esse mesmo motivo, "amando a Deus sobre todas as coisas".
Aliás, esta sentença de Jesus de Nazaré, o Cristo, modelo e guia da Humanidade, nosso mestre e amigo de todas as horas, também ensina e deixa muito claro que para que amemos ao próximo é absolutamente indispensável que nos amemos, de modo que é necessário, no mínimo, que tenhamos elevada auto-estima.
Agindo com amor e praticando o Bem, ensina-nos a veneranda Doutrina Espírita, ingressaremos na estrada que nos conduzirá à perfeição relativa e à felicidade suprema, destino final dos seres humanos, sendo certo que, assim, sem dúvida, seremos muito mais felizes, desde agora, aqui mesmo na Terra!
"Com efeito, para dizer o mínimo, convém salientar que o Espiritismo nada impõe a seus profitentes, e muito menos a terceiros."
(Jornal Mundo Espírita de Abril de 1998)

10 Maneiras de erguer um Centro Espírita

  1. Compareça às reuniões, e, sempre que o fizer, chegue na hora.
  2. Se o tempo não estiver bom, vá assim mesmo.
  3. Quando solicitado a auxiliar, ofereça o melhor de si, sem dizer que o trabalho deve ser executado por esse ou aquele companheiro.
  4. Quando não assistir às reuniões, não critique o trabalho daqueles que compareceram.
  5. Sempre que convocado, aceite os postos de maior responsabilidade, e, caso não tenha sido ainda, não veja nisso motivo de melindre.
  6. Dê sincera importância à execução de suas tarefas, e, quando solicitado a prestação de contas, apresente-se com humildade.
  7. Quando chamado a opinar sobre assunto sério, fale no momento certo, porém, depois da reunião, não discuta com ninguém como deveria ter sido decidido, pois já não é tempo.
  8. Lute por fazer mais do que o “absolutamente necessário”, unindo-se àqueles que põem mãos à obra com toda a boa vontade e com todo o zelo em prol do êxito dos trabalhos, sentindo-se responsável e nunca imaginando a existência de uma “panelinha” querendo mandar e desmandar.
  9. Se novos colaboradores chegarem, auxilie-os na melhor compreensão do que seja o Centro Espírita.
  10. Na parte que lhe toca contribuir para pagamento dos compromissos materiais, financeiros, preste seu concurso regular e não espere ser lembrado para cooperar.
Fonte: Editora EME

Dan


Mulher

Em 08 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Dispensaria falarmos das razões pelas quais a data foi criada, o fato é de conhecimento público. Chama-nos a atenção o fato de a mulher, em toda a história, ser posta em sua condição de inferioridade, tanto que na Revista Espírita de 1866 há um artigo  “As mulheres têm alma?". Se tal  questionamento foi feito, era fato que havia dúvidas em relação à condição feminina. A resposta dada por Kardec deixa clara a igualdade dos sexos, além da aparente explicação sobre o homossexualismo. A questão da igualdade entre homem e mulher será tratada também nas questões 817/822 do “Livro dos Espíritos”.
Comprova-se no texto de Kardec que as mulheres tinham alma, sim, muitas das quais dedicaram seu amor e sua dor à humanidade. Entre elas, vem à nossa memória Maria Madalena (do hebraico, Miryam, de Magdala), que, por questões de tradução, ficou conhecida durante séculos como a adúltera, a meretriz, a endemoniada, salva por Jesus, fato comprovado, mais tarde, que se tratava de mulheres diferentes, e não de Madalena.
Com a publicação dos Evangelhos Apócrifos, a condição de Maria de Magdala começa a ser  revista, tornando-a a discípula mais importante de Jesus, o que parecia , segundo os evangelhos, causar certo conflito entre os discípulos, como se nota na fala de Levi, dirigindo-se a Pedro: (...) Certamente o Salvador a conhece bem. Daí a ter amado mais do que a nós.
Madalena amou Jesus, senão como homem, amou-o pelas suas palavras, pelo seu espírito, pelas suas ações. Afinal, foi Ele quem disse, em relação à mulher adúltera: “Aquele que não tiver pecado atire a primeira pedra.” O amor de Madalena pode ter sido tão grande que Dele foi discípula, o acompanhou em suas pregações, presenciou milagres, seguiu-o ao Monte das Caveiras, chorou na crucificação. Foi a ela que Ele apareceu no terceiro dia. Haveria, para isso, outra razão senão o amor?
Há historiadores que defendem a ideia de que Jesus e Maria de Magdala eram casados e que, após a crucificação, Maria tenha fugido para França, com alguns discípulos, levando em seu ventre a filha do Salvador, fato que nos parece não ter comprovação e indícios nos Evangelhos Canônicos.  Há, porém, nos evangelhos apócrifos:  E companheira do Salvador é Maria Madalena. Cristo amaa-a mais do que a todos os discípulos e costumava beijá-la com freqüência na boca. O resto dos discípulos ofendia-se com isso e expressava sua desaprovação. Diziam a ele: Porque tu a amas mais do que a nós todos?  
As passagens da vida de Madalena são confusas e carecem de comprovação, mas exceto Maria, Marta, Ana e Lia,  que pertenciam à família de Jesus, Madalena é a mulher que de Jesus, segundo a história, mais se aproximou.
A todas as mulheres que dedicam a sua alma e seu amor ao próximo: sejamos como Maria de Magdala, que viu Jesus padecer no Calvário e ainda assim não desistiu de pregar o que havia lhe ensinado o Salvador.    
Jesus em nós!

Bibliografia:
Kardec, A. Livro dos Espíritos.
Kardec, A. Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos.
George, M. Maria Madalena - a mulher que amou Jesus.
Grupo Lauro

Início da Evangelização 2015

O Departamento Infantil informa que o início da Evangelização está previsto para 21/02/15, terceiro sábado de fevereiro, no horário normal, das 14h às 16h.


Desejamos a todos um ano repleto de alegria e muito trabalho!




GB

Jayme Paganini



Jayme Paganini
(1928-2014)
Jayme Benedetti Paganini um dos últimos dos Quinhentos da Galiléia que ainda se encontra entre nós, certamente sob influência da Espiritualidade Superior foi um dos responsáveis pelo Movimento da Fraternidade, um dos idealizadores da Recifra, contribuiu com brilhantismo no ideal de fundar Grupos de Fraternidade, participou dos Grupos da Fraternidade João Ramalho, Grupo da Fraternidade Irmão de Sagres, Grupo da Fraternidade Irmão Lauro, em São Paulo.
Quando Conselheiro da OSCAL-Organização Social  Cristã André Luiz criou o DEPOSCAL (Departamento de Projetos da OSCAL). Seu idealismo alcançou Brasília na manutenção da ARTECIFRA e junto com R. A. Ranieri e outros companheiros fundou a Edifrater -  Editora da Fraternidade. Movido pela sua dedicação e amor às crianças e a  CIDADE DA FRATERNIDADE  no mais puro idealismo cristão. Companheiro de grande afeto cristão, seu coração bondoso e fraterno o torna merecedor de nossa imorredoura gratidão.
Nasceu na cidade de Itu, no Estado de São Paulo, em  02/06/1928, sendo seus  pais José Paganini e Mariana Benedetti Paganini, vindo de uma família de oito irmãos.
Casado com Dolores Negro Paganini, pai de dois filhos: Silvia Izabel Paganini e José Cristóvão Paganini.
Em São Paulo  radicou-se definitivamente, exercendo suas atividades profissionais na Cia Antárctica Paulista, no Consulado da Dinamarca e na Indelpa – Indústria Elétrica Paulista.  Bom administrador é atualmente sócio da empresa Roatagraf  Industria Gráfica Ltda.
Foi Diretor-Superintendente da Distrital Santo Amaro da ACSP, coordenador da Distrital Sul e membro do conselho Consultivo desta instituição.

Ave Cristo!
Jayme Paganini aos 83 anos olha o seu passado e, sabiamente resume a história de suas conquistas em três palavras: trabalho, trabalho e trabalho e nós acrescentaríamos amor, amor e mais amor.

Regressou à Pátria Espiritual dia 28/02/2014
Grupo Lauro

Fraternidade

Gostaríamos de começar falando sobre a palavra Fraternidade e seus muitos significados.
Boa convivência é uma união entre irmãos que se respeitam e se harmonizam através da paz e da concórdia que a Fraternidade traz.
Ela é inspiradora de coragem e testemunho de abnegação em favor ao próximo.
Ela é a própria amizade doando resistência junto à assistência fraterna, unindo os bons corações e os preparando para os embates da vida.
Se a Fraternidade resolvesse se ausentar e não pudesse mais ser percebida no arraial da existência, a esperança de todos nós se esfacelaria.
Quando bebemos na taça da Fraternidade, raramente sentimos a secura da solidão em nossas vidas.
Fraternidade não se mede pela quantidade da sua aplicação, mais na distinção do amor ao próximo.
Às vezes, não é a proporção do que se faz que oferece os melhores resultados satisfatórios no concurso de auxílio aos semelhantes, mas como se faz, a maneira que empregamos as ações e palavras mais fraternas em benefício alheio.
Às vezes a Fraternidade é a caridade digna, apenas vestida com as roupas da prece.
Fraternidade é uma convergência de pontos afins, unindo os corações em plena amizade.
Fraternidade é harmonia, concórdia, paz... Fraternização.
Fraternidade faz parte da escola da vida...
É Matemática, onde somamos alegrias, diminuímos os males, dividimos as tarefas e multiplicamos as esperanças.
É Física, pois nos tira da inércia do egoísmo, através da força cinética da caridade e nos coloca no principio da dinâmica da ação e reação, no bem que gravita e retorna a nós mesmos quando bem exercemos a fraternidade.
Fraternidade é Química, quando liga os elementos da natureza através da combustão do amor; amor que não pode ser representado pelos símbolos da Tabela Periódica, mas que é um elemento real na Quântica da felicidade.
Fraternidade é também História, quando vem relatar para nós os compêndios das reencarnações sucessivas, nos insucessos daqueles que viveram afastados dela, e, os sucessos daqueles que não se esqueceram de ser fraternos.
Fraternidade é a Geografia, atapetando de bênçãos a topografia das nossas vidas.
Ainda é a Fraternidade, todas as Línguas, que se faz entendida em qualquer nação sem qualquer impedimento a sua ação.
Já paraste para pensar que a Fraternidade é a expressão máxima da solidariedade e que não conseguirias viver sem a solidariedade dos outros, embora, os outros possam viver sem a tua solidariedade?
Assim sendo, até aqui falamos da Fraternidade, para na verdade, falarmos da nossa Irmã Scheilla. Não poderíamos falar sobre ela, sem falarmos de Fraternidade, pois as duas andam tão unidas e inseparáveis, que poderíamos chamar Scheilla de Fraternidade, pois ambas bebem da mesma fonte, onde jorra abundante o Amor do Cristo.
Assim, devemos acreditar que não é um mero acaso as muitas Fraternidades de Scheilla Brasil afora. Fraternidade e Scheilla se ligam num único nome!
Pois, quando gemem as dores, Scheilla se apresenta fraternalmente.
Quando os estilhaços da desilusão fragmenta as almas, Scheilla reparte certezas e traz consolo, rejuntando com a fé que deposita nos corações.
Onde a dor esmiúça, Scheilla reergue.
Onde o ódio reverbera, Scheilla silencia-o com seu amor cativante.
Quando o desespero bate a porta, Scheilla está pronta para atender, mitigando as aflições.
Quando os agônicos prestam seu depoimento, Scheilla os ouve com desvelo de Mãe.
Quando o criminoso tomba e os muitos dedos o sentenciam, Scheilla aparece oferecendo a reforma através do trabalho no bem.
Quando a ignorância irrompe atrevida, Scheilla conclama o esclarecimento junto às consciências enganadas.
Junto a essa Fraternidade, nossa Irmã é uma funcionária incansável do Cristo e está ocupada permanente junto ao amor, que oferece a todos indistintamente.
E, conhecendo o seu concurso e o seu desvelado amor, como não poderíamos de ser afeiçoados a Ela e a sua causa generosa de prestar auxílio a todos?
Por isso, o séqüito de espíritos e almas agradecidas a Ela cresce a cada dia, e a multidão dos que a acompanham por dívida de amor, por cortesia, por simpatia, devoção e afinidade, já é a de uma grande multidão incontável, que somente os amplos braços de Scheilla podem abraçar.
Mas, sua forma simples e nada catedrática junto aos serviços do Bem, humilíssima, fazendo-se operária silenciosa das madrugadas, a faz trabalhadora incansável que jamais busca nenhum relevo nas grandes tarefas que empreende e dirige.
Nós, que a seguimos de perto e que muito a reverenciamos, devemos a Ela todo o nosso amor, em débito de muitas jornadas, por isso, somos aqueles que nos atrevemos a saldá-la em merecida homenagem vinda do Lado de Cá, em complemento ao belo tributo desse Painel, mesmo sabendo que sua grande modéstia e submissão no trabalho, são contrárias a qualquer tipo de preito evidente.
Porém, quando falamos e homenageamos essas virtudes da nossa Irmã, apenas atestamos sua edificação na Luz, em merecida festa para a Fraternidade ínsita no seu Espírito consolador, como a verdadeira Enfermeira do Médico Jesus.

Assim, todos nós, juntos, numa única voz, com amor e trabalho, pronunciamos...

Muito Obrigado Irmã Scheilla!
Muito Obrigado...

Espírito José Grosso


Mensagem psicografada pelo médium Jorge Antônio 

Socorrido por Jesus

O texto Evangélico relata que Jesus apareceu materializado a Maria Madalena, após o terceiro dia de sua morte.
O diálogo estabelecido entre Ele e Madalena neste acontecimento, está narrado em forma de poema pelo Espírito Maria Dolores, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, sob o título Amor e Perdão do livro Coração e Vida. O final de esse diálogo apresentado a seguir, revela o imenso amor de Jesus, que após a sua morte, vai ao encontro de Judas, que se enforcou, ao constatar que o Mestre fora crucificado por culpa de sua insensata ambição política.



“ Senhor, onde estivestes? Mas Jesus Respondeu:
Não Maria, não fui ainda ao alto. Nem me elevei sequer um palmo a luz do firmamento.
Quem ama não consegue achar o céu de um salto. Ao invés de subir aos altos esplendores, desci, mas desci muito aos reinos inferiores.
Despertando no túmulo escutei os gritos de aflição de alguém que muito amei, e que muito amo ainda.
Embora visse além a luz sempre mais linda. Sentia nesse alguém um amado companheiro, em crises de tristeza e de loucura.
Fui à sombra abismal para a grande procura.
E ao reencontrá-lo, amargurado e louco, a ponto de não mais me conhecer.
Demorei-me a afagá-lo, e pouco a pouco, consegui que ele enfim, pudesse adormecer.
Senhor? Interrogou Madalena.
Quem é o amigo que te fez descer antes de procurar a Luz do Pai?
Mas Jesus replicou em voz clara e serena:
Maria, um amigo não esquece a dor de outro amigo que cai. Antes de me altear a celeste alegria, ao sol do mesmo amor a Deus em que te enlevas.
Vali-me após a cruz, das grandes horas mudas, e desci para as trevas, a fim de aliviar a imensa dor de Judas”.

Essa revelação, via mediúnica, esclarecendo onde esteve o Cristo nos três dias após de sua morte, fato não registrado no Novo Testamento, demonstra, sobretudo, a extensão da infinita misericórdia de Jesus, para todos os sofredores.

Pai, perdoa-os, porque eles não sabem o que fazem!

Maria Dolores - Chico Xavier

Aprendendo a Aprender





William Shakespeare 
     (1564-1616)

      Dan

Aos amigos

Lauro Siqueira
O Irmão Lauro deseja  aos amigos do Blog, um Feliz Natal e  Próspero 2015
  
Albanês               Gezuar Krishtlindje
Alemão                Froehliche Weihnachten
Árabe   I’D MIILAD SAID OUA SANA SAIDA
Armênio              Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand
Basco    Zorionstsu Eguberri. Zoriontsu Urte Berri On
Bengali Bodo Din Shubh Lamona
Boêmio                Vesele Vanoce
Bretão  Nedeleg laouen na bloavezh mat
Búlgaro                Tchestita Koleda; Tchestito Rojdestvo Hristovo
Celta     Nadolig Llawen a Blwyddyn Newydd Dda
Cingalês               Subha nath thalak Vewa. Subha Aluth Awrudhak Vewa
Chinês  (Mandarin) Kung His Hsin Nien bing Chu Shen Tan
(Cantonês) Gun Tso Sun Tan’Gung Haw Sun
(Hong Kong) Kung Ho Hsin Hsi. Ching Chi Shen Tan
Coreano              Sung Tan Chuk Ha
Cornish                Nadelik looan na looan blethen noweth
Cree      Mitho Makosi Kesikansi
Croata  Sretan Bozic
Checo   Prejeme Vam Vesele Vanoce a stastny Novy Rok
Dinamarquês    Gladelig Jul
Inglês    Merry Christmas
Escocês                Nollaig Chridheil agus Bliadhna Mhath Ur
Esperanto           Gajan Kristnaskon
Eslovaco              Sretan Bozic or Vesele vianoce
Esloveno             Vesele Bozicne. Screcno Novo Leto
Espanhol             Feliz Navidad!
Estoniano           Roomsaid Joulu Puhi
Farsi      Cristmas-e-shoma mobarak bashad
Finlandês            Hyvaa joulua
Francês                Joyeux Noel
Frísio     Noflike Krystdagen en in protte Lok en Seine yn it Nije Jier!
Galês    Nadolig Llawen
Grego   Kala Christouyenna!
Havaiano             Mele Kalikimaka
Hebraico             Mo’adim Lesimkha. Chena tova
Hindi     Bada Din Mubarak Ho
Holandês            Vrolijk Kerstfeest en een Gelukkig Nieuwjaar!
Húngaro              Kellemes Karacsonyi unnepeket
Islandês               Gledileg Jol
Indonésio           Selamat Hari Natal
Iraquiano            Saidan Wa Sanah Jadidah
Irlandês               Nollaig Shona Dhuit
Italiano Buone Feste Natalizie
Japonês               Shinnen omedeto. Kurisumasu Omedeto
Kala       Khristougena kai Eftikhes to Neon Etos
Leto       Priecigus Ziemas Svetkus un Laimigu Jauno Gadu
Lituano Linksmu Kaledu
Manês  Nollick ghennal as blein vie noa
Maori    Meri Kirihimete
Norueguês         God Jul Og Godt Nytt Aar
Polonês               Wesolych Swiat Bozego Narodzenia
Português          Feliz Natal
Rapa-Nui             Mata-Ki-Te-Rangi. Te-Pito-O-Te-Henua
Romeno              Craciun Fericit
Russo    Pozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva i s Novim Godom
Sérvio   Hristos se rodi
Samoano            La Maunia Le Kilisimasi Ma Le Tausaga Fou
Sueco   God Jul and (Och) Ett Gott Nytt Ar
Tagalo   Maligayamg Pasko. Masaganang Bagong Taon
Tâmil     Nathar Puthu Varuda Valthukkal
Tailandês            Sawadee Pee Mai
Turco    Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun
Ucraniano           Srozhdestvom Kristovym
Urdu     Naya Saal Mubarak Ho
Viatnamita         Chung Mung Giang Sinh
Zulu       Nginifisela inhlanhla ne mpumelelo e nyakeni.

Dan