Lauro manifesta Solidariedade a Chapecó


O Grupo da Fraternidade Irmão Lauro manifesta solidariedade e vibrações fraternas às famílias dos entes queridos que partiram para os pórticos da espiritualidade, vitimados no acidente do avião da Chapecoense, e a toda comunidade de Chapecó (SC). Deus fortaleça a todos. 
 Je suis Chapecó!



Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?
(Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 23-2-1972, em Uberaba, Minas).

RESPOSTA:
Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.
Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.
É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.
***
Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.
Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.
Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de sangue e lágrimas.
Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidade na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.
***
Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as conseqüências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança.
É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.
Lamentemos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.
Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.
(Transcrito do livro: XAVIER, Francisco C. Autores diversos)

Grupo Lauro



Feliz Natal
















Natal Feliz! Harmonias
Ressoam no céu aberto.
A paz é luz que vem perto,
Estrela oculta a brilhar!...
Comoventes melodias,
Anseios renovadores,
Alegrias, esplendores
No mundo familiar.
Cada expressão do caminho

Revela ternura imensa,
Retorna o clarão da crença,
Sublime, confortador...
É a pastoral do carinho,
Por mil vozes inocentes
Mensagens, flores, presentes,
Transitam plenos de amor.
Explodem brindes à mesa

No louvor que tumultua,
Vertem cânticos da rua,
Sempre música a surgir...                                        
Em cada prece a beleza
Fulge nas almas do povo
Que espera o sol do porvir.
Há convite, onde apareças,

Ao prazer que vibra em casa,
Todo júbilo extravasa
Em profunda exaltação.
Entretanto, não te esqueças
De que o Natal doce e brando
É sempre Jesus chamando
Às portas do coração.
Espírito Irene S. Pinto - Chico Xavier
O Grupo Lauro deseja a todos tarefeiros e colaboradores um Natal de Paz e Alegria!
Feliz 2017

Advertência Amiga

Amigo! 
Reclama você da vida que te envolve em grande padecimento, e captamos sua névoa espiritual, onde te dizes sufocado e sem ar, vives enclausurado, e em consternação deixas-te prostrar-te sem alegria na jornada que ora encetas-te e tornas-te semelhante à flor sem pétalas.  

No encargo assumido de orientador espiritual, peço vênia para que possas meditar em minhas despretensiosas considerações:

O ar que reclamas não é nem mais, nem menos, é a medida suficiente para a benção da vida.

O oxigênio restaurador que buscas, emana do servir aos que procuram alivio.

Quanto mais íngreme seja a montanha, suba, pois, no cume o sol saudara em todo seu esplendor.

Mães e pais a beira sepultura de seus filhos sufocados pelas lágrimas, respiram, nas lufadas da oração.

Filhos que inopinadamente “cegos” pelas brumas da “morte” andejam em busca do socorro benfazejo suplicando o ar da serenidade.

Sofredores aprisionados em leitos de dor, onde a máquina insensível tenta prover o ar divino mecanicamente.

Órfãos famintos de amor sucumbem à frieza de sentimentos farisidiacos e o ar da indiferença.

Prisioneiros desesperançados do ar da liberdade corpórea e espiritual.

Mentes enubladas vivendo no mormaço escaldante sem ar.

Os cegos que imaginam a cores do céu, mar, do arco-íris. e sentem  o ar e não o veem   balançando  galhos dos arbustos.

Os que não deixam suas pegadas na areia, mas sentem a brisa na face.

Jesus sufocado pelo sangue da coroa de espinhos respirou, e bradou: Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.

Dobre os joelhos em suplica, eleve ao Alto seu agradecimento: Obrigado Deus por me abençoar muito mais do que eu mereço.

Espírito Fabiano - Dan






Alma Peregrina

O amor não está ali ou acolá, ele está onde sempre esteve, na minha alma peregrina.
Possa eu, hoje pousar na escarpa de minha alma e continuar encontrando dentro de mim,
as doses de amor que preciso,
para viver todos os dias com a certeza
que sou feito de sentimentos bons, e amor doce,
e se porventura ele amargar,
que eu feche os olhos
e retorne para dentro outra vez até que adoce novamente...
E se meus passos forem largos,ou até mesmo frágeis,
que junto com eles eu leve a Felicidade. Sempre...

Minotauro











Parabéns, Irmão Lauro!

"Desejas acender a luz do evangelho no lar do teu próximo, verifique, se o evangelho de luz, já acendeu no lar do teu coração. (2016 -Espírito Fabiano)"
AVE CRISTO!

Comparamos  o Grupo da Fraternidade Irmão Lauro a uma “empresa” organizada pelos Benfeitores Espirituais, materializada na Terra, em 23 de novembro de 1.963,  onde nós solicitamos estágios e empregos.
Vimos através do sofrimento, das dificuldades, das lutas...Pedimos socorro.
Ignoramos muitas vezes que estamos pedindo trabalho, pedindo colocação para trabalhar e receber algum vencimento para sustentar a nossa vida. As interpretações da palavra de Cristo são diversas, mas no Lauro esse sentido   é muito pronunciado, destacado...Estamos pedindo emplacamento em serviço, pedimos para fazer parte da equipe de trabalho; que funciona dentro da Doutrina Espírita...Os que são portadores de provas tão dolorosas que, às vezes, nem mesmo explicá-las conseguem; não fosse os desajustados; não fossem aqueles que não compreendem os ensinamentos de Jesus; e que nos apedrejam e magoam; se não fosse toda essa equipagem do navio chamado “Terra”, lutando para viver, para acertar, que nos procuram na Casa Lauro todos os dias, o que é que teríamos para fazer? Se fossemos uma coleção de pessoas boas, ligadas no Cristo, se um falasse e todos compreendessem, estaríamos dentro de uma monotonia muito grande, há muito  trabalho para fazer, a fim de diminuir o peso da grande carga  que trazemos; é dessa multiplicidade de problemas, muitas vezes em nós mesmos, que nos  encontramos.
Muitos se contentam  com uma prece diária, reunião semanal, mas no Espiritismo na Casa Lauro somos “alfinetados”, e ninguém escapa desde que estejamos dentro da “empresa” trabalhando...Não apenas entoando hosanas ao Senhor, mas trabalhando muito para que a nossa fé seja realmente uma fé viva e criativa, ao mesmo tempo. 
Porque podemos improvisar alguma coisa em favor do próximo. Temos uma inteligência mais ou menos em desacordo com o coração, como acontece com a maioria – comparecem aqui dentro do orgulho, da vaidade, do egoísmo, da jactância...Ajudar os outros em tudo aquilo que se faça possível em nosso esforço. Todo esforço é grande pela essência que representa. Não devemos pensar em braços cruzados, em paraíso prematuro, em angelitude antes somos criaturas humanas perfectíveis; quando compreendermos tudo isso, veremos que já estamos dentro de uma “empresa” maravilhosa. 
Lembramo-nos da lei de causa e efeito apenas em matéria de sofrimento, mas ela funciona também para o bem. Quem faz o bem, queira ou não, será recompensado...O Senhor manda que o mal seja corrigido e o bem seja estimulado em beneficio de cada um de nós. 
Agradeçamos a Jesus pela oportunidade de estarmos admitidos como simples operários nesta abençoada ‘empresa “ Lauro. E o Lauro  nos convida a nos  servirmos e a servir!
Ao Pai de Amor e de Misericórdia, ao Mestre Jesus, a todos os Benfeitores Espirituais, nosso agradecimento pelos “53 anos de amor e luz ” da Casa Lauro. Lembremo-nos que o   Grupo Lauro terá o destino que os Laurinos dele fizerem.


53 anos de Amor; O Irmão Lauro,  convida á todos para o aniversário de 53 anos do Grupo.  A confraternização será realizada no dia 24/11/2016 (Quinta-Feira) ás 20:00 h, com a palestra de Ingo Alan.


Parabéns!!
 Grupo Lauro

Depois da Morte

Autor: Léon Denis

O homem é um ser complexo. Nele se combinam três elementos para formar uma unidade viva, a saber: 

O corpo, envoltório material temporário, que abandonamos na morte como vestuário usado; 

O perispírito, invólucro fluídico permanente, invisível aos nossos sentidos naturais, que acompanha a alma em sua evolução infinita, e com ela se melhora e purifica; 

A alma, princípio inteligente, centro da força, foco da consciência e da personalidade. 

A alma, desprendida do corpo material e revestida do seu invólucro sutil, constitui o Espírito, ser fluídico, de forma humana, liberto das necessidades terrestres, invisível e impalpável em seu estado normal. O Espírito não é mais que um homem desencarnado. Todos tornaremos a ser Espíritos. A morte restitui-nos à vida do espaço. 

Que se passa no momento da morte? 

Como se desprende o Espírito da sua prisão material? 

Que impressões, que sensações o esperam nessa ocasião temerosa? 

É isso o que interessa a todos conhecer, porque todos cumprem essa jornada. A vida foge-nos a todo instante: nenhum de nós escapará a morte. 

Deixando sua residência corpórea, o Espírito purificado pela dor e pelo sofrimento, vê sua existência passada recuar, afastar-se pouco a pouco com seus amargores e ilusões; depois, dissipar-se como as brumas que a aurora encontra estendidas sobre o solo e que a claridade do dia faz desaparecer. O Espírito acha-se, então, como que suspenso entre duas sensações: a das coisas materiais que se apagam e a da vida nova que se lhe desenha à frente. Entrevê essa vida como através de um véu, cheia de encanto misterioso, temida e desejada ao mesmo tempo. Após, expande-se a luz, não mais a luz solar que nos é conhecida, porém uma luz espiritual, radiante, por toda parte disseminada. 

Pouco a pouco o inunda, penetra-o, e, com ela, um tanto de vigor, de remoçamento e de serenidade. O Espírito mergulha nesse banho reparador. Aí se despoja de suas incertezas e de seus temores. Depois, seu olhar destaca-se da Terra, dos seres lacrimosos que cercam seu leito mortuário, e dirige-se para as alturas. Divisa os céus imensos e outros seres amados, amigos de outrora, mais jovens, mais vivos, mais belos que vêm recebê-lo, guiá-lo no seio dos espaços. Com eles caminha e sobe às regiões etéreas que seu grau de depuração permite atingir. Cessa, então, sua perturbação, despertam faculdades novas, começa o seu destino feliz. 

A entrada em uma vida nova traz impressões tão variadas quanto o permite a posição moral dos Espíritos. 



Antes do Berço


Antes do berço, na Espiritualidade, examinando as suas próprias necessidades de aperfeiçoamento terá você pedido:
a deficiência corpórea que induza à elevação de sentimentos;
a enfermidade de longa duração, capaz de educar lhe os impulsos;

essa ou aquela lesão física que favoreça os exercícios de disciplina;

determinada mutilação que lhe iniba o arrastamento à agressividade exagerada;
o complexo psicológico que lhe renove as ideias;
o lar amargo onde possa aprender quanto vale a afeição;
o traço de prova que lhe impõe obstáculos no grupo social, a fim de esquecer enquistações de orgulho;
o reencontro com os adversários do passado, então na forma de parentes difíceis, atendendo a resgate de antigos débitos;
a impossibilidade temporária para a obtenção de um título acadêmico, de modo à frenar-se contra desmandos intelectuais;
a internação passageira em ambiente de pauperismo, de maneira a desenvolver a própria habilitação no trabalho pessoal.
Aceite as dificuldades e desafios da existência, porque, na maioria das circunstâncias, são respostas da Providência Divina aos nossos anseios de reajuste e sublimação.

André Luiz - Chico Xavier

O Espiritismo e a Cremação

Richard Simonetti

O medo de ser enterrado vivo induz muita gente a cogitar da própria cremação. Queima-se o cadáver evitando o problema. Mas há uma dúvida que inspira a pergunta mais frequente nas palestras sobre a morte:

− Se no ato crematório eu ainda estiver preso ao corpo, o que acontecerá?

Nessas oportunidades, costumo dizer:
− Bem, no interior do forno a temperatura atinge mil e quatrocentos graus centígrados. Considerando que a água ferve a cem graus, podemos imaginar o que é isso. Fica tão quente que o próprio cadáver entra em combustão. Então, em meio às labaredas, se o falecido estiver imbuído de concepções teológicas medievais, imaginará, horrorizado: “Meu Deus! Estou no inferno!”
Trata-se, evidentemente, de uma brincadeira para descontrair os presentes, ante tema tão fúnebre. Qualquer pessoa esclarecida, de qualquer religião, sabe que o Inferno de fogo, onde as almas ardem, em tormentos eternos, sem se consumirem, é uma fantasia desenvolvida em tempos recuados, quando os princípios religiosos se impunham muito mais pelo medo do que pela lógica. Sabemos hoje que Céu ou Inferno não são locais geográficos. Existem na intimidade de cada um, em decorrência de nossas ações.
Objetivamente poderíamos responder à pergunta informando que se o Espírito estiver ligado ao corpo não sofrerá dores, porque o cadáver não transmite sensações ao Espírito, mas obviamente experimentará impressões extremamente desagradáveis, além do trauma decorrente de um desligamento violento e extemporâneo. Oportuno destacar algumas considerações de Emmanuel, no livro O Consolador, psicografia de Francisco Cândido Xavier:
“Na cremação, faz-se mister exercer a piedade com os cadáveres, procrastinando por mais horas o ato de destruição das vísceras materiais, pois, de certo modo, existem sempre muitos ecos de sensibilidade entre o Espírito desencarnado e o corpo, onde se extinguiu o “tônus vital”, nas primeiras horas sequentes ao desenlace, em vista dos fluidos orgânicos que ainda solicitam a alma para as sensações da existência material.”
O próprio Chico, em entrevista na extinta televisão Tupi, em 1971, transmite nova informação de Emmanuel: “Deve-se esperar pelo menos setenta e duas horas para a cremação, tempo suficiente para o desligamento, ressalvadas as exceções envolvendo suicidas ou pessoas muito presas aos vícios e aos interesses humanos”.
Nos fornos crematórios de São Paulo, espera-se o prazo legal de vinte e quatro horas. Não obstante, o regulamento permite que o cadáver permaneça em câmara frigorífica pelo tempo que a família desejar. Espíritas costumam pedir três dias. Há quem peça sete dias.
Importante reconhecer, todavia, que muito mais importante do que semelhantes cuidados seria cultivarmos uma existência equilibrada, marcada pelo esforço de renovação e de prática do Bem, a fim de que, em qualquer circunstância de nossa morte, libertemo-nos prontamente, sem traumas, sem preocupação com o destino de nosso corpo.

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Emponderamento do Espiritismo e a Cabala

Espiritismo e a Cabala são diametralmente diferentes. Respeito e amor ao próximo são pontos congruentes entre os dois segmentos, mas enquanto no espiritismo se estuda a relação e a comunicação com os espíritos na cabala são estudados os efeitos que os seres humanos sofrem com seus erros.
Emponderamento: O que é o Espiritismo: 

É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese. 

É o Consolador prometido, que veio, no devido tempo, recordar e complementar o que Jesus ensinou, "restabelecendo todas as coisas no seu verdadeiro sentido", trazendo, assim, à Humanidade as bases reais para sua espiritualização. 

O que revela 
Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida. 

Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da existência terrena e qual a razão da dor e do sofrimento. 

Qual a sua abrangência 
Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos. 

Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social. 
Pontos fundamentais 
Deus é a inteligência suprema e causa primária de todas as coisas. É eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom. 

O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais. 

Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados (Homens), existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados. 

No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens. 

Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor. Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais. 

O homem é um Espírito encarnado em um corpo material. O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material. 

Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo. 

Os Espíritos são criados simples e ignorantes, evoluem intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade. 

Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação. 

Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento. 

Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso, intelectual e moral, depende dos esforços que faça para chegar à perfeição. 
Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição a que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima; Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina; Espíritos imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores. 

As relações dos Espíritos com os homens são constantes, e sempre existiram. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os imperfeitos nos impelem para o mal. Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus. 

A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela humanidade. 

O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações. 

A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus. 

A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural, e é o resultado de um sentimento inato do homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador. 

A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assistí-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade. 

Prática Espírita 

Toda a prática espírita é gratuita, dentro do princípio do Evangelho: "Dai de graça o que de graça recebestes". 

A prática espírita é realizada sem nenhum culto exterior, dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade. 

O Espiritismo não tem corpo sacerdotal e não adota e nem usa em suas reuniões e em suas práticas: paramentos, bebidas alcóolicas, incenso, fumo, altares, imagens, andores, velas, procissões, talismãs, amuletos, sacramentos, concessões de indugência, horóscopos, cartomancia, pirâmides, cristais, búzios, rituais, ou quaisquer outras formas de culto exterior. 

O Espiritismo não impõe os seus princípios. Convida os interessados em conhecé-lo a submeter os seus ensinos ao crivo da razão antes de aceitá-los. 

A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é um dom que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da diretriz doutrinária de vida que adote. 

Prática mediúnica espírita só é aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral cristã. 

O Espiritismo respeita todas as religiões, valoriza todos os esforços para a prática do bem, trabalha pela confraternização entre todos os homens independentemente de sua raça, cor, nacionalidade, crença ou nível cultural e social, e reconhece que "o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza". 
"Nascer, morrer, renascer, ainda, e progredir sempre, tal é a lei." 

"Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade". 

"Fora da caridade não há salvação". 

O estudo das obras de Allan Kardec é fundamental para o correto conhecimento da Doutrina Espírita. 


Emponderamento: O que é Cabala: 
Cabala (também Kabbalah, Qabbala, cabbala, cabbalah, kabala, kabalah, kabbala) é um sistema religioso filosófico oriundo da época medieval, que reivindica o discernimento da natureza divina. Kabbalah (קבלה QBLH) é uma palavra em hebreu que significa recepção. A "Cabala" é uma doutrina esotérica que diz respeito a Deus e o Universo, sendo afirmado que nos chegou como uma revelação para eleger santos de um passado remoto, e preservada apenas por alguns privilegiados. 



Dan

Doutrina Espírita



Toda crença é respeitável.
No entanto, se buscaste a Doutrina Espírita, não lhe negues fidelidade.

Toda religião é sublime.
No entanto, só a Doutrina Espírita consegue explicar-te os fenômenos mediúnicos em que toda religião se baseia.

Toda religião é santa nas intenções.
No entanto, só a Doutrina Espírita pode guiar-te na solução dos problemas do destino e da dor.

Toda religião auxilia.
No entanto, só a Doutrina Espírita é capaz de exonerar-te do pavor ilusório do inferno, que apenas subsiste na consciência culpada.

Toda religião é conforto na morte.
No entanto, só a Doutrina Espírita é suscetível de descerrar a continuidade da vida, além do sepulcro.

Toda religião apregoa o bem como preço do paraíso aos seus profitentes.
No entanto, só a Doutrina Espírita estabelece a caridade incondicional como simples dever.

Toda religião exorciza os Espíritos infelizes.
No entanto, só a Doutrina Espírita se dispõe a abraçá-los, como a doentes, neles reconhecendo as próprias criaturas humanas desencarnadas, em outras faixas de evolução.

Toda religião educa sempre.
No entanto, só a Doutrina Espírita é aquela em que se permite o livre exame, com o sentimento livre de compressões dogmáticas, para que a fé contemple a razão, face a face.

Toda religião fala de penas e recompensas.
No entanto, só a Doutrina Espírita elucida que todos colheremos conforme a plantação que tenhamos lançado à vida, sem qualquer privilégio na Justiça Divina.

Toda religião erguida em princípios nobres, mesmo as que vigem nos outros continentes, embora nos pareçam estranhas, guardam a essência cristã.
No entanto, só a Doutrina Espírita nos oferece a chave precisa para a verdadeira interpretação do Evangelho.

Porque a Doutrina Espírita é, em si, a liberalidade e o entendimento, há quem julgue seja ela obrigada a misturar-se com todas as aventuras marginais e com todos os exotismos, sob pena de fugir aos impositivos da fraternidade que veicula.

Dignifica, assim, a Doutrina que te consola e liberta, vigiando-lhe a pureza e a simplicidade, para que não colabores, sem perceber, nos vícios da ignorância e nos crimes do pensamento.

“Espírita” deve ser o teu caráter, ainda mesmo te sintas em reajuste, depois da queda.

“Espírita” deve ser a tua conduta, ainda mesmo que estejas em duras experiências.

“Espírita” deve ser o nome de teu nome, ainda mesmo respires em aflitivos combates contigo mesmo.

“Espírita” deve ser o claro adjetivo de tua instituição, ainda mesmo que, por isso, te faltem as passageiras subvenções e honrarias terrestres.

Doutrina Espírita quer dizer Doutrina do Cristo. E a Doutrina do Cristo é a doutrina do aperfeiçoamento moral em todos os mundos.
Guarda-a, pois, na existência, como sendo a tua responsabilidade mais alta, porque dia virá em que serás naturalmente convidado a prestar-lhe contas.

Religião dos Espíritos-Emmanuel-psicografia Chico Xavier
Reunião Pública de 13/11/1.959

                                                                


Allan Kardec
Hippolyte Léon Denizard Rivail, conhecido pelo pseudônimo Allan Kardec, nasceu em 3 de outubro de 1804, em Lyon, França - Codificador da Doutrina Espírita

18 de Abril de 1.857 - 159 anos do lançamento do Livro dos Espíritos!
Dan